Gisnei

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Por meio de um comunicado, a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) divulgou que em março a setembro deste ano, o Brasil exportou 760 mil toneladas de arroz e ultrapassou o número de importações no período – 636 mil toneladas. Uma diferença de 124 mil toneladas. 

Ainda que, com o quadro de oferta menor, devido à expressiva quebra da safra no país, o Rio Grande do Sul continua com suas vendas externas em alta em virtude da boa demanda do produto nacional, além da cotação do câmbio que oferece uma competitividade positiva ao cereal brasileiro.

De acordo com a análise da Federarroz, além de ampliar a comercialização com a abertura de novos mercados, escoar os excedentes e neutralizar as importações do Mercosul, a exportação faz com que o produtor não fique refém da demanda interna e, também, confere maior sustentação às cotações e consolida o país.  

Uma das maiores produtoras de arroz do Brasil, a Broto Legal Alimentos, aponta que 5% do faturamento é oriundo destas operações. “É de suma importância não apenas para aumentar os valores de produção, mas também diminuir a exposição no mercado interno e agregar mais valor à marca. Além de movimentar a economia do país de modo geral”, afirma Maurício Moraes, diretor de Exportação da empresa. A marca, que é líder no setor de grãos, comercializa com países do Oriente Médio, Estados Unidos, Chile, Peru, Caribe e Venezuela. 

A estimativa é que até dezembro deverá ser embarcado pelo Porto de Rio Grande, o segundo carregamento com 30 mil toneladas de arroz beneficiado com destino ao Iraque. O país considerado um dos mais importantes parceiros comerciais do setor, consome mais de 1,7 milhão de toneladas anuais. E, além do Brasil, também fechou recentemente, novos embarques com países do Mercosul. 

EXPORTAÇÃO

Segundo o CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o volume de exportação do agronegócio no Brasil subiu 4,6% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. Na mesma comparação, o volume comercializado pela Broto Legal Alimentos cresceu 5,10%. Os principais alimentos que a companhia exporta, na ordem de vendas, são: arroz branco e parboilizado e feijões dos tipos carioca e preto. A expectativa da marca é começar a exportar para Equador, Panamá, Angola, Colômbia, Bolívia e México, ainda em 2019, atingindo R$ 4 milhões em vendas. Antonio Miadaira, diretor de Marketing da empresa, assinala que a participação na feira da APAS (Associação Paulista de Supermercados) e ANUGA (Cologne, Alemanha) foram essenciais para firmar negócios internacionais.

Por: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

Fonte: https://www.agrolink.com.br/

Imagem créditos: Weber Shandwick

A carioca Chloé Calmon levantou pela primeira vez neste domingo (10) o troféu de campeã sul-americana da etapa Oi Longboard Pro, realizada pela World Surf League (WSL), na Praia de Maresias, no litoral norte de São Paulo.  Na grande final, a brasileira voltou a enfrentar a peruana Fernanda Reyes, número dois no ranking: em agosto, no Pan-Americano de Lima, no Peru, Chloé faturou a medalha de ouro após vencer Reyes na final. 

Ontem (10) a peruana liderou boa parte da bateria com notas 6 e 4 mas, no minuto final, a carioca pegou um boa onda, esbanjou habilidade em cima do pranchão, vencendo de forma emocionante: conseguiu nota 7, totalizando 11,80 pontos, contra 10 pontos obtidos pela peruana.

O ano de 2019 pode ser ainda mais generoso para Chloé: na primeira semana de dezembro a surfista disputa a etapa de Taiwan da WSL e pode se tornar a primeira brasileira campeã mundial de longboard feminino.

Longboard masculino

O surfista Carlos Bahia também brilhou na etapa da WSL na Praia de Maresias, ao bater na final o peruano Piccolo Clemente, que no sábado (9) já havia conquistado o tetracampeão sul-americano. Carlos Bahia levantou a torcida que lotava a areia de Maresias, neste domingo (10), ao disputar a semifinal com o bicampeão mundial, o carioca Phil Rajzman. Carlos Bahia cravou nota 9 e avançou à final contra o peruano tetracampeão Piccolo Clemente.

A decisão foi eletrizante: os dois surfistas foram se alternando na liderança da bateria. O peruano começou levando nota 7,25.  O brasileiro passou à frente com 8,50.  No final, mais emoção: Piccolo Clemente voltou à liderança ao receber nota 7,75 mas Carlos Bahia conseguiu pegar uma onda que lhe rendeu  6,95  nota suficiente para se sagrar campeão da etapa da WSL com 15,45 pontos, contra 15,0 do peruano. Festa verde e amarela no litoral norte de São Paulo.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues
 
Foto: WSLBrasil/Direitos reservados

 

O que é parto induzido

O chamado "parto induzido" é o ato de estimular o trabalho de parto através de técnicas não naturais. A indução costuma ser aconselhada pelos médicos quando a mulher atinge 41 semanas de gestação, possui algum problema de saúde ou se há alguma complicação fetal.

Quando é necessário induzir o parto?

A médica ginecologista e obstetra Ana Raquel Gouvêa Santos explica que a decisão pode ocorrer se a mãe alcançar a pós-data, isto é, chegar nas 41 semanas de gestação sem ocorrer o parto.

"Nesse caso, há maior benefício no parto do que em aguardar seu início espontâneo. Outras situações, em geral, estão associadas a algum problema na saúde materna (como hipertensão), em que o parto vai melhorar e resolver o quadro materno", explica a especialista.

Como induzir o parto

Há diferentes formas de se induzir o parto. De acordo com a avaliação dada pelo médico, será decidido em conjunto com a gestante o método mais apropriado para iniciar a indução. Alguns dos meios são:

 
Balão cervical: Essa técnica também é feita no próprio consultório, apenas em pacientes que não possuem nenhum centímetro de dilatação. De acordo com Ana Santos, o balão faz uma força externa sob o colo do útero, ajudando o mesmo a se dilatar.
 

Misoprostol: A ingestão do comprimido misoprostol ajuda na dilatação do colo do útero quando o mesmo ainda está fechado ou muito grosso. Porém, esse medicamento só é utilizado em pacientes que nunca realizaram um parto cesariano anteriormente.

Ocitocina: A ocitocina é um hormônio produzido pelo corpo feminino durante o trabalho de parto. Para iniciar a indução, ele é introduzido via intravenosa, iniciando as contrações de forma mais intensa desde o início. Por isso, é de extrema importância que o médico controle a quantidade de ocitocina injetada na paciente.

Outros métodos de induzir o parto: Antigamente, alguns meios como a manipulação dos mamilos para a produção de ocitocina pelo cérebro eram realizados. De acordo com o ginecologista e obstetra Alexandre Pupo, hoje em dia essa técnica não é mais recomendada.

Ainda de acordo com o médico, algumas crenças populares como a ingestão de alimentos apimentados também não devem ser seguidos pelas gestantes, pois o consumo da pimenta pode agravar alguns quadros comuns na gravidez, como a hemorroida.

Qual a duração do parto induzido?

O tempo é variável de mulher para mulher, podendo ultrapassar até 20 horas de duração. Alguns fatores como o estado do colo do útero, dilatação ou rigidez, são levados em consideração. Para mães de primeira viagem, o processo pode ser um pouco mais demorado. Veja quanto tempo dura o trabalho de parto normal.

O parto induzido é mais doloroso do que os outros tipos de parto?

Os especialistas explicam que, quando um parto é iniciado naturalmente, o processo de dilatação e contração ocorre gradualmente, fazendo com que a gestante lide com a dor à medida que ela vai aumentando.

Porém, quando é feita a indução, a intensidade das contrações é mais forte desde o ínicio. Assim, é comum que se tenha a impressão de que o parto induzido é mais doloroso que os demais.

Vantagens e desvantagens do parto induzido

Uma das maiores vantagens do parto induzido é a possibilidade de ofertar a mulher a realização de um parto vaginal. Apesar de não ser usados apenas métodos naturais, é possível propiciar ao feto e a mãe os benefícios do parto normal, como a recuperação mais rápida, por exemplo. Veja mais vantagens do parto normal.

Entre as desvantagens, o obstetra Alexandre Pupo explica que o parto induzido pode provocar alterações que coloquem a mãe e o bebê em situação de risco que leve à cesariana, como o útero contraindo muito rápido ou de maneira prolongada. Isso pode diminuir a oxigenação do bebê, levando à cesariana de emergência.

"Outra desvantagem é que, com o uso do comprimido (misoprostol) e ocitocina, é obrigatória a internação hospitalar. É mais comum também precisarmos de anestesia. Porém, nenhuma dessas situações coloca em risco a vida da mãe e do bebê", explica a ginecologista Ana Santos.

O parto induzido interfere nos futuros partos da mulher?

Se a indução for bem sucedida, não há nenhuma interferência nos próximos partos, podendo até mesmo ocorrer um trabalho de parto espontâneo na próxima gestação. Porém, em casos de falha de indução que levem a uma cesariana, é possível que se aumente o risco de cesárea no próximo parto.

Fontes

Médica ginecologista e obstetra Ana Raquel Gouvêa Santos (CRM 124.580-SP)

Médico ginecologista e obstetra Alexandre Pupo (CRM 84.414-SP)

 

 

O Relatório de Efetividade, apresentado hoje (11) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mostra que 45% das entregas de projetos aprovados em 2018 foram para micro, pequenas e médias empresas (MPMEx)e 55% para projetos de grandes empresas. Em 2015, o percentual investimentos nas MPMEs era de 27%.

Esse reposicionamento do banco passa principalmente pela digitalização dos produtos. “Atualmente está mais ágil a concessão de crédito para a micro e pequena empresas”, disse o chefe do Departamento de Inteligência de Negócios e Efetividade da Área de Planejamento do BNDES, Victor Pina.

Segundo o relatório, no biênio 2017/18, o banco conseguiu estabilizar a sua taxa de investimento em torno de R$ 70 bilhões, o que significa um desembolso em torno de 1% do Produto Interno Bruto (PIB): 1,08% em 2017 e 1,02%, em 2018. Esses valores ficaram ainda distantes dos do biênio 2013/14, quando o banco investiu R$190,4 bilhões e R$ 187,8 bilhões, respectivamente.

A infraestrutura foi o segmento com maior investimento (38%, em 2017, e 44%, em 2018). A indústria recebeu 21% dos investimentos em 2017, mas perdeu 3 pontos percentuais no ano seguinte, ficando com 18%. A agropecuária viu crescer levemente os investimentos de 20%, em 2017, para 21%, em 2018.

O relatório mostra que os projetos financiados pelo banco criaram, ou mantiveram, cerca de 2,27 milhões de empregos (1,15 milhão em 1027 e 1,12 milhão em 2018).

Além das MPMEs, a publicação do banco mostra o impacto dos financiamentos em áreas de saneamento, energia elétrica e transporte.

Victor Pina destacou a participação do BNDES no setor de energia, com acréscimo de 11.099 megawatts na capacidade de geração de energia, que representou aumento de 75%. Ele ressaltou as energias hidrelétrica e eólica e a expansão de 7,7 mil quilômetros na rede de transmissão. “São dois segmentos de extrema importância”, completaou

Na área de saneamento, foram 17 projetos de investimentos no biênio, o que representa que o abastecimento de 320 mil pessoas com água e 943 mil com novas ligações de esgoto.

Este é o terceiro relatório do banco. O primeiro foi do período entre 2007 e 2014 e o segundo, para o biênio 2016/2017.

Edição: Nádia Franco
 
Por Mario Toledo - Repórter da Agência Brasil

No período de 11 a 14 de novembro, a Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Educação realiza o período de inscrição para a rede infantil de ensino. Mas desde o último sábado (9), pessoas aguardam na frente de algumas escolas infantis onde mães, pais ou responsáveis esperam para conseguir uma vaga nas escolas que melhor atendam às suas necessidades.

Neste domingo (10), a secretária de Educação, Rosemery da Silva, juntamente com as coordenadoras das escolas infantis, percorreu várias escolas, conversando com pessoas que aguardavam em frente aos educandários, esclarecendo a questão do período de inscrição, de matrículas e colocando à escola à disposição das pessoas para que tivessem uma melhor acomodação, como acesso a banheiro, disponibilidade de água e todas as informações necessárias. As diretoras das escolas também se fizeram presentes nas escolas infantis, no domingo, para garantir este atendimento.

“Apesar da espera, o cenário em frente algumas escolas infantis foi marcado por descontração. A constatação, pelas conversas, foi muito positiva. A procura é grande por que a escola é muito boa. Este foi o argumento de muitos pais, por estarem ali, na espera”, relatou a Secretária.

VAGAS GARANTIDAS NAS REMATRÍCULAS
A Secretaria Municipal de Educação (SME) informa que as vagas para os alunos que já são atendidos nas escolas infantis foram garantidas pela rematrícula, cujo período foi de 21 a 25 de outubro.

Na educação infantil o município atende duas categorias: Creche e Pré Escola.
A Creche, que é para crianças de 0 a 3 anos, está dividida em berçário e maternal.
Já a Pré Escola, que atende crianças de 4 a 5 anos, está dividida em Jardim A e Jardim B. O número de crianças atendidas na faixa de 0 a 3 anos, é de 1.114 alunos. Na faixa de 4 e 5 anos, é de 1.482 alunos totalizando, na educação infantil, 2.596 crianças atendidas, distribuídas em 17 (dezessete) escolas. A rematrícula garante a vaga para estas crianças.

As inscrições, que levaram as mães ao enfrentamento de longos períodos de espera em filas na frente das escolas, são para novos alunos e subsidiará a SME com um diagnóstico da demanda, possibilitando estudo para definir ações a fim de alcançar um maior número de alunos, que estarão registrados na “fila de espera”, após o fechamento do quantitativo de vagas ofertadas.

De acordo com a legislação vigente, os municípios devem garantir vaga na educação infantil, obrigatoriamente, na etapa da pré-escola, para crianças de 4 e 5 anos. Na etapa Creche, para crianças de 0 a 3 anos, por não estarem em idade obrigatória, o município deve ampliar as vagas, tendo até o ano de 2024 para matricular 50% das crianças dessa faixa etária.

As resoluções 05/2010 e 01/2018 do Conselho Municipal de Educação - CME, onde estabelece as condições para oferta da Educação Infantil no Sistema Municipal de Ensino, orienta o número de alunos por turma e faixa etária, primando pela qualidade na Educação Infantil Municipal.

As crianças que não conseguirem vagas no período citado para inscrição, irão compor uma lista de espera, e através de um banco de dados, terão vaga ofertada em outra instituição, onde houver disponibilidade.

 

Foto: Assessoria de Comunicação Social || Fonte: Assessoria de Comunicação Social

Pensando na segurança e no bem estar dos trabalhadores, a Secretaria Municipal de Obras forneceu aos servidores da equipe de pavimentação novos Equipamentos de Proteção Individual (EPI). 
 
Para enfrentar as altas temperaturas e o exaustivo trabalho na recuperação das vias do município, os trabalhadores receberam novos jalecos com faixas reflexivas, luvas e bonés de proteção solar.
 
Foto: Assessoria de Comunicação Social || Fonte: Assessoria de Comunicação Social

A carga tributária é o principal entrave para a evolução de pequenos e médios negócios no Brasil. A avaliação de empreendedores dos setores de comércio, indústria e serviços consta de levantamento realizado pelo Centro de Estudos em Negócios do Insper, com apoio do Santander.

Os impostos foram citados como o maior empecilho para o avanço de negócios na opinião de 47,7% dos empresários. Taxa de juros apareceu em segundo lugar, com 20,6%. Em seguida, ficaram inadimplência (14,9%), encargos trabalhistas (14,2%) e taxa de câmbio (2,6%).

 

COMÉRCIO

INDÚSTRIA

SERVIÇOS

TOTAL GERAL

Carga tributária

46,3%

48,4%

49,9%

47,7%

Encargos trabalhistas

15,2%

9,9%

14,9%

14,2%

Taxa de juros

21,1%

22,5%

18,6%

20,6%

Taxa de câmbio

3,2%

2,3%

1,6%

2,6%

Inadimplência

14,2%

16,9%

15,1%

14,9%

“O problema fiscal se apresenta nas suas duas dimensões para os empresários de pequenas e médias empresas. Por um lado, acreditam que a aprovação da Previdência terá impacto positivo no seu negócio. E, por outro lado, apontam a carga tributária como o maior empecilho de natureza macroeconômica para a evolução do seu negócio”, afirma Gino Olivares, professor do Insper e pesquisador responsável pelo Índice de Confiança dos Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN). Para ele, “ambas dimensões apontam para a conveniência de resolver os problemas estruturais das finanças públicas brasileiras.”

“Adicionalmente, os entrevistados se mostram ainda muito reticentes a considerar oportunidades de negócio no exterior. As respostas apontam a conveniência de oferecer mais informação e suporte às empresas sobre a alternativa de encarar o mercado internacional”, acrescenta Olivares. “Por último, mas não menos importante, os empresários entrevistados mostraram expectativa de um faturamento no quarto trimestre superior ao do ano passado.”

Reforma da Previdência

Para 26,6% dos empreendedores entrevistados semanas antes da aprovação do texto no Congresso, o projeto terá pouco impacto nos negócios. Outros 17,6% consideraram que resultará em muito impacto e, na opinião de 19,9%, não haverá nenhum. A reforma foi vista como irrelevante por 13,9% deles. Não souberam responder ou não opinaram 22% deles.

Faturamento

Em relação ao faturamento, mais da metade mostrou esperar crescimento neste último trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado. Uma fatia de 41,2% tem a expectativa de ligeiro aumento e outra, de 16%, de forte aumento. Para 22%, o resultado será igual. Já 15,3% trabalham com a possibilidade de uma ligeira queda e outros 5,5%, de uma forte queda.

Investimentos no exterior

Em relação ao cenário externo, apesar de conflitos comerciais entre países, 25,4% avaliaram como viável investir em oportunidades fora do Brasil. Em outra direção, 19,7% trataram o movimento como inviável, por ser muito arriscado. A maioria, no entanto, nunca parou para analisar o tema (55%).

Os dados foram obtidos por meio de entrevistas telefônicas com 1.287 pequenos e médios empresários, de 16 a 20 de setembro deste ano. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

 

Edição: Nélio de Andrade
 
Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

Proprietários de veículos registrados no Rio Grande do Sul já podem utilizar a versão eletrônica do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), documento que atesta que o veículo está licenciado para circulação.

O documento pode ser gerado em um smartphone ou outro dispositivo móvel pelo aplicativo gratuito Carteira Digital de Trânsito, desenvolvido pelo Serpro para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e viabilizado, no RS, pela Procergs e pelo DetranRS. Assim como a CNH Digital, a versão eletrônica do CRLV traz todas as informações do documento impresso e tem a mesma validade jurídica do CRLV físico.

O CRLV Digital foi apresentado pelo DetranRS no lançamento do portal rs.gov.br, plataforma concentra os serviços digitais oferecidos ao cidadão pelos órgãos de governo, na quarta-feira (6/11), no Palácio Piratini. “O CRLV Digital, documento que chancela o licenciamento do veículo, agora pode estar na palma da mão, tal como a CNH Digital, que é um sucesso de adesão no RS, o terceiro Estado com mais documentos eletrônicos gerados. É mais uma comodidade para o motorista gaúcho”, disse Enio Bacci, diretor-geral do DetranRS.

Para ter o documento digital, o proprietário do veículo licenciado no RS deverá baixar o app no Google Play e App Store – o cadastramento pode ser realizado no próprio aplicativo. Tanto a CNH como o CRLV digital poderão ser acessados pelo dispositivo móvel mesmo offline. A geração do CRLV eletrônico não tem custo.

Lançamento portal 11
“O CRLV Digital agora pode estar na palma da mão, como a CNH Digital", disse Enio Bacci, diretor-geral do DetranRS - Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini

Compartilhamento

O CRLV Digital pode ser compartilhado para outra pessoa que utiliza o mesmo veículo, desde que ela já tenha instalado, em seu dispositivo móvel, o aplicativo da Carteira Digital de Trânsito (CDT). O compartilhamento pode ser realizado para até cinco pessoas ao mesmo tempo.

Quem recebe o CRLV digital não consegue exportar ou compartilhar o documento, mas pode apresentá-lo às autoridades de trânsito. Quando o proprietário do veículo não quiser mais compartilhar o documento, basta cancelar a opção no app.

Segurança

O documento digital do usuário fica protegido por uma senha de acesso de quatro dígitos, exigida para o login na Carteira Digital de Trânsito. O acesso ao aplicativo pode ser feito também com a impressão digital do usuário nos dispositivos móveis que tenham leitor por biometria.

A autenticidade do documento é garantida pelo QR Code, que pode ser lido para verificar se há alguma falsificação no documento durante uma fiscalização de trânsito. O procedimento de obtenção do CRLV e da CNH Digital é 100% on-line, não sendo necessário o comparecimento do proprietário ao Detran de seu Estado.

Clique aqui e veja como gerar o CRLV digital

Texto: Ascom Detran
Edição: Secom

Foto: Fernanda Alves / DetranRS

O Grêmio enfrentou a Chapecoense, no final deste domingo, na Arena Condá, em partida válida pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com gol do atacante Luciano, o Tricolor venceu a equipe de Santa Catarina por 1 a 0 e somou mais três pontos na competição.

Logo aos dois minutos de bola rolando, o Tricolor conseguiu abrir o placar com Luciano. Após cobrança de escanteio, David Braz desviou de cabeça para Luciano que, de bicicleta mandou para o fundo das redes, assinalando um belo gol.

Outra chance saiu dos pés de Everton, que recebeu em condições um lançamento na entrada da área, mas o goleiro catarinense se adiantou e defendeu. A Chape tentou responder aos 10’, com Bruno Pacheco, mas ele não conseguiu passar por David Braz, que o desarme e colocou o Tricolor novamente no ataque. Cinco minutos depois, os donos da casa chegaram com uma jogada de Arthur Gomes pela esquerda, mas Kannemann cortou o cruzamento pela linha de fundo.

Aos 18’, o Grêmio tramou uma jogada com Alisson buscando Luciano na área, mas João Ricardo saiu o gol e conseguiu fazer a defesa, impedindo o ataque tricolor. Em seguida, Juninho foi acionado na lateral, dominou e cruzou, mas mandou pela linha de fundo.

Com 23 minutos jogados, os donos da casa tiveram uma chance e bola parada. Camilo cobrou a falta da intermediária, ela explodiu na barreira e sobrou para Márcio Araújo, que chutou forte, mas para fora. Cinco minutos depois, Alisson respondeu, fazendo um bom cruzamento na área, mas Galhardo não conseguiu alcançar.

Passados 32’, Everaldo arriscou de fora da área, acertando Kannemann próximo a marca penal. A bola saiu pela linha de fundo e os catarinenses alegaram que bateu no braço do zagueiro, mas foi no rosto.

O Tricolor seguiu insistindo e ameaçou novamente aos 36’. Desta vez, Darlan arrematou de longe, mas mandou muito alto e a bola se perdeu pela linha de fundo.

A Chapecoense teve outra falta a seu favor na sequência. Camilo colocou na área e a defesa gremista afastou - no contra-ataque, Everton foi lançado e arrancou em velocidade, mas ao chegar na área, acabou esbarrando com o marcador e caiu.

No segundo tempo, a Chapecoense foi a primeira a chegar, ameaçando com Camilo aos 5’, que chutou da direita no meio do gol, mas Paulo Victor conseguiu defender. Já o Grêmio teve uma falta muito próxima a risca da grande área. Alisson cobrou muito bem, exigindo uma grande defesa de João Ricardo, com 9’. Em seguida, Galhardo finalizou de longa distância, da direita, mas mandou pela linha de fundo.

Aos 18’, Matheus Henrique foi a linha de fundo e cruzou na área, pela direita, buscando Tardelli, mas a zaga do time catarinense afastou. Logo na sequência, Luciano recebia um passe na área e dividiu com marcador, caindo no gramado, mas nada foi assinalado.

Com 24’, em sua primeira participação na partida, Pepê foi acionado por Darlan na direita, recebeu e mandou a gol, mas a bola saiu um pouco forte e por cima da meta. Dez minutos depois, o Grêmio teve uma falta da extrema esquerda. Alisson colocou a bola na área, mas João Ricardo ficou com ela.

A Chape levou perigo aos 37’. Depois de erro na saída de jogo tricolor, Everaldo pegou a sobra e finalizou, mandando na rede pelo lado de fora. 

Na reta final, aos 47 minutos, os gremistas tiveram uma falta da direita. Alisson acionou Everton, que acabou barrado pela defesa adversária e recuou a bola.

Com o resultado, o Grêmio soma mais três pontos, chegando a 56, permanecendo na quarta posição na tabela de classificação.
 

Foto: Lucas Uebel | Grêmio FBPA

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