Gisnei

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O mapa do Rio Grande do Sul ficou ainda mais laranja após a quinta rodada do modelo de Distanciamento Controlado, que define protocolos com restrições proporcionais ao risco de epidemiológico do coronavírus. 

Das 20 regiões em que foi dividido o território gaúcho, três que estavam com bandeira amarela (risco baixo) passaram para laranja (risco médio): Ijuí, Santa Rosa e Santa Cruz do Sul. Na atualização divulgada neste sábado (6/6), apenas a região de Pelotas apresentou melhora, reduzindo de laranja para amarela.

Com isso, a nova versão do mapa tem apenas quatro áreas em amarelo – Bagé, Cachoeira do Sul, Pelotas e Taquara –, o restante das regiões está com risco médio. Ou seja, pela quarta semana consecutiva, não há risco alto (bandeia vermelha) nem altíssimo (bandeira preta) no Estado.

Essas novas bandeiras são válidas a partir de segunda-feira (8/6) até o domingo seguinte (14/6). Para consultar o mapa com a cor de cada cidade e os protocolos que regram o funcionamento de mais de cem atividades econômicas criados pelo governo do Estado, acesse https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br.

Conforme o novo decreto (nº 55.285), publicado no domingo (31/5), excepcionalmente e com justificativa clara, os municípios podem determinar medidas próprias, desde que não estejam classificados com bandeira vermelha (risco alto) ou preta (risco altíssimo).

Principais mudanças no mapa

Única a apresentar melhora nesta quinta rodada, a região de Pelotas, composta por 22 municípios, não apresentou nenhuma bandeira vermelha ou preta na última semana nos 11 indicadores considerados no cálculo, que envolvem propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde. A predominância de bandeiras amarelas levou à cor final da bandeira para a região.

Santa Cruz do Sul passou de bandeira amarela para laranja, principalmente, devido ao aparecimento de uma bandeira preta na variação do número de novas hospitalizações (saiu de três para oito entre as duas últimas semanas) e de uma bandeira vermelha na variação do número de leitos livres de UTI para atender Covid-19 na macrorregião (com o aumento da ocupação, o número de leitos disponíveis caiu de 57 leitos para 39).

Santa Rosa somou sete novas internações no período, e, por isso, os 22 municípios dessa região terão bandeira laranja a partir de segunda-feira.

Embora tenha apresentado melhora em três indicadores sobre a propagação da doença, a situação na região de Ijuí se agravou na última semana em outros cinco pontos que são medidos pelo modelo. Entre as quais, a variação do número de novas hospitalizações por Covid-19 (passando de uma na semana anterior para cinco nesta semana) e a razão entre casos ativos e recuperados são indicadores que atingiram o grau mais extremo.

A região ainda registrou aumento de novas hospitalizações e na incidência de novos óbitos no comparativo com a população, bem como viu aumentar a ocupação dos leitos de UTI disponíveis para atender pacientes com Covid-19.

Principais dados da quinta rodada

No território gaúcho como um todo, a atualização do modelo de Distanciamento Controlado trouxe as seguintes alterações:

• O número de novos registros de hospitalizações síndrome respiratória aguda grave (SRAG) de confirmados Covid-19 diminuiu 13% entra as duas últimas semanas (277 para 241);

• O número de internados em UTI por SRAG aumentou 4,9% no Estado entre as duas últimas sextas-feiras (267 para 280);

• O número de internados em leitos clínicos com Covid-19 no RS aumentou 8,2% entre as duas últimas sextas-feiras (207 para 224);

• O número de internados em leitos de UTI com Covid-19 no RS aumentou 11,8% entre as duas últimas sextas-feiras (153 para 171);

• O número de leitos de UTI adulto disponíveis para atender Covid-19 no RS aumentou 1,1% entre as duas últimas sextas-feiras (de 536 para 542);

• O número de óbitos por Covid-19 aumentou 55,6% entre as duas últimas semanas (de 36 para 56).

• As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (58), Passo Fundo (25), Caxias do Sul (23), Lajeado (19) e Novo Hamburgo (19).

ENTENDA O DISTANCIAMENTO CONTROLADO

Com base em evidências científicas e análise de dados, o modelo de Distanciamento Controlado – que está oficialmente em vigor desde 10 de maio, com o Decreto 55.240 – tem o objetivo de equilibrar a prioridade de preservação da vida com uma retomada econômica responsável em todo o Rio Grande do Sul.

Para isso, o governo dividiu o Estado em 20 regiões e mapeou 105 atividades econômicas. A partir de um cálculo que leva em conta 11 indicadores, segmentados em dois grupos – propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde –, determinou a aplicação de regras (chamados de protocolos) mais ou menos restritas para cada segmento de acordo com o risco calculado para cada região.

Conforme o resultado do cruzamento de dados divulgados de forma transparente, cada local recebe uma bandeira nas cores amarela (risco baixo), laranja (risco médio), vermelha (risco alto) ou preta (risco altíssimo).
O monitoramento dos indicadores de risco é semanal, e a divulgação das bandeiras ocorre aos sábados, com validade a partir da semana seguinte.

Classificação bandeiras card

CRONOLOGIA DO DISTANCIAMENTO CONTROLADO

Semana de 11 a 17 de maio

DC semana1

O primeiro mapa oficial do Distanciamento Controlado foi divulgado em 9 de maio. As regras daquele mapa foram válidas para vigorar entre 11 e 17 de maio. Naquela semana, somente a região de Lajeado se encaixava na descrição de bandeira vermelha. A região de Passo Fundo recebeu um reforço de 10 leitos, aumentando a capacidade de resposta hospitalar, ao mesmo tempo em que a velocidade de avanço da doença se estabilizou. Na bandeira laranja, encaixavam-se as regiões de Canoas, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Novo Hamburgo, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Santo Ângelo. As regiões de Bagé, Cachoeira do Sul, Ijuí, Santa Rosa, Taquara e Uruguaiana se encontravam em situação menos grave e se encaixam na bandeira amarela.

Semana de 18 a 24 de maio

DC semana2

O segundo mapa oficial do Distanciamento Controlado foi divulgado em 16 de maio. As regras desse mapa valeram de 18 a 24 de maio. Não houve regiões classificadas com bandeira vermelha, e o mapa apresentou predominância de regiões em bandeira laranja.
A região de Lajeado, que estava na bandeira vermelha, passou para a laranja. A região de Uruguaiana, que se encontrava na amarela, foi para laranja, devido ao acréscimo de cinco casos confirmados nas últimas duas semanas.
Estavam na bandeira laranja as regiões de Canoas, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Lajeado, Novo Hamburgo, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Maria, Santo Ângelo, Santa Cruz do Sul e Uruguaiana.
As regiões de Bagé, Cachoeira do Sul, Ijuí, Santa Rosa e Taquara se encontravam em situação menos grave e se encaixam na bandeira amarela.

Semana de 25 a 31 de maio

DC semana3

O terceiro mapa do Distanciamento Controlado foi divulgado em 23 de maio. As regras deste mapa valeram de 25 até 31 de maio. Nessa semana, não houve regiões classificadas como bandeira vermelha ou preta, e o mapa apresentou predominância de regiões em bandeira laranja.
Foram 12 regiões com risco médio (laranja): Santa Maria, Novo Hamburgo, Canoas, Porto Alegre, Santo Ângelo, Cruz Alta, Palmeira das Missões, Erechim, Passo Fundo, Pelotas, Caxias do Sul e Lajeado.
As regiões de Uruguaiana, Capão da Canoa e Santa Cruz do Sul, que tinham bandeira laranja na versão anterior, passaram para amarela, portanto, o Estado passar a ter oito regiões com risco baixo.
Assim, ficaram na bandeira amarela Uruguaiana, Capão da Canoa, Taquara, Ijuí, Santa Rosa, Bagé, Cachoeira do Sul e Santa Cruz do Sul.

Semana de 1° a 7 de junho

DC semana4a

O quarto mapa do Distanciamento Controlado foi divulgado em 30 de maio. As regras desse mapa valem entre 1° e 7 de junho. Não há regiões classificadas como bandeira vermelha ou preta.
Com risco médio, Santa Maria, Uruguaiana, Capão da Canoa, Novo Hamburgo, Canoas, Porto Alegre, Santo Ângelo, Cruz Alta, Palmeira das Missões, Erechim, Passo Fundo, Pelotas, Caxias do Sul e Lajeado foram classificadas na bandeira laranja.
As regiões de Taquara, Ijuí, Santa Rosa, Bagé, Cachoeira do Sul e Santa Cruz do Sul apresentaram risco baixo e ficaram com bandeira amarela.

Clique aqui e acesse o levantamento da quinta rodada do Distanciamento Controlado no RS.

Clique aqui e entenda a bandeira de sua região (atualizado em 6/6/2020).

Texto: Vanessa Kannenberg
Edição: Marcelo Flach/Secom

O prefeito municipal Solimar Ico Charopen participou na tarde de sexta-feira (05), de uma reunião na Intendência de Rivera, a fim de definir um protocolo único para combater o avanço do Coronavírus na Fronteira, permitindo assim que ambas cidades tenham os mesmos decretos e que as medidas adotadas de um lado sejam também implantadas do outro. 

Além do prefeito municipal, participaram da reunião a Intendente de Rivera, Alma Galup; o deputado uruguaio, Marne Osório; o diretor departamental de saúde do Uruguai, Carlos Sarries; o senador Tabare Vieira, por videoconferência; o deputado estadual, Frederico Antunes; o secretário municipal de saúde, Eder Fialho e a enfermeira Gabriela Formoso, representando a Vigilância Epidemiológica. 

Em um primeiro momento a reunião aconteceu apenas com as autoridades das duas cidades, sendo aberta para a imprensa logo após. 

A intendente de Rivera Alma Galup iniciou dizendo que a preocupação neste momento é a criação de políticas públicas conjuntas para o combate à doença, além de medidas como aplicação de testes rápidos, políticas comuns para zona de Fronteira e a elaboração de um protocolo de atuação, o qual regulamentará os trabalhos. 

O deputado estadual Frederico Antunes destacou a importância da criação do protocolo, o qual deverá ser seguido por todas as cidades de Fronteira, possibilitando a criação de comitês técnicos para análise e testagem além da padronização das medidas de proteção. 

O deputado uruguaio Marne Osório reconheceu a relevância e a importância da reunião, frisando que o Uruguai tem recursos para atender as demandas de trabalho no combate ao corona vírus, sendo estes recursos essenciais para que as ações sejam concretizadas. 

O prefeito Solimar Ico Charopen destacou que atualmente vivemos uma realidade diferente na Fronteira, razão pela qual as duas cidades trabalhem como se fossem uma só nação. 

“O estado do Rio Grande do Sul é o que está mais organizado dentro da federação, pois as regiões são catalogadas por cor de acordo com os níveis de transmissão do vírus. Aqui na Fronteira nossa realidade é outra, por isso precisamos ser tratados de forma diferente, e com a criação deste protocolo isso vai ser possível”, pontuou. 

Segundo o prefeito municipal, as ações entre as duas cidades serão mais integradas em razão do corona vírus. Para tanto, mudanças nos decretos serão realizadas para conter os avanços da pandemia. 

“Nossa prioridade neste momento é cuidar da vida das pessoas, estamos adquirindo mais testes rápidos e vamos intensificar o controle nas barreiras sanitárias, principalmente com relação a entrada de pessoas na cidade”, explicou. 

Para seguir avançando na criação do protocolo único para a Fronteira, uma próxima reunião ficou marcada para o dia 10 de junho, onde serão tratados outros aspectos referentes ao documento e principalmente sobre a criação de um comitê sanitário de Fronteira. 

Ao final da reunião, o deputado estadual Frederico Antunes comunicou que o governador do Estado, Eduardo Leite sinalizou interesse em visitar a Fronteira no momento da assinatura do protocolo, junto ao presidente do Uruguai Lacalle Pou.

A manhã desta quinta-feira foi de treinos com bola no gramado do CT Luiz Carvalho. Integrando o novo planejamento de treinos, que iniciou na última segunda-feira, a atividade técnica foi realizada com objetivo de propor situações de jogo aos grupos, mas respeitando o distanciamento, de acordo com os protocolos adotados de prevenção ao COVID-19 desde a reapresentação. 

A exemplo dos dias anteriores, o plantel se apresentou de forma escalonada de acordo com o horário de cada grupo. Os primeiros a chegar no centro de treinamento foram os goleiros, às 8h30, para um treino específico da posição com o treinador de goleiros, Mauri Lima. 

Integrantes do grupo B, o zagueiro Rodrigues e os meio-campistas Lucas Silva, Lucas Araújo, Matheus Frizzo, Darlan, Jean Pyerre e Maicon se apresentaram às 9h e deram início à atividade técnica. Divididos em três, cada dupla foi posicionada em um local diferente do campo para o trabalho de troca de passes e, na sequência, cruzamentos para finalizações. Os atletas alteravam as posições entre lado direito, esquerdo e região central do campo de ataque, por três rodadas até o encerramento da atividade do grupo.

Após o B, os grupos C, D e E realizaram a mesma atividade em diferentes horários.

O jovem volante Matheus Frizzo, ex-capitão da equipe de transição e que desde a temporada passada está no grupo principal, falou sobre as atividades realizadas hoje e da saudade das disputas. “Mesmo sem uma previsão de data, está sendo muito bom para a gente poder voltar aos poucos, primeiro aprimorando a parte física e uma vez na semana, a técnica. O convívio do grupo também está sendo extremamente importante e, claro, estamos com saudade de voltar a jogar. Mas essa preparação está sendo muito importante porque sabemos que quando os jogos voltarem teremos muitos jogos e vamos precisar do grupo inteiro. Estamos com muita saudade de entrar na Arena, mas essa retomada aos poucos está sendo muito importante para o retorno”, disse.

Abaixo, veja a entrevista completa do jogador e as fotos do treino.

Fotos: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (4) que foi acertado o pagamento de mais duas parcelas do auxílio emergencial, mas com valor inferior aos atuais R$ 600. A informação foi dada pelo presidente durante sua live semanal, transmitida pelas redes sociais.  

"Vai ter, também acertado com o [ministro da Economia] Paulo Guedes, a quarta e a quinta parcela do auxílio emergencial. Vai ser menor do que os R$ 600, para ir partindo exatamete para um fim, porque cada vez que nós pagamos esse auxílio emergencial, dá quase R$ 40 bilhões. É mais do que os 13 meses do Bolsa Família. O Estado não aguenta. O Estado não, o contribuinte brasileiro não aguenta. Então, vai deixar de existir. A gente espera que o comércio volte a funcionar, os informais voltem a trabalhar, bem como outros também que perderam emprego", disse. 

O auxílio emergencial foi aprovado pelo Congresso Nacional em abril e prevê o pagamento de três parcelas de R$ 600 para trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. Mais de 59 milhões tiveram o benefício aprovado. O novo valor ainda não foi anunciado pelo governo.  

O presidente também antecipou um possível aumento no valor do benefício do Bolsa Família, pago a cerca de 14 milhões de famílias em situação de pobreza e pobreza extrema. O valor do eventual aumento ainda será anunciado, garantiu o presidente, sem especificar uma data.  

"Acho que o pessoal do Bolsa Família vai ter uma boa surpresa, não vai demorar. São pessoas que necessitam desse auxílio, que parece que está um pouquinho baixo. Então, se Deus quiser, a gente vai ter uma novidade no tocante a isso aí", afirmou.

Liberação de praia

Durante a live, o presidente defendeu a liberação de acesso às praias, que está proibida na maioria das capitais litorâneas do Brasil, e que a Advocacia-Geral da União (AGU) vai emitir um parecer favorável sobre o assunto. 

"O governo federal vai opinar favoravelmente para aquela pessoa ir à praia, agora o juiz de cada cidade, que vai recepcionar esses mandados de segurança, é que vai decidir se o João pode ir para a praia ou não. Eu não vejo nada demais ir para a praia, praia é saúde", afirmou.

O fechamento das praias faz parte das estratégias dos governos estaduais e prefeituras para evitar aglomerações. O isolamento social é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e por especialistas como a principal forma de evitar disseminação em massa do novo coronavírus.

Repatriação

O presidente Jair Bolsonaro ainda afirmou que 23 mil brasileiros foram repatriados ao país desde o início da pandemia. São pessoas que ficaram retidas no exterior com o fechamento das fronteiras por centenas de países e estavam recebendo apoio logístico e diplomático do governo para retornarem. 

O governo ainda deve investir mais R$ 10 milhões para a repatriação de mais 3 mil pessoas que seguem sem conseguir voltar ao Brasil. 

Edição: Fábio Massalli

A Secretaria da Saúde recebeu nesta quarta-feira (3) a última remessa de doses de vacina contra a gripe, sendo 444 mil unidades que serão aplicadas até o fim da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza (H1N1, H3N2 e Influenza B) deste ano.

Desde o início da Campanha, foram recebidas cerca de 5,1 milhões de doses da vacina para o atendimento de todos os públicos, uma população estimada de cinco milhões no Rio Grande do Sul.

A estimativa é que os novos frascos do imunobiológico estejam disponíveis para a população a partir da próxima semana (8 de junho). Na etapa atual, todas as pessoas que se encontram nos grupos de risco e ainda não se vacinaram podem procurar as casas de vacina ou postos de saúde para receber a dose, levando em consideração que cada município possui autonomia para definir a melhor estratégia para a sua população local.

“Os usuários podem entrar em contato com as secretarias municipais de saúde ou para as unidades de saúde para verificar os locais de vacinação e horários de funcionamento”, diz a enfermeira do Núcleo Estadual de Imunizações, do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Eliese Denardi Cesar.

Os Estados e municípios estão recebendo as doses da vacina da gripe de forma escalonada, a cada semana, conforme são produzidas pelo Instituto Butantan, explica a farmacêutica Tatiana Castilhos da Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi).

Nos Estados que a cobertura vacinal não atingiu 90% da meta, o Ministério da Saúde recomenda que se continue vacinando até dia 30 de junho. O Rio Grande do Sul, até o momento, aplicou a vacina em 83% de todos os públicos-alvo, com os melhores índices entre os idosos (114%), trabalhadores da saúde (109%) e indígenas (99,18%), e os piores desempenhos entre as crianças (47%) e gestantes (44%).

A enfermeira Eliese ressalta ainda que as pessoas com doenças crônicas também estão entre os grupos mais vulneráveis a complicações decorrentes da gripe. A vacina diminui as internações pela doença, e, portanto, evita sobrecarga de atendimentos em tempos de epidemia da Covid-19. Além disso, pais e cuidadores podem aproveitar a oportunidade para colocar em dia a caderneta de vacinação das crianças.

Confira aqui o relatório da aplicação de doses, conforme os municípios atualizam o número de pessoas vacinadas.

Públicos-alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe este ano:
- pessoas de 60 anos ou mais
- trabalhadores da saúde
- profissionais das forças de segurança e salvamento
- pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais
- adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas
- população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional
- caminhoneiros
- motoristas e cobradores de transporte coletivo
- portuários
- povos indígenas
- crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade
- pessoas com deficiência, gestantes e puérperas até 45 dias
- adultos de 55 a 59 anos de idade
- professores das escolas públicas e privadas

Assessoria de Comunicação Social - SES/RS

A Sicredi Pampa Gaúcho tem buscado cada vez mais o apoio da tecnologia para oferecer as melhores experiências aos seus associados. Ainda, com esse foco, mas em tempos de pandemia, a Cooperativa está se adaptando para continuar atendendo com excelência e, ao mesmo tempo, assegurar a saúde e o bem-estar de seus associados.

Através do Theo, a inteligência artificial do Sicredi, os associados conseguem agendar o atendimento com o gerente de conta direto pelo WhatsApp e também tirar dúvidas sobre produtos, pois o Theo, atende os 7 dias da semana, 24 horas por dia. Segundo o Agente da Transformação Digital da Sicredi Pampa Gaúcho, João Francisco Del Fabbro “o Theo tem o jeito Sicredi de ser: descomplicado, próximo e ativo e o seu nome foi inspirado no ícone do cooperativismo, padre Theodor Amstad” conclui.

Para realizar o agendamento é simples, basta entrar em contato com o Cooperativa pelo WhatsApp (51) 3358 4770, escolher a opção “Digite 1: para falar com o Theo”, digitar “Falar gerente” e pronto, agora é só escolher o melhor dia e verificar os horários disponíveis do seu gerente de conta.

Além da opção de agendamento, os associados da Cooperativa já contam com o WhatsApp Oficial do Sicredi, um canal de atendimento que possibilita estar próximo neste momento e que está cooperando ainda mais com a prevenção ao coronavírus. “Desde a sua implementação, em abril de 2020, já foram realizados mais de 1500 atendimentos via WhatsApp. Podemos assegurar que a transformação digital tem o objetivo de fortalecer o sistema cooperativo de crédito e levar inovação e praticidade para os associados com muita segurança” finaliza João Francisco Del Fabbro.

Superintendência Regional Sicredi Pampa Gaúcho – Alegrete/RS

A Prefeitura Municipal, através da Junta de Serviço Militar informa que o prazo para alistamento militar para os jovens nascidos no ano de 2002 foi prorrogado até o dia 30 de setembro.

A prorrogação da data deu-se em função da pandemia do Corona Vírus, e o Decreto n° 10.384 que dispõe sobre a resolução, foi publicado no Diário Oficial da União, no dia 29 de maio.

Para efetivar o alistamento, feito de forma online, os jovens devem acessar o endereço eletrônico www.alistamento.eb.mil.br, tendo em mãos o RG ou Certidão de Nascimento, CPF e comprovante de residência.

Mais informações podem ser adquiridas na Junta de Serviço Militar, localizada na Rua Duque de Caxias, anexa ao prédio da Prefeitura Municipal, no horário das 7h30 às 13h30, ou pelo telefone (55) 996132656.

 

Em quase dois meses depois de cadastramento, 107 milhões de pessoas pediram o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), revelou hoje (3) o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. Apenas nas últimas 24 horas, 100 mil pessoas se cadastraram para receberem o benefício.

O número de pessoas com o pedido do auxílio emergencial em análise subiu de 11 milhões ontem (2) para 11,1 milhões hoje (3). Desse total, 5,8 milhões de cadastros estão em primeira análise e 5,3 milhões em segunda ou terceira análise, quando o cadastro foi considerado inconsistente e a Caixa permitiu a contestação da resposta ou a correção de informações.

Dos 107 milhões de pedidos, 59 milhões tiveram o benefício aprovado e 42,2 milhões foram considerados inelegíveis, quando o cidadão não cumpre os requisitos estabelecidos pela lei que criou o benefício. O auxílio emergencial pode ser pedido desde 7 de abril pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo aplicativo Caixa Auxílio Emergencial.

Na sexta-feira (29), o banco terminou de pagar a segunda parcela aos beneficiários. Segundo o balanço acumulado, a Caixa desembolsou, até agora, R$ 76,6 bilhões, somadas ambas as parcelas. No total, 58,6 milhões de pessoas receberam alguma parcela do benefício desde que o programa foi criado, em abril, para ajudar as pessoas a enfrentar os impactos da crise causada pela pandemia da covid-19.

Considerando apenas a segunda parcela, 19,50 milhões de brasileiros receberam R$ 35,5 bilhões. Do total pago até agora, R$ 30,3 bilhões foram para beneficiários do Bolsa Família, R$ 14 bilhões para aqueles inscritos no Cadastro Único para os Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e R$ 32,3 bilhões para trabalhadores informais que se cadastraram pelo site ou pelo aplicativo.

O pagamento da segunda parcela acabou na sexta-feira (29). De sábado (30) até o próximo dia 13, os beneficiários estão sacando o dinheiro do lote, conforme um cronograma baseado no mês de aniversário. Hoje (2), cerca de 2,6 milhões de pessoas nascidas em abril foram às agências da Caixa retirar o auxílio.

Edição: Fernando Fraga

 

Em mais um dia de alívio nos mercados internacionais, o dólar fechou no menor nível em dez semanas. A bolsa de valores ultrapassou os 93 mil pontos e encerrou no nível mais alto em quase três meses.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (3) vendido a R$ 5,086, com recuo de R$ 0,124 (-2,38%). A cotação operou em queda durante toda a sessão e fechou no menor nível desde 26 de março (R$ 4,996). Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a atingir R$ 5,02. A divisa acumula alta de 26,74% em 2020.

O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 5,722, com recuo de 2,38%. A libra comercial caiu 2,45% e terminou a sessão vendida a R$ 6,369.

O Banco Central (BC) interveio pouco no mercado. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho.

Bolsa de valores

No mercado de ações, o dia foi marcado pelo otimismo com o exterior. O Ibovespa, índice da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 93.002 pontos, com ganho de 2,15%. O índice está no maior nível desde 6 de março, quando tinha fechado próximo aos 98 mil pontos.

O Ibovespa seguiu o mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou a quarta-feira com alta de 2,05%. Apesar do acirramento dos protestos antirracistas nos Estados Unidos, os investidores reagiram à queda de novos casos de covid-19 em regiões norte-americanas e em países europeus e a dados econômicos positivos.

Nos Estados Unidos, o setor privado fechou 2,76 milhões de vagas. O nível veio melhor que a extinção de 9 milhões de postos esperada pelos analistas. O setor de serviços da China cresceu pela primeira vez desde janeiro e teve, em maio, o melhor desempenho mensal desde o fim de 2010. Na Europa, a contração das empresas diminuiu em maio, indicando início de recuperação.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

No Brasil, a emissão em títulos da dívida externa pelo Tesouro, anunciada hoje pela manhã, indicou que ainda há demanda por ativos brasileiros no exterior.

Edição: Denise Griesinger

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília

Apesar de ainda não ter data confirmada, o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 deve fazer parte das próximas corridas oficializadas para 2020. O calendário do campeonato, que iniciaria em março, teve de ser alterado devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Ontem (2), foram divulgadas as oito etapas que abrirão a temporada deste ano - todas na Europa, onde a curva de propagação da doença está descendente.

"Os dirigentes da Liberty Media (empresa responsável pela Fórmula 1) consideram que as corridas das Américas serão realizadas, assim como as do Oriente Médio. Eles têm como base que, entre outubro e novembro, a curva da pandemia, como ocorreu na Ásia e Europa, já terá caído o suficiente para garantir a realização dessas etapas", explica à Agência Brasil o diretor de imprensa do GP Brasil, Castilho de Andrade.

A pandemia afetou 10 provas inicialmente previstas para 2020, sendo quatro (Austrália, Mônaco, França e Holanda) canceladas e seis (Bahrein, Vietnã, China, Espanha, Azerbaijão e Canadá) adiadas. No calendário original, a etapa brasileira, no autódromo de Interlagos, em São Paulo, estava prevista para 15 de novembro.

O artigo 5.4 do regulamento esportivo da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) determina um mínimo de oito etapas para um campeonato ser considerado finalizado. Já o Código Esportivo Internacional da entidade indica que, para ser "mundial", o torneio deve incluir eventos em pelo menos três continentes durante a mesma temporada. O chefe-executivo da F1, Chase Carey, disse em março projetar um calendário com 15 a 18 corridas, mesmo com o impacto da pandemia.

Com a reformulação no calendário, os organizadores do GP Brasil aguardam a confirmação da nova data para iniciar a venda de ingressos. A liberação de público, porém, depende do que for determinado pelas autoridades sanitárias. A competição será retomada com portões fechados nas duas corridas de Spielberg (Áustria). Já nas duas provas agendadas para o Reino Unido, ambas em Silverstone, a presença de torcedores necessita de um acordo com o governo britânico devido à necessidade de quarentena para entrar no país.

Futuro do GP Brasil

O cenário provocado pelo novo coronavírus impactou também a negociação para renovação do contrato de realização da prova em São Paulo, que vence em 2020. A capital paulista recebe o Grande Prêmio no autódromo de Interlagos desde 1972 - com exceção de 1978 e de 1981 a 1989, quando a corrida foi disputada no Rio de Janeiro.

"As conversas (com a Liberty Media) estão bem avançadas, mas, a pandemia mudou o foco do dirigentes internacionais para refazer o calendário, cuidar das corridas adiadas e canceladas. Os contatos deverão recomeçar quando o novo calendário estiver pronto", diz Andrade.

São Paulo tem justamente a concorrência do Rio de Janeiro para receber a etapa a partir de 2021. A prefeitura da capital fluminense pretende construir um circuito de F1 em Deodoro, zona oeste do município  A obra, no entanto, depende da aprovação do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). De acordo com ambientalistas do movimento SOS Floresta do Camboatá, o terreno que poderá receber o autódromo é considerado o último remanescente de Mata Atlântica de terras baixas no município. Os estudos seriam apresentados e discutidos em uma audiência pública virtual marcada para o último dia 28, mas a assembleia foi suspensa pela Justiça.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil - São Paulo

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