Gisnei

Gisnei

Saboroso de mais. As almôndegas caseiras não tem comparação não é mesmo. Carne fresca, tudo fresco, prepara tudo, coloca dentro da baguete com queijo e ai é só explosão de sabor para todo lado. Pode ter certeza, você não vai errar com esta receita!

Ingredientes:

2 baguetes médias

250g de muçarela fateada

250g de carne moída de vaca

250g de carne moída de porco

100g de ketchup ou extrato de tomate

2 ovos

100g de farinha de rosca

100g de farinha de pão fresco

Sal e Pimenta do Reino a gosto

Salsinha picada

5 colheres de sopa de azeite

2 dentes de alho triturados

Modo de Preparo: 

Comece pelas almôndegas, misture as carnes com sal, pimenta, salsinha, ketchup e ovos. Depois de tudo bem misturado, acrescente as farinhas e misture. Se ficar muito seco, coloque um pouco de água. Faça bolinhas e em uma forma forrada com papel alumínio coloque elas enfileiradas. Leve ao forno a 200ºC por aproximadamente 20 minutos. Retire do forno e comece a montar o pão. Para a baguete em 3 parte, retire o miolo. Coloque duas fatias de queijo, uma sobrepondo parte da outra, em uma superfície e coloque 2 almôndegas, enrole elas no queijo e coloque dentro do pão sem miolo. Feito isso com as 3 partes, corte cada parte no meio ficando 1 almôndega em cada pedaço de pão.Se quiser partir o pão no tamanho das almôndegas já e apenas enrolar cada almôndega com uma fatia de queijo também da certo. Disponha as fatias em uma forma, faça uma mistura de azeite e alho, pincele em cima do pão. Leve ao forno por mais 10 minutos ou mais se achar necessário e sirva ainda quente.

Fonte: https://comsaborperfeito.com/

Em 9 de abril de 2019, Rogério Caboclo assumiu a presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com a meta de elevar o patamar do futebol brasileiro de clubes e Seleções, dentro e fora de campo.

O balanço do primeiro ano da gestão demonstra que esse compromisso vem sendo cumprido, de acordo com as propostas apresentadas pelo presidente em seu discurso de posse.

Nossas Seleções assumiram o protagonismo nas competições que disputaram. O futebol feminino ganhou novos investimentos. E os 20 campeonatos organizados pela instituição foram bem sucedidos.

Em 2019, a CBF investiu R$ 535 milhões no futebol, em todas as suas áreas, o maior valor da história. O faturamento e o superávit representaram o recorde da entidade, com R$ 957 milhões e R$ 190 milhões, respectivamente.

Como a entidade, os principais clubes nacionais também apresentaram avanço importante em suas receitas no ano passado, elevando a participação do futebol na economia nacional.

DENTRO DE CAMPO

As boas notícias começam com oito conquistas de nossas Seleções Nacionais. A Seleção Principal Masculina venceu a Copa América, o torneio continental mais antigo do mundo e um dos mais disputados. Na base, recuperamos o nosso papel de liderança. Levantamos em casa a taça da Copa do Mundo Sub-17. Vencemos também os títulos Sul-Americano Sub-15 e da Liga Sul-Americana Sub-20 Feminina. O título do Torneio de Toulon (Sub-23) marcou o início de um projeto de sucesso, que culminou com a conquista da vaga para os jogos de Tóquio pela nossa Seleção Masculina, a exemplo do que já tinha sido obtido pela Seleção Feminina.

Nossas jogadoras conquistaram o país com sua dedicação e talento na Copa do Mundo da França. E partem ainda mais fortes para novos desafios, agora sob o comando de Pia Sundhage. A CBF contratou uma das treinadoras mais vencedoras e experientes do esporte mundial para trabalhar com Marta, Formiga e as nossas demais craques.

“Não medimos esforços para devolver à Seleção Brasileira o protagonismo em todas as categorias. As condições de trabalho oferecidas a todas as comissões técnicas masculinas e femininas são excepcionais e, também por isso, os resultados estão sendo tão significativos. Queremos uma mentalidade vencedora desde a base. Assim, consolidaremos cada vez mais a Seleção Brasileira como a maior do mundo”, afirma Caboclo.

A CBF criou subcategorias para Seleções Brasileiras de Base, de acordo com o ano de nascimento dos atletas, dando oportunidade a jogadores com idades intermediárias de treinarem, jogarem e ganharem experiência com a camisa amarela. Como por exemplo, as Seleções Sub-16 e Sub-18.

RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

A CBF vive um momento muito especial em suas relações institucionais com todas as entidades do futebol mundial, com Governos e com os órgãos representativos das classes que integram o sistema do futebol nacional.

Com FIFA e CONMEBOL, a CBF tem uma relação de cooperação e diálogo permanentes, buscando entendimento e conquistas para o Brasil.

Ao mesmo tempo, o futebol brasileiro passa por um período de enorme união, com CBF, Federações Estaduais e Clubes trabalhando conjuntamente pelo desenvolvimento do esporte. Um nítido exemplo disso é a plena atividade da Comissão Nacional de Clubes, órgão estatutário da CBF gerido pelos clubes de maneira independente com todo suporte e infraestrutura da entidade. A CNC passou a centralizar as negociações coletivas de contratos para os clubes das diversas Séries do Campeonato Brasileiro.

O mesmo acontece em relação às entidades representativas de atletas, treinadores e árbitros, que têm na CBF todo o suporte necessário para os pleitos dessas categorias. No âmbito governamental, o relacionamento com os poderes Executivo e Legislativo se dá em ambiente colaborativo e republicano nos níveis Federal, Estadual e Municipal.

“Temos dialogado com todas as entidades para o bem do futebol. Os presidentes Gianni Infantino e Alejandro Domínguez têm sido muito receptivos ao futebol brasileiro e evoluímos em todas as pautas que temos proposto. A CBF se coloca sempre proativamente como representante da estrutura do futebol brasileiro para todos os temas. Esse é nosso papel”, afirma Caboclo.

SEDE DE GRANDES EVENTOS

O Brasil sediou em 2019 duas competições internacionais: a Conmebol Copa América e a Copa do Mundo Sub-17. Tanto a conquista da sede como a organização foram lideradas pela entidade. Os dois eventos foram muito bem sucedidos, e com resultados chancelados pelas principais entidades do futebol mundial. Mais uma demonstração de capacidade de organizar eventos do mais alto nível, que movimentam a indústria do futebol brasileiro e impactam positivamente a economia local, além de possibilitar que os torcedores acompanhem, de perto, disputas internacionais de alto nível.

A Copa América teve recorde de público e faturamento. Já em relação à Copa do Mundo Sub-17, a vinda da competição representou para o Brasil a possibilidade de disputá-la e, posteriormente, conquistá-la de uma forma vibrante, engajando os torcedores de todo o país.

Os dois eventos impulsionam o Brasil a se apresentar como forte candidato a receber novos campeonatos internacionais. Um deles já conquistado: a final única da Copa Libertadores da América 2020 no Maracanã. Outra disputa, em fase final de decisão, é para a sede da Copa do Mundo Feminina de 2023, na qual o Brasil é forte candidato.

COMPETIÇÕES NACIONAIS

Em 2019, a CBF organizou 19 competições, arcando integralmente com o custo da grande maioria delas. Parte importante desses campeonatos é voltada ao futebol de base e feminino. As Séries A1 e A2 do Campeonato Brasileiro Feminino mobilizaram torcedores em todo o país. O ingresso dos grandes clubes do futebol masculino nas competições femininas aumentou ainda mais a visibilidade e atratividade destes certames. Esta participação é condição para o processo de licenciamento de clubes da CBF.

No total, foram 2.383 partidas coordenadas pela entidade em todos os estados do Brasil, com pontualidade de quase 100%. A Série A do Campeonato Brasileiro teve uma das maiores médias de público de sua história, num torneio marcado por belos jogos e um alto nível técnico. A Copa do Brasil se consolidou como objeto de desejo de todos os clubes do país, com jogos eletrizantes e premiação milionária.

Em 2020, a CBF lançou sua vigésima competição, que já nasceu com grande destaque: a Supercopa do Brasil, envolvendo os campeões da Série A e da Copa do Brasil de 2019. Um grande jogo, cheio de emoção, logo no início da temporada.

Em diálogo com as Federações Estaduais e com a Conmebol, a CBF construiu mudanças no calendário, liberando as chamadas Datas FIFA para que não ocorram partidas de clubes brasileiros quando a Seleção Nacional se apresenta.

A Comissão Nacional de Arbitragem passou por uma profunda reformulação com a chegada de Leonardo Gaciba para comandar a área. O destaque do ano foi a implementação do VAR em nível nacional. Graças a um investimento de mais de R$ 12 milhões da CBF e ao apoio integral dos clubes, a arbitragem viveu um salto de qualidade com a introdução do Árbitro de Vídeo em todos os 380 jogos do Brasileirão Série A. No total, o Brasil usou o sistema de árbitro de vídeo em 456 jogos, mais do que qualquer outro país.

Além da gestão das competições, a entidade realizou também duas campanhas nacionais de publicidade. Uma de mobilização das torcidas para o Campeonato Brasileiro e a outra, de valorização do respeito à arbitragem e às regras do jogo. Ambas tiveram resultados positivos, com ampla repercussão em todo o país.

GESTÃO

Como o anunciado pelo presidente em sua posse, ex-jogadores passaram a fazer parte da gestão da CBF. Juninho Paulista assumiu como diretor de Desenvolvimento do Futebol e depois como Coordenador da Seleção Brasileira. Branco coordenou o vitorioso trabalho das Seleções de Base. E foi criado o Conselho de Craques, formado por ex-jogadores e ex-jogadoras, que vem agregando importantes contribuições para a entidade no debate sobre o desenvolvimento do futebol brasileiro. Recentemente, inclusive, as duas integrantes do Conselho de Craques, Pretinha e Michael Jackson, passaram a fazer parte da equipe da candidatura do Brasil à sede da Copa do Mundo Feminina 2023.

No primeiro dia da nova gestão, a entidade lançou seu portal de governança, avançando no processo de transparência de gestão, equiparado ao das maiores empresas do país.

A CBF deu início ao ambicioso projeto de construção do Centro de Desenvolvimento do Futebol, reunindo no mesmo espaço nove atividades, unindo formação de excelência a projetos de responsabilidade social. O projeto está em andamento, com a conclusão dos estudos técnicos relativos ao terreno e à incorporação, por parte da entidade, de terreno contíguo, o que dará maior dimensão às obras.

“Os atletas, que são os grandes protagonistas do futebol, fazem parte do processo decisório da CBF. Estamos cada vez mais abertos à participação de toda a estrutura do futebol em nossa gestão. Os objetivos de todos convergem para o futebol brasileiro cada vez mais forte”, afirma Caboclo.

O presidente da CBF destaca ainda projetos para auxiliar a busca dos clubes brasileiros por uma profissionalização ainda maior, como as novas normas de licenciamento e a aplicação das regras de Fair Play Financeiro.

A entidade lançou em 9 de abril de 2019 sua nova marca. Mais que uma mudança estética, ela traduz os conceitos de uma empresa moderna, sempre em busca da liderança e do crescimento.

MOMENTO ATUAL

A virada para o segundo ano da gestão está sendo marcada pelo enfrentamento do enorme desafio gerado pela epidemia da Covid-19, que levou à paralisação do esporte mundial.

As medidas já anunciadas pela CBF somaram um total de R$ 36 milhões entre doações e adiantamentos para 160 clubes das Séries B, C e D do Campeonato Brasileiro e das Séries A1 e A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, além de árbitros e Federações Estaduais.

"A CBF está preparada para retomar as atividades do futebol brasileiro no menor prazo possível, assim que tenhamos garantias à saúde e segurança de jogadores, profissionais e torcedores. Estamos atentos desde o primeiro momento a esta crise, com responsabilidade e seriedade. A maior contribuição que a instituição pode dar é manter a estabilidade das competições, garantindo aos clubes os recursos previstos em seus contratos correspondentes”, conclui o presidente.

Fonte: https://www.cbf.com.br/

Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Sant’Ana do Livramento recebeu na manhã deste sábado (11), a doação de 15 toneladas de alimentos da Rede de Farmácias São João. O comunicado da entrega foi realizado pelo coordenador regional, Dieisson Tondo e da gestora de Livramento, Aline Araujo Larrañaga. Eles foram recebidos pela prefeita Mari Machado, no centro administrativo. “Fico muito contente com esta significativa doação que será entregue as famílias de nosso município. Em um momento apropriado, quero pessoalmente agradecer e prestar uma homenagem para o presidente da Rede de Farmácias São João, Pedro Brair”.

O coordenador Dieisson Tondo, explicou à prefeita que esta ação solidária da empresa reúne mais de 500 toneladas de alimentos que estão sendo entregues as comunidades que mais necessitam de ajuda. Mais de 40 municípios do estado do Rio Grande do Sul estão recebendo as doações. “Queremos também incentivar outras empresas a doar outros alimentos, materiais de limpeza e de higiene pessoal, para se somar a esta iniciativa da São João”, disse Tondo.

Os 15 paletes que foram transbordados na entrada da cidade (posto próximo à vila Kennedy), contêm fardos de massa, arroz, farinha, açúcar e doces, como chocolate. O material foi recebido por servidores públicos e encaminhado para a Secretaria de Assistência Social que fará a organização das cestas.

Em rede social, o presidente Pedro Brair, afirma: “Temos o compromisso de ajudar as comunidades em que estamos inseridos, esta doação de 500 toneladas de alimento foi uma forma que encontramos de amenizar os impactos desta pandemia. Nossos caminhões que entregam medicamentos, nesta ação, transportaram alimentos. Juntos venceremos!”

A Secretaria de Assistência Social já distribuiu até a última quinta-feira (09), 740 cestas à comunidade carente de Livramento, sendo 597 oriundas de doações. Ainda faltam 126 para serem entregues nos próximos dias, além dos alimentos recebidos neste sábado, pela Rede de Farmácias São João.

Foto: Assessoria de Comunicação Social || Fonte: Assessoria de Comunicação Social

O governo de São Paulo anunciou recentemente o que chamou de “sistema de monitoramento inteligente” dos cidadãos (Simi-SP) para evitar aglomerações utilizando tecnologias digitais como os smartphones. Ele funcionará a partir de uma parceria com as operadoras Vivo, Claro, Oi e TIM, que repassarão dados de aglomerações a partir de 30 mil pessoas. 

“Com 100% dos usuários de telefonia celular em São Paulo, nós podemos identificar os locais onde as pessoas estarão e onde houver concentração para analisar o percentual de isolamento e também ações de orientação e advertência, se necessário”, disse o governador João Dória no lançamento do sistema, no último dia 9.

Projetos semelhantes foram lançados em outros estados. O governo do Pará informou que, por meio de parceria com uma empresa, irá acompanhar o nível de aglomerações. A estimativa é que o isolamento esteja em 40%, considerado baixo para combater a expansão do novo coronavírus.

O programa permitirá que as autoridades estaduais possam verificar em tempo real e no recorte territorial, mapeando a dinâmica de movimentação por bairro. Essas informações servem de base para as ações de combate.

A prefeitura do Recife também anunciou, como parte do seu plano de contingenciamento da covid-19, um sistema semelhante de rastreamento dos fluxos de pessoas baseado em geolocalização na cidade de modo a identificar o cumprimento das medidas de isolamento determinadas para o município.

O governo federal também utilizará o mesmo recurso. Uma parceria deve ser firmada com as operadoras nacionais de telecomunicações (Claro, Vivo, Oi, Tim e Algar) que fornecerão dados agregados sobre a circulação de pessoas.

Estes serão coletados a partir da conexão dos smartphones às antenas, chamadas tecnicamente de estações rádio base (ERB).

À Agência Brasil, o presidente executivo do Sindicato das Empresas de Telecomunicação (Sinditelebrasil), Marcos Ferrari, afirmou que são manejadas apenas informações agregadas.  “O que nós estamos disponibilizando para o governo é este dado estatístico agregado. Não vamos falar em número de linha, nem em nome da pessoa”, explicou.

Ferrari acrescentou que o acordo respeita as legislações relacionadas à privacidade, como o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados. Esta última tinha vigência prevista para agosto deste ano, mas vai passar a valer no ano que vem, após modificação aprovada pelo Congresso.

Este tipo de recurso vem sendo implantado também em outros países, como Estados Unidos, Itália, Áustria, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha e Israel.

Plataformas

O monitoramento dos usuários de internet está sendo realizado também por grandes plataformas digitais. O Google, responsável pelos dois principais aplicativos de mapeamento (Maps e Waze) e pelo sistema operacional Android, lançou os Relatórios de Mobilidade Comunitária, no qual disponibiliza informações das aglomerações por localidade.

O do Brasil, datado de 29 de março, mostra a redução de aglomerações de 71% em comércios como restaurantes, shoppings e cinemas; 35% de farmácias e padarias; 70% em parques; 34% em locais de trabalho. 

O relatório também faz o recorte por estado. O Google afirma que os dados são agregados e anonimizados de usuários que acionam o histórico de localização em seus dispositivos.

O Facebook lançou uma plataforma chamada Dados para o Bem, com ferramentas para utilização de dados tanto coletados pela empresa como de outras fontes públicas, como imagens de satélite.

Entre os produtos, figuram mapas de densidade populacional e ferramentas para organizações da sociedade civil. Os dados são disponibilizados para instituições internacionais, como as Nações Unidas, pesquisadores e entidades sem fins lucrativos.

A companhia argumenta que preserva a privacidade ao utilizar dados agregados, que não identificam os indivíduos e formas de evitar a reidentificação das pessoas com técnicas de combinação de bases de informação.

Privacidade

Em uma análise de medidas como essa, a organização internacional Eletronic Frontier Foundation (EFF) apontou problemas relacionados à proteção de dados.  O texto argumenta que há a possibilidade de identificar pessoas em dados agregados de localização. Nas técnicas usadas para reunir informações das pessoas, é necessário preservar a privacidade, pondera a entidade.

A EFF defende que seja pedido o consentimento dos usuários e que, na impossibilidade disso diante de situações excepcionais como a da pandemia, que estes possam escolher não fornecer seus dados ou apagá-los. 

Raquel Saraiva, do IP.Rec, lembra que a legislação brasileira, como o Marco Civil da Internet, também exige o consentimento, o que deveria ser obtido por quem compartilha dados dos cidadãos.

Na avaliação da presidente do Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife (IP.Rec), Raquel Saraiva, apesar de se tratar de uma situação especial, os direitos das pessoas devem ser considerados.

No caso do uso de dados de geolocalização, “é necessário que haja transparência, possibilidade de auditoria pela sociedade civil e proteção aos dados pessoais sensíveis, no mínimo, para que a população tenha algum tipo de controle e conhecimento sobre o que está sendo feito e de que maneira”.

Um receio da pesquisadora é a manutenção dessas iniciativas. Elas devem ser tratadas como medidas temporárias, sob pena de, passado o período da pandemia, essas medidas serem adotadas de forma permanente, o que pode representar o fim da privacidade dos cidadãos e cidadãs, argumenta. 

Ela sugere, como medida paliativa, que os usuários desativem o monitoramento de localização dos smartphones ou de aplicativos que solicitam essa função.

Para Bruna Santos, analista de políticas públicas da organização de pesquisa sobre Internet Coding Rights, para além da transparência, essas iniciativas precisam considerar outros princípios relacionados à proteção de dados como finalidade e proporcionalidade (para que os dados são coletados e se as formas de acesso são proporcionais a essas finalidades).

Ela frisa que esse monitoramento é preocupante, uma vez que não está em vigor ainda a Lei Geral de Proteção de Dados, cuja vigência foi adiada para o ano que vem pelo Congresso Nacional. 

“Dependendo da iniciativa, a informação coletada pode vir a incluir dados de saúde, reconhecidos como sensíveis pela LGPD e que requerem um nível de proteção maior”, finalizou.

Edição: Kleber Sampaio

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil - Brasília

Terminar o mês escolhendo quais boletos pagar. Essa virou a rotina de milhões de brasileiros que passaram a ganhar menos ou perderam a fonte de renda por causa da pandemia do novo coronavírus. Para reduzir o prejuízo, o governo adiou e até suspendeu diversos pagamentos esse período. Tributos e obrigações, como o recolhimento das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), ficarão para depois.

Em alguns casos, também é possível renegociar. Graças a resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), os principais bancos estão negociando a prorrogação de dívidas. Os agricultores e pecuaristas também poderão pedir o adiamento de parcelas do crédito rural. A Agência Nacional de Saúde (ANS) fechou um acordo para que os planos não interrompam o atendimento a pacientes inadimplentes até o fim de junho.

Além do governo federal, diversos estados estão tomando ações para adiar o pagamento de tributos locais e proibir o corte de água, luz e gás de consumidores inadimplentes. No entanto, consumidores de baixa renda ficarão isentos de contas de luz por 90 dias em todo o país. Os adiamentos não valem apenas para os consumidores. Em alguns casos, a Justiça está agindo. Liminares da 12ª Vara Cível Federal em São Paulo proibiram o corte de serviços de telefonia de clientes com contas em atraso. Diversos estados estão conseguindo, no Supremo Tribunal Federal, decisões para suspenderem o pagamento de dívidas com a União durante a pandemia.

Confira as principais medidas temporárias para aliviar o bolso em tempos de crise:

Empresas

•        Adiamento do pagamento da contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos Programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Os pagamentos de abril serão quitados em agosto. Os pagamentos de maio, em outubro. A medida antecipará R$ 80 bilhões para o fluxo de caixa das empresas.

•        Adiamento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) do 15º dia útil de abril, maio e junho para o 15º dia útil de julho.

•        Redução em 50% da contribuição das empresas para o Sistema S por três meses, de abril a junho.

Microempresas

•        Adiamento, por seis meses, da parte federal do Simples Nacional. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro.

•        Adiamento, por três meses, da parte estadual e municipal do Simples Nacional. Os pagamentos do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS, pertencente aos estados) do Imposto sobre Serviços (ISS, dos municípios) de abril, maio e junho passaram para julho, agosto e setembro.

Microempreendedores individuais (MEI)

•        Adiamento das parcelas por seis meses. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro. A medida vale tanto para a parte federal como para parte estadual e municipal (ICMS e ISS) do programa.

Pessoas físicas

•        Adiamento, por dois meses, do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física e do pagamento da primeira cota ou cota única. A data passou de 30 de abril para 30 de junho.

•        O cronograma de restituições, de maio a setembro, está mantido.

Empresas e pessoas físicas

•        Suspensão, por 90 dias, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para empréstimos. Imposto deixará de ser cobrado de abril a junho, injetando R$ 7 bilhões na economia.

Empresas e empregadores domésticos

•        Suspensão das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por três meses, inclusive para empregadores domésticos. Valores de abril a junho serão pagos de julho a dezembro, em seis parcelas, sem multas ou encargos.

Compra de materiais médicos

•        Redução a zero das alíquotas de importação para produtos de uso médico-hospitalar

•        Desoneração temporária de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens necessários ao combate ao Covid-19

Contas de luz

•        As suspensões ou proibição de cortes de consumidores inadimplentes cabe a cada estado. No entanto, consumidores de baixa renda, que gastam até 220 quilowatts-hora (kWh) por mês, estarão isentos de pagarem a conta de energia. O valor que as distribuidoras deixarão de receber será coberto com R$ 900 milhões de subsídio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Contas de telefone

•        Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) comunicou a operadoras telefônicas que não cortem o serviço de clientes com contas em atraso. Serviços interrompidos deverão ser restabelecidos em até 24 horas. Decisão atende a liminares da 12ª Vara Cível Federal em São Paulo que valem para todo o país. A agência tentou recorrer das decisões, mas perdeu.

Dívidas em bancos

•        Autorizados por uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), os cinco principais bancos do país – Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander – abriram renegociações para prorrogarem vencimentos de dívidas por até 60 dias.

•        Renegociação não vale para cheque especial e cartão de crédito.

•        Clientes precisam estar atentos para juros e multas. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é preciso verificar se o banco está propondo uma pausa no contrato, sem cobrança de juros durante a suspensão, ter cuidado com o acúmulo de parcelas vencidas e a vencer e perguntar se haverá impacto na pontuação de crédito do cliente.

Financiamentos imobiliários da Caixa

•        Caixa Econômica Federal anunciou pausa de 90 dias os contratos de financiamento habitacional, para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra. Quem tinha pedido dois meses de prorrogação terá a medida ampliada automaticamente para três meses.

•        Clientes que usam o FGTS para pagar parte das parcelas do financiamento poderão pedir a suspensão do pagamento da parte da prestação não coberta pelo fundo por 90 dias.

•        Clientes adimplentes ou com até duas prestações em atraso podem pedir a redução do valor da parcela por 90 dias.

•        Carência de 180 dias para contratos de financiamento de imóveis novos.

Produtores rurais

•        CMN autorizou a renegociação e a prorrogação de pagamento de crédito rural para produtores afetados por secas e pela pandemia de coronavírus. Bancos podem adiar, para 15 de agosto, o vencimento das parcelas de crédito rural, de custeio e investimento, vencidas desde 1º de janeiro ou a vencer.

Estados devedores da União

•        Governo incluiu uma emenda ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), ainda em discussão na Câmara, para suspender os débitos dos estados com o governo federal por seis meses. A medida injetará R$ 12,6 bi nos cofres estaduais para enfrentarem a pandemia.

•        Enquanto a emenda não é votada, 17 estados conseguiram liminares no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspenderem as parcelas de dívidas com a União.

Edição: Bruna Saniele

Em reação à desaceleração de casos do novo coronavírus em diversos países da Europa e em algumas regiões norte-americanas, o dólar caiu para o menor nível em duas semanas. A bolsa de valores caiu depois de três altas seguidas, mas fechou a semana com alta de 12%. Mesmo assim, o dólar comercial encerrou a quinta-feira (9) vendido a R$ 5,091, com recuo de R$ 0,053 (-1,02%). 

A moeda chegou a operar em alta nos primeiros minutos de negociação, mas reverteu a tendência ainda durante a manhã. Na mínima do dia, por volta das 12h, a cotação chegou a atingir R$ 5,05. A cotação está no menor nível desde 26 de março, quando tinha fechado em R$ 4,996.

O Banco Central (BC) interveio no mercado. A autoridade monetária não vendeu dólares das reservas internacionais hoje, mas leiloou US$ 297 milhões em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Em 2020, o dólar comercial acumula alta de 26,85%.

Bolsa de valores

Depois de três dias seguidos de alta, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 77.682 pontos, com recuo de 1,2%. Mesmo assim, o índice acumula valorização de 12% na semana.

Há várias semanas, os mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia de coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.

Petróleo

A bolsa subiu durante quase todo o dia, mas reverteu a tendência depois do fim da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Os países fecharam um acordo para reduzir a produção global em 10 milhões de barris por dia em maio e junho. No entanto, dúvidas se países de fora da Opep também reduzirão a produção fizeram diversas bolsas internacionais cair.

A guerra de preços de petróleo começou há cerca de um mês, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços caindo por causa da baixa demanda provocada pela pandemia. Na semana passada, a cotação do barril do tipo Brent chegou a operar próxima de US$ 20, no menor nível em 18 anos. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo na camada pré-sal só é viável para cotações a partir de US$ 45.

Por volta das 18h30, o Brent era vendido a US$ 31,99, com recuo de 2,59%. As ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa, também caíram. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 3,66% nesta quinta. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 2,89%.

Edição: Fábio Massalli

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília

A Federação Internacional de Basquete (Fiba, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta (9) que definiu as datas do torneio pré-olímpico masculino, após adiar a competição em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

A decisão foi tomada durante uma reunião, por videoconferência, do Comitê Executivo da entidade.

Na reunião, a Fiba informou que recebeu na última semana “a confirmação das datas revisadas para Tóquio 2020”, que agora está programado para o período de 23 de julho a 8 de agosto de 2021.

Assim, no caso masculino, “os torneios de qualificação olímpica da Fiba serão disputados no período de 22 de junho e 4 de julho de 2021”. Porém, a confirmação depende de aprovação do Comitê Olímpico Internacional (COI).

Esta decisão afeta diretamente a seleção masculina de basquete, que está garantida no torneio Pré-Olímpico marcado para Split (Croácia). Na competição, o Brasil está na chave dos donos da casa e da Tunísia. O outro grupo é formado por México, Rússia e Alemanha. Apenas o campeão garante uma vaga nos Jogos de Tóquio.

Já no feminino tudo está definido, pois o Pré-Olímpico aconteceu antes da pandemia. A equipe do Brasil não conseguiu a vaga.

Edição: Fábio Lisboa  

Por Agência Brasil - Rio de Janeiro

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou hoje (9) um projeto de lei que suspende por 90 dias a inclusão de novos inscritos em serviços de proteção ao crédito como Serasa e SPC, o chamado cadastro negativo. A medida segue para análise do Senado Federal.

O texto é mais uma das medidas de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus e terá validade retroativa, a partir de 20 de março deste ano. O PL autoriza a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça a prorrogar a suspensão das novas inscrições nos cadastros de devedores enquanto durar a emergência em saúde pública.

Segundo o relator do projeto, deputado Julian Lemos (PSL-PB), a medida tem o objetivo de garantir acesso ao crédito a quem foi prejudicado com as medidas adotadas durante a pandemia. Pelo projeto, em casos de cobrança de multa por descumprimento da norma, o dinheiro deverá ser aplicado em medidas de combate à covid-19.

Contrário à proposta, o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) afirmou que haverá aumento de juros para todos os cidadãos e empresas, que serão penalizados pelos inadimplentes. 

“Muitos querem que seja aprovado esse projeto na vã ilusão de que haverá mais facilidade para acessar o crédito, mas a realidade é completamente outra. Se houver de fato mais facilidade para acessar o crédito com a aprovação dessa lei, da mesma forma esse crédito será muito mais caro, os juros dispararão. E teremos, por tanto, muito mais dificuldade em vermos os cidadãos mais pobres, que mais necessitam desse crédito, se recuperarem após esse período de crise, de pandemia”, argumentou.

O relator da proposta rebateu a crítica e afirmou que é preciso ter sensibilidade neste período de calamidade.  Segundo Lemos, a economia brasileira “está paralisada, amargando inúmeras perdas em função da restrição de circulação de pessoas por meio de isolamento e quarentenas”.

“Algumas pessoas falaram de aumento de juros. Isso não tem nada a ver. A questão é garantir que o bom pagador não se torne mau pagador e aquele que esteja em situação difícil tenha acesso ao crédito para cumprir seus compromissos, inclusive com a folha e com seus fornecedores”, explicou.

Edição: Aline Leal

Por Heloisa Cristaldo Repórter da Agência Brasil - Brasília


As doações de alimentos não param de chegar na Secretaria Municipal de Assistência e Inclusão Social (SMAIS). Nos últimos dias, a SMAIS recebeu a doação de 300 kg de arroz do Rotary Club de Livramento Armour e pelo menos 115 cestas básicas da família Brisolla.

Somam-se a essas, outras importantes doações da comunidade. Somente neste mês de abril foram doadas 292 cestas básicas, incluindo doações de integrantes da sociedade civil – por meio da Defesa Civil, servidores da Unipampa, Sindicato dos Bancários, Escolinha Algodão Doce, Lions Clube, Vale dos Sinos, Guarda Municipal, Centro Espírita Caridade e Ordem Demolay.

A partir do cadastro das famílias, aliado ao trabalho de triagem dos técnicos, as cestas básicas chegarão às famílias mais necessitadas neste período de pandemia. Até o último dia 07 de abril, 407 cestas básicas haviam sido entregues, atendendo o total de 403 famílias, o que compreende 1.583 pessoas.

A prefeita Mari Machado agradece as doações e destaca a importância da solidariedade neste momento.

Quer doar também? Entre em contato com a Defesa Civil através dos telefones (55) 996167613 ou (55) 999019874 que a equipe agenda a coleta e busca as doações em sua casa!

Foto: Assessoria de Comunicação Social || Fonte: Assessoria de Comunicação Social

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