Gisnei

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Estudo que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, indica que, em 2013, 10,2% dos brasileiros com 18 anos ou mais que estavam fora do mercado de trabalho (um em cada dez) sofriam de algum tipo de depressão, de um total de 61,8 milhões de pessoas que não trabalhavam, nem procuravam emprego - em um universo de 93 milhões de empregados.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde 2015 – Indicadores de Saúde e Mercado de Trabalho. O levantamento contabilizava, na época, a existência de cerca de 160 milhões de pessoas integrando a População em Idade Ativa (PIA) do país, em um universo de 200,6 milhões de pessoas, segundo o Censo 2010.

Quando se analisa os brasileiros em idade ativa desocupados (5,7 milhões fora do mercado de trabalho, mas procurando emprego) em 2013, o percentual cai para 7,5%. Já entre as pessoas fora do mercado de trabalho (que não trabalhavam, nem procuravam emprego, embora em idade ativa), o total passa a 7,6%, o equivalente a 11,2 milhões. O percentual menor de trabalhadores com depressão foi verificado entre a população ocupada: 6,2%.

O levantamento sobre a ocorrência de depressão entre a população em idade ativa abrange o contingente de pessoas com idade acima de 18 anos e indica, ainda, que 12,6% da população fora do mercado tomavam algum tipo de remédio para dormir.

As análises foram feitas em convênio com o Ministério da Saúde. Em relação ao sexo, tanto no domínio da população de 18 anos ou mais quanto no da população ocupada desta mesma faixa etária, as mulheres apresentaram percentual de prevalências de diagnóstico de depressão mais elevado: 10,1%.

Analisando as pessoas ocupadas de 18 anos ou mais de idade por grupos etários, os dados mostram que o diagnóstico médico de depressão aumentava até o grupo de 40 a 59 anos, observando-se redução da prevalência a partir dessa faixa – entre as pessoas de 40 a 59 anos de idade, 8,2% relataram ter diagnóstico de depressão, enquanto para aquelas de 60 anos ou mais de idade a prevalência foi de 7,4%.

Para análise do contingente de pessoas fora do mercado de trabalho com depressão, o IBGE levou em consideração a população com mais de 18 anos de idade, que não exercia qualquer atividade: aposentados, estudantes, pessoas que desistiram temporariamente de procurar emprego em razão de dificuldades momentâneas do mercado ou, ainda, mulheres cujos maridos tinham rendimentos elevados e decidiram se dedicar aos filhos e ao lar.

Idade do trabalhador

Em entrevista à Agência Brasil, a gerente de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Maria Lúcia Vieira, admitiu que a questão da depressão pode estar ligada diretamente à idade do trabalhador. “O que a gente identificou é que, conforme a idade, cresce o percentual de pessoas que apresentavam algum tipo de depressão”.

Para ela, como a população fora da força de trabalho é composta - em sua maior parte - por pessoas com mais idade, essa poderia ser uma justificativa para o percentual mais alto. “Então, tem, sim, uma relação forte com a questão da idade”.

A gerente de pesquisas também falou sobre a incidência maior de mulheres entre o contingente de brasileiros com depressão. “Entre as mulheres, o percentual de diagnóstico de depressão chega a ser três vezes maior do que entre os homens. E isso ocorre tanto entre a população desocupada como entre os que estão fora da força de trabalho - o que pode ser um indício de que este percentual pode estar mais relacionado com a questão sexo e idade do que com as condições de trabalho”, explicou.

Doenças crônicas

Na Pesquisa Nacional de Saúde 2013, o IBGE constatou que a prevalência de três doenças crônicas com maior incidência na população (hipertensão arterial, colesterol alto e dor nas costas) é bem maior entre a população ocupada do que entre os desempregados.

Percentualmente, entre as doenças crônicas mais presentes, especialmente entre as pessoas de 65 a 74 anos de idade, se destaca a hipertensão arterial, com 52,7%; seguida por problemas crônicos de coluna ou costas (28,9%); e do colesterol alto (25,5%).

O IBGE constatou, ainda, que a prevalência de Distúrbio Osteomolecular Relacionado ao Trabalho (movimentos repetidos de qualquer parte do corpo) foi de 2,8% entre as pessoas ocupadas e de 2,6% entre as desocupadas.

Na avaliação da gerente de Pesquisas Domiciliares do IBGE, a maior incidência de doenças crônicas entre a população ocupada pode ter relação direta com a questão do estresse ocupacional. “Embora a gente não tenha investigado as causas da maior incidência, o fato é que a população ocupada tem uma maior incidência dessas principais doenças, especialmente quando a gente fala da hipertensão arterial, do colesterol alto e da dor nas costas”.

“Em relação a doenças crônicas, esta maior incidência pode estar relacionada ao mercado de trabalho, porque as faixas de idade entre os dois grupos são bastante parecidas”, disse Lúcia Vieira.

Já no universo total de pessoas com 18 anos ou mais de idade fora da força de trabalho a incidência é ainda maior, “o que deve ocorrer devido ao grupo ser composto por gente com idade mais avançada”.

Acidente e Violência

Outra constatação do estudo divulgado pelo IBGE é a de que, em 2013, 12,4% das 4,9 milhões de pessoas de 18 anos ou mais que sofreram acidente de trabalho ficaram com alguma sequela ou incapacidade, o equivalente a 613 mil trabalhadores. Segundo o IBGE, destes 4,9 milhões de acidentados no trabalho, 32,9%, (ou 1,6 milhão) deixaram de realizar atividades habituais.

O levantamento constatou, ainda, que 4,5 milhões de pessoas de 18 anos ou mais sofreram algum tipo de acidente de trânsito com lesões corporais, dos quais 32,2% foram no deslocamento para o trabalho (1,4 milhão) e 9,9% trabalhando (445 mil).

Já no que diz respeito à agressão e violência, o estudo indica que, em 2013, 4,6 milhões de pessoas com 18 anos ou mais (3,1%) sofreram algum tipo de agressão ou agressão por desconhecido. Do total, 846 mil foram agredidas em seus locais de trabalho (18,4%). Já as agressões ou violências vindas de conhecidos atingiram 2,5% com 18 anos ou mais (3,7 milhões), sendo que 11,9% (439 mil) sofreram agressões no trabalho.

O IBGE considera os que sofreram acidente ou violência no âmbito do trabalho, indivíduos fisicamente ativos. No Brasil, 14% das pessoas de 18 anos ou mais eram ativas no trabalho (20,5 milhões), em 2013.

No lazer, 22,5% praticavam o nível recomendado de atividade física (32,9 milhões). Em relação à condição no mercado de trabalho, 25,2% dos ocupados (22,7 milhões), 31,1% dos desocupados (1,6 milhão) e 16,8% das pessoas fora do mercado de trabalho (8,6 milhões) praticavam o nível recomendado de atividade física no lazer.

Rendimento médio

O rendimento médio mensal habitual dos trabalhadores portadores de alguma das deficiências investigadas pelo IBGE era, em 2013, de R$ 1,499 mil, valor 11,4% menor que os R$ 1,693 mil pagos aos trabalhadores sem deficiência.

A pesquisa produziu estimativas sobre quatro tipos de deficiências: intelectual, física, auditiva e visual. Os resultados mostraram que 7,2% da população de 14 anos ou mais de idade possuíam pelo menos uma dessas quatro deficiências, considerando que 21,7% das pessoas ocupadas declararam ter grau intenso ou muito intenso
de limitações de suas atividades habituais, as quais incluem trabalhar.

Deste total, 1,3% declarou ter deficiência de audição, percentual que era maior entre as pessoas fora da força de trabalho (2,6%) do que entre as ocupadas (0,6%) e as desocupadas (0,4%)

Considerando as deficiências investigadas pela pesquisa, a visual foi a mais frequente para as pessoas de 14 anos ou mais (4,3%). Entre as ocupadas, havia 3,1% com esta deficiência; entre as desocupadas, 1,7%; enquanto entre as pessoas fora da força de trabalho, 6,4%

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde 2013, já as pessoas que trabalhavam à noite, mesmo que o turno começasse durante o dia, tinham rendimento médio de R$ 2.073, valor 21,2% maior que o dos trabalhadores que exerciam suas atividades durante o dia, que era de R$ 1,71 mil.

Plano de saúde

Os estudos sobre o número de brasileiros que possuíam cobertura de saúde complementar constataram que, em 2013, o percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade que tinham algum tipo de plano de saúde (médico ou odontológico) era de 28,9%, em um universo de pouco mais de 200 milhões pessoas.

Neste aspecto, a pesquisa é clara: entre as pessoas ocupadas, quanto maior a renda maior o percentual de usuários de planos de saúde. Entre as pessoas ocupadas que contavam proporcionalmentes com este serviço o percentual era de 32,5%, enquanto o percentual entre as pessoas fora da força de trabalho caia para 24,7%, reduzindo ainda mais entre os desocupados (apenas 16,3%).

Para a gerente de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Maria Lúcia Vieira, fica claro que, quando podem financeiramente, as pessoas correm para algum tipo de plano de saúde. “Embora não tenhamos dados para relacionarmos esta tendência às deficiências do sistema público de saúde, fica claro que, quanto maior o rendimento das pessoas, maior a possibilidade de elas terem algum plano de saúde”.

Edição: Kleber Sampaio
Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil

 

A partir de hoje (30), está proibida a venda de lâmpadas incandescentes no Brasil. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) começa a fiscalizar amanhã (1º), por meio dos institutos de Pesos e Medidas (Ipem) estaduais, estabelecimentos comerciais que ainda tenham à disposição lâmpadas incandescentes com potência de 41watts (W) até 60 W. Quem não atender à legislação poderá ser multado entre R$ 100 e R$ 1,5 milhão.

A restrição foi estabelecida pela Portaria Interministerial 1.007/2010, com o objetivo de minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica. Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. Se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%.

A troca das lâmpadas incandescentes no Brasil começou em 2012, com a proibição da venda de lâmpadas com mais de 150W. Em 2013, houve a eliminação das lâmpadas de potência entre 60W e 100W. Em 2014, foi a vez das lâmpadas de 40W a 60W. Este ano, começou a ser proibida também a produção e importação de lâmpadas incandescentes de 25 W a 40 W, cuja fiscalização ocorrerá em 2017.

Fiscalização

Segundo o responsável pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro, engenheiro Marcos Borges, a fiscalização tem caráter educativo, porque os comerciantes foram orientados sobre a proibição desde o ano passado. “Por isso, entendemos que o impacto não é brusco para os comerciantes, porque eles já vêm sendo instruídos nesse sentido desde a assinatura da portaria, em 2010.”

Borges informou que, desde o apagão de 2001, o Inmetro desenvolve um programa de educação do consumidor brasileiro, no qual mostra que as lâmpadas incandescentes duram menos e consomem muito mais energia do que, por exemplo, a lâmpada fluorescente compacta. “Ficou claro para o consumidor que a lâmpada fluorescente compacta era muito mais econômica que a incandescente.”

Economia

Ele citou, como exemplo, o caso de uma casa com dois quartos que usaria em todos os cômodos lâmpadas incandescentes de 60 W. “Elas gerariam valor em um mês de R$ 20 a R$ 25 para iluminar a casa. Ao trocar por uma lâmpada equivalente fluorescente compacta, essa conta cairia para R$ 4 ou R$ 5 em apenas um mês. O consumidor entendeu isso e, ao longo do tempo, já vai deixando de usar esse material.”

Números do Inmetro mostram que, em 2010, 70% dos lares brasileiros eram iluminados pelas incandescentes. Agora, somente 30% das residências usam esse tipo de lâmpada, que não podem mais ser comercializadas no Brasil, seguindo recomendação da Agência Internacional de Energia (AIE).


Edição: Talita Cavalcante
Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

 

A oportunidade concentra quatro grandes eventos: os Prêmios Qualidade RS, Inovação PGQP e Reconhecimento Inovação Empreendedora; o 3º Fórum Educação Que Dá Certo!; o 17º Congresso Internacional da Gestão; e o Seminário Gestão Pública

O Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP) promoverá o evento Qualidade nas Decisões – para enfrentar as incertezas, no dia 27 de julho, na FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787. A inovação é a concentração das grandes promoções da instituição: a entrega dos Prêmios Qualidade RS, Inovação PGQP e Reconhecimento Inovação Empreendedora; o 3º Fórum Educação Que Dá Certo!; o 17º Congresso Internacional da Gestão; e o Seminário Gestão Pública. Os interessados em participar poderão fazer sua inscrição personalizada nos eventos através do site www.qualidadenasdecisoes.com.

O secretário-executivo do PGQP, Luiz Ildebrando Pierry, destaca que o encontro busca a construção de um futuro com mais oportunidades. “As soluções para superar os desafios impostos passam pelo aumento da qualidade em nossas decisões e também nas decisões que influenciamos”, afirma.

O evento trará a Porto Alegre, entre nomes internacionais e nacionais, palestrantes reconhecidos nas áreas de inovação, gestão, educação e qualidade. O 17º Congresso Internacional da Gestão receberá o radialista, apresentador e colunista do Grupo RBS, Marcos Piangers apresentando o painel: “Uma espiada no futuro”. O convidado do painel “Gestão da estratégia em tempos de incertezas”, é o professor da Harvard Business School e autor e co-autor de 14 livros e 150 artigos apresenta, Robert Kaplan. O painel “Como a Indústria 4.0 vai impactar na qualidade das decisões e na informação?”, receberá o Diretor de Soluções e Negócios da Hewlett Packard Enterprise. Reinaldo Lorenzato. Paulo Rogério Souza, Superintendente Executivo de Rede do Banco Santander; Paulo Pedote, Diretor de Negócios do Grupo Fleury e Mohamed Parrini, Superintendente Executivo do Hospital Moinhos de Vento, são os convidados do painel “Qualidade das decisões nos processos empresariais”. O painel “Gestão de Processos e a execução da estratégia em um mundo digital” recebe o convidado Mathias Kirchmer, Presidente da BPM-D. O Historiador, Filósofo e Professor Doutor da UNICAMP, Leandro Karnal, é o convidado do último painel, “Gestão de Mudanças: seja você a mudança que quer ver no mundo!”. O evento ainda contará com a entrega do 21º Prêmio Qualidade RS, 6º Prêmio Inovação PGQP e Reconhecimento Inovação Empreendedora.

O 3º Fórum Educação Que Dá Certo!, promovido em parceria com a Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, terá como tema principal Qualidade na educação, uma prioridade da nação e reunirá lideranças empresariais e importantes nomes do setor para debater o assunto. O evento ocorrerá, em um primeiro momento, no Salão de Convenções da FIERGS. Após, serão utilizadas também salas temáticas alternativas para debater assuntos específicos como: alfabetização, leitura e tecnologia em sala de aula.

A inscrição no evento pode ser realizada por meio do site www.qualidadenasdecisoes.com. A inscrição poderá ser personalizada conforme os interesses do participante. Aproveite os descontos dos primeiros lotes e adquira já o seu ingresso.

Confira a programação:

17º CONGRESSO INTERNACIONAL DA GESTÃO
8h45 - PGQP Qualidade RS
9h - Uma espiada no futuro: com o jornalista, Marcos Piangers.
10h15 - Gestão da estratégia em tempos de incertezas: com o professor da Harvard Business School, Robert Kaplan. *Palestra em formato de vídeo conferência
11h15 - Como a indústria 4.0 vai impactar na qualidade das decisões e da informação?: com o diretor de Soluções e Negócios da Hewlett Packard Enterprise, Reinaldo Lorenzato.
12h30 - Intervalo
13h30 - Painel Qualidade das decisões nos processos empresariais: com o superintendente executivo de Rede do Banco Santander, Paulo Rogerio Souza Silva; o superintendente Executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini; e o diretor de Negócios do Grupo Fleury, Paulo Pedote.
15h - Gestão de processos e a execução da estratégia em um mundo digital: com o presidente da BPM-D, Mathias Kirchmer.
16h15 - Gestão de mudanças: seja você a mudança que quer ver no mundo!: historiador, filósofo e professor Doutor da UNICAMP, Leandro Karnal.
17h30 - Intervalo
18h30 - Cerimônia de entrega dos Premios PGQP 2016.
20h30 - Encerramento.

3º FÓRUM EDUCAÇÃO QUE DÁ CERTO
13h30 - TENDÊNCIAS EM EDUCAÇÃO: Salão de Convenções.
14h30 - Deslocamento para salas temáticas
14h45 - ESCOLAS E COMUNIDADE: RESOLVER PROBLEMAS BUSCANDO PARCERIAS: Salão de Convenções.
14h45 - ALFABETIZAÇÃO E LEITURA: Sala Compet.
14h45 - TECNOLOGIA EM SALA DE AULA: D2 211 + 212.
14h45 - CONTEÚDOS CLÁSSICOS EM FORMAS DIFERENTES: D3 301 +302.
14h45 - GESTÃO E SEUS RESULTADOS: D3 303 + 304
16h15 - Deslocamento das salas temáticas para o salão de convenções
16h30 - RESULTADOS DOS GRUPOS INDIVIDUAIS E CONCLUSÕES: Salão de Convenções
17h30 - ENCERRAMENTO

SOBRE O PGQP
O Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP) tem a missão de promover a competitividade sustentável do Rio Grande do Sul para melhoria da qualidade de vida das pessoas através da busca da excelência em gestão. Criado em 1992, o PGQP tem como presidente do Conselho Superior Jorge Gerdau Johannpeter e do Conselho Diretor Ricardo Felizzola. Considerado referência internacional, por sua disseminação e capacidade de mobilização, o PGQP soma mais de 1,3 milhão de pessoas envolvidas, com adesão de mais de 11 mil organizações associadas e uma rede de mais de 80 comitês setoriais e regionais, permeando o estado do Rio Grande do Sul e diversos setores da economia gaúcha, com a capacitação de mais de 300 mil pessoas nos fundamentos da qualidade. Fica localizado na Rua Washington Luiz, 820/302, em Porto Alegre (RS).

Porto Alegre, 20 de junho de 2016

Informações para imprensa:
Gabriel Campos – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. - (51) 9168.9411 – Coordenação
Fernando Azambuja – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – Suporte de Atendimento
Raquel Boechat – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. - (51) 8121.7061 - Direção

Enfato Multicomunicação
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O terceiro dia das seletivas Olímpicas da natação dos Estados Unidos deixa uma certeza: a de que será necessário decorar novos nomes na briga pelo ouro no Rio 2016. Das dez batalhas decisivas realizadas até agora, nove classificaram atletas que nunca foram aos Jogos. A exceção aconteceu nos 400m livre, com Connor Jaeger e Conor Dwyer, que estiveram em Londres 2012, carimbando o passaporte. Pior para veteranos como Missy Franklin, campeã Olímpica há quatro anos nos 100m costas, que não vai defender seu título. Natalie Coughlin, campeã da prova em Atenas 2004 e Pequim 2008, também ficou de fora. As vagas foram para a dupla Olivia Smoliga e Kathleen Baker. “É uma nova onda de atletas que estão chegando”, anuncia Olivia no site oficial da Federação Americana de Natação após sua performance.
Franklin ainda tem duas esperanças de conseguir vaga no Rio 2016. Sobretudo nos 200m costas, prova na qual é especialista e também conquistou o ouro em Londres 2012. Ela ainda tentará a vaga individual nos 100m e 200m nado livre. Já Coughlin competirá ainda nos 50m e 100 nado livre na seletiva americana. O time dos medalhistas de ouro eliminados do Rio aumentou com Matt Grevers. Ouro nos 100m costas há quatro anos, ele ficou perto - chegou em terceiro -, mas não conseguiu a vaga e ainda vai tentar integrar o time dos revezamentos. As vagas foram para Ryan Murphy e David Plummer. No Rio, a dupla terá sobre os ombros o peso de uma tradição: de Atlanta 1996 para cá, todos os campeões Olímpicos vieram dos Estados Unidos. Grevers venceu em 2012, Aaron Peirsol, em 2008 e 2004, Lenny Krayzelburg, em 2000, e Jeff Rouse ganhou o ouro em 1996.
A responsabilidade não abala Murphy, que quer mais: bater o recorde mundial. "O trabalho ainda não está feito", anuncia Murphy no site oficial do Comitê Olímpico dos Estados Unidos. "Vou analisar esta prova e tentar melhorar. Espero que eu seja capaz de nadar um pouco mais rápido no Rio". Plummer promete não facilitar para o companheiro e faz sua previsão de pódio com dois americanos. “Se nós dois dermos o nosso melhor, temos boa chance de uma dobradinha”. Nos 200m nado livre, outro novato ficou em primeiro: Townley Haas, que terá a companhia de Conor Dwyer no torneio Olímpico. Ryan Lochte chegou em quarto lugar, mas tem motivos para comemorar: o resultado o classificou para os Jogos Rio 2016 no revezamento. Nos 100m peito, as vagas ficaram para as jovens Lilly King e Katie Meili.
Fonte: www.rio2016.com

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), usado no reajuste de alugueis, variou 1,69% em junho. No mesmo mês do ano passado, a variação foi de 0,67%. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 12,21%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 2,21%. No mês anterior, a taxa foi de 0,98%. O índice relativo aos bens finais variou 1,65%, em junho. Em maio, este grupo de produtos teve variação de 0,21%.

A variação do grupo Bens Intermediários foi de 1,48%. Em maio, a taxa foi de 0,38%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de 0,71% para 2,79%.

O grupo Matérias-Primas Brutas variou 3,66% em junho. Em maio, o índice registrou variação de 2,64%. Os itens que mais contribuíram para esse movimento foram soja em grão (12,38% para 14,82%), bovinos (-2,28% para 0,36%) e suínos (-5,13% para 16,31%). Em sentido oposto, destacam-se minério de ferro (3,98% para -3,56%), algodão em caroço (3,48% para -6,06%) e milho em grão (7,93% para 5,65%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,33% em junho, ante 0,65%, em maio. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice tiveram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Saúde e Cuidados Pessoais (2,21% para 0,67%).

Nessas classes de despesa, os destaques foram frutas (3,27% para -6,69%), cigarros (5,88% para 2,74%), gasolina (0,04% para -1,18%) e tarifa de telefone móvel (0,45% para 0,24%). Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos habitação (0,38% para 0,69%), educação, leitura e recreação (-0,13% para -0,03%) e vestuário (0,64% para 0,70%).

O Índice Nacional de Custo da Construção registrou variação de 1,52% em junho, acima do resultado de maio, de 0,19%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços teve variação de 0,26%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,04%. O índice que representa o custo da mão de obra registrou taxa de 2,64%. No mês anterior, esse grupo variou 0,32%.

Edição: Graça Adjuto
Fernanda Cruz - Repórter da Agência Brasil

O presidente interino, Michel Temer, participa de uma cerimônia para anunciar a liberação de R$ 700 milhões em recursos para a educação básica e superior. De acordo com o Planalto, o valor do reajuste a ser aplicado no programa Bolsa Família será de 12,5%.

No último dia 17, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário havia informado que o pagamento dos benefícios referentes a junho seria feito sem o reajuste de 9%, previsto para ser aplicado a partir deste mês, conforme anunciado anteriormente, na gestão da presidente afastada Dilma Rousseff.

Saiba Mais
Governo interino paga Bolsa Família sem reajuste; Dilma critica decisão
O reajuste de 9% no Bolsa Família foi concedido pelo governo anterior por meio de um decreto publicado no dia 6 de maio, uma semana antes da votação do processo de impeachment de Dilma no Senado. Na época, o governo disse que o valor médio do benefício pago para 13,8 milhões famílias passaria de R$ 162 para R$ 176 mensais.

Em justificativa apresentada para não pagar o reajuste, o governo Temer disse que estava avaliando os cortes promovidos pela gestão anterior para poder efetivar o aumento. No mesmo dia, em ato no Recife (PE), Dilma classificou como “mesquinharia” o não pagamento do reajuste.

Agenda

Temer se reúne às 10h30 com o ministro do Esporte, Leonardo Picciani. A cerimônia de liberação de recursos para educação básica e superior está marcada para as 11h30 e contará com a presença do ministro da Educação, Mendonça Filho. Às 15h, Temer receberá o líder do PMDB na Câmara, deputado Baleia Rossi (PMDB-SP) e o diretor do Hospital do Câncer de Barretos (SP), Henrique Prata. Em seguida se encontra com o deputado Jerônimo Goergen (PP/RS).

*Matéria atualizada às 11h10 para incluir percentual de reajuste do Bolsa Família

Edição: Denise Griesinger
Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil

A Polícia Rodoviária Federal iniciou nesta terça-feira (28) uma operação especial chamada Porteira Fechada na região dos pampas, para recolher animais que transitam soltos pelas rodovias.

Devido à grande quantidade de ocorrências envolvendo bovinos e equinos na rodovia e em suas margens, a PRF firmou convênio com a Secretaria de Agricultura.

Foi criada uma força tarefa em Santana do Livramento com diversos caminhões boiadeiros, efetivo da PRF e funcionários da secretaria para recolher os animais.

Além disso, as equipes também estão orientando os proprietários de animais das regiões lindeiras às rodovias acerca das responsabilidades criminais a que estão sujeitos caso coloquem o trânsito em risco por deixar de guardar corretamente seus animais.

Fonte: PRF

Num campeonato cheio de decisões, o jogo desta quarta-feira (29/06) não foge disso. Contra o Flamengo, o Colorado entra em campo buscando os três pontos para seguir brigando pela liderança do Brasileirão. O jogo acontece no Espírito Santo, no estádio Kléber Andrade, às 19h30, válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2016. 

Com dois jogos por semana, o tempo de treinamento é escasso. Assim, Argel tenta ajustar os detalhes da equipe para entrar em campo amanhã na ponta dos cascos. Na manhã desta terça-feira, o comandante colorado orientou a última atividade antes da viagem a Cariacica-ES. Primeiro um treinamento de posse de bola e posicionamento, depois bola parada defensiva e ofensiva, uma das armas da equipe nesta temporada.

Com Seijas no BID e a volta de Vitinho, que estava suspenso, Argel montou a equipe no treinamento com a seguinte formação: Muriel; William, Ernando, Leandro Almeida e Artur; Fernando Bob, Dourado, Anderson e Seijas; Sasha e Vitinho. Após o treino, Artur concedeu entrevista coletiva e destacou sua volta à equipe. "Temos que sempre procurar melhorar. Quero mostrar meu jogo e mostrar que trabalhei bastante", falou.

Acompanhe o jogo minuto a minuto pelas redes sociais coloradas. O canal PFC transmite a partida ao vivo a partir das 19h30. 

Fonte: www.internacional.com.br 

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