Gisnei

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Ao todo, dez nadadores brasileiros disputaram as provas eliminatórias nesta manhã (13), na piscina do Parque Olímpico de Londres, na Inglaterra. Sete deles asseguraram vaga nas finais que ocorrem esta tarde, a partir das 14h. A pernambuca Maria Carolina Santiago avançou à final dos 100m livre classe S12 (baixa visão) com o melhor tempo (59s81), oito décimos mais rápida que a segunda colocada, a russa Anna Krivshina (1m00s62). Outra brasileira, a paraense Lucilene Souza se classificou em quarto lugar (1min02s19) e também se garantiu na final.

A final dos 50m livre classe S8 (lesão abaixo da L4, amputação acima dos dois  joelhos, amputação das duas mãos e diplegia leve) terá a presença do brasileiros Gabriel Cristiano que conseguiu a segunda melhor nota nas eliminatórias (27s06). A melhor foi do grego Dimosthenis Michalentzakis (26s59). A potiguar Cecília Araújo se garantiu na final feminina dos 50m livre classe S8, batendo novo recorde das Américas, cravando o tempo de 30s67. O melhor tempo foi da francesa Claire Supiot (30s56).

Outros brasileiros também disputam as finais. Confira os horários abaixo:


14h49 - 50m livre (S8) - Gabriel Cristiano

14h53 - 50m livre (S8): Cecília Araújo

15h10 - 50m livre (S6): Laila Suzigan

15h47 - 100m livre (S12) - Lucilene Sousa e Maria Carolina Santiago

16h37 - 100m livre (S11): Wendell Belarmino e Matheus Reine 

Três medalhas no quarto dia de competições

Nesta quinta-feira (12), a potiguar Edência Garcia, de 32 anos, brilhou na piscina de Londres: conquitou a medalha de ouro nos  50m costas classe S3 (lesão completa abaixo da vértera C7, ou incompleta abaixo da C6, e nadadores com quatro membros amputados),  se sagrando tetracampeã mundial  nessa prova. Edênia acumula os títulos mundiais em Mar Del Plata202, Durban 2006 e Eindhoven 2010, quando a brasileira ainda disputava pela classe S4. Em 2012, na Paralimpíada de Londres, na mesma piscina, a brasileira foi vice-campeã e ficou com a prata. 

Natural de Campinas, Daniel Dias, conquistou ontem a segunda  medalha nesta edição do Mundial: bronze nos 50m borboleta classe S5 (lesão na medula abaixo da vértebra T1-8, acondroplasia ou hemiplegia). A quinta-feira também foi boa para a potiguar Joana Neves, a Joaninha, que chegou em segundo lugar nos 50m borboleta classe S5 para mulheres, conquistando a prata.  Joaninha já havia ganho um  bronze nesta Mundial.  O Brasil ainda teve grande chance de mais uma medalha no revezamento  4x100m mixto classe: após uma disputa acirrada, o quatetro brasileiro terminou na quarta posição. Até agora, o Brasil soma quatro medalhas de ouro, três de prata e três de bronze, totalizando 11. No quadro geral de medalhas, o Brasilç ocupa a sétima posição. Grã-Bretanha e Itáia lideram a competição.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Por Cláudia Soares Rodrigues, repórter da TV Brasil

O Senado aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 79/2016 que promove uma reforma na legislação de telecomunicações. A matéria muda a forma de exploração dos serviços de telefonia fixa, que poderão passar de concessão para autorização, e prevê a possibilidade de aplicação dos saldos dessa transição em investimentos em banda larga, além de dar mais poderes às empresas do setor para o uso das faixas do espectro de radiofrequências. A efetivação da proposta, no entanto, dependem de complexas regulamentações. A lei segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

A relatora da matéria na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, Daniella Ribeiro (PP-PB), classificou a nova lei como um avanço. “Queremos dar ao Brasil um tempo de atualização de uma lei de mais de 20 anos, feita na lógica da telefonia fixa. Estamos criando condições para que povo brasileiro esteja pronto para a revolução tecnológica, com forte impacto econômico e social”, afirmou. O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) acrescentou que os recursos aplicados contribuirão para a implantação de novas tecnologias.

Com um acordo de lideranças, a maioria das bancadas votou favorável à proposta. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi voz divergente e criticou a matéria pelo repasse de infraestrutura pública empregada na oferta do serviço de telefonia às empresas, que hoje o exploram sem garantias. “Estamos entregando para as teles concessões públicas. Esse projeto faz um leilão, a doação de bens públicos sem contrapartida. É um crime de lesa-pátria nos termos em que está sendo colocado”.

Mudanças

Segundo o PLC, as empresas que adquiriram o direito de exploração da infraestrutura das redes do antigo Sistema Telebrás, por ocasião da privatização, poderão passar para um regime com menos obrigações. Os atuais contratos de concessão, que iriam até 2025, poderão, a pedido da companhia, migrar para autorizações. Com isso, deixarão de estar submetidas a controles do Estado na categoria denominada “regime público”, como metas de universalização, obrigação de continuidade e controle tarifário.

As concessionárias que optarem pela transição (Oi, Vivo Fixo, Embratel/Net, Sercomtel e Algar) serão objeto de cálculo, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para avaliar a diferença entre as receitas que receberão na nova modalidade e aquelas que aufeririam se mantida a concessão. Dentro disso estão envolvidas as redes exploradas por essas empresas na prestação do serviço, cujos valores variam.

A matéria também tira a responsabilidade da União por serviços de telecomunicações essenciais, que poderão ser prestados em regime privado. Atualmente, apenas a telefonia fixa se enquadra nessa condição, mas a Lei Geral de Telecomunicações (nº 9472/1997) concedia ao Executivo o poder de incluir outros serviços nessa categoria, o que implicaria obrigações do regime público. 

Outra alteração é dar a empresas que exploram faixas de frequência (“espaços” no espectro eletromagnético utilizados, por exemplo, para a transmissão de sinal de rádio e TV, telefonia celular, serviços por satélite e internet móvel) o direito de comercializar “partes” dessas faixas, criando o que vem sendo chamado de “mercado secundário de espectro”. A companhia paga pela exploração e poderá fazer negócios com parte desse “espaço”.

Implantação

A implantação dessas mudanças, no entanto, e a concretização dos investimentos ressaltados pelos apoiadores do projeto dependem de diversas medidas do Poder Público. Entre elas estão, primeiro, as regras para a transição, que deverão ser definidas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). De acordo com o secretário de Telecomunicações da pasta, Vitor Menezes, um decreto deverá ser publicado com a regulamentação. 

A segunda ação é o cálculo da diferença da transição e dos bens envolvidos nos contratos. Esse ponto foi objeto de polêmica, uma vez que avaliações da Anatel, das empresas e do Tribunal de Contas da União chegaram a valores bastante diferentes, de R$ 17 bilhões a R$ 105 bilhões. Durante a tramitação do projeto, organizações mostraram o risco de aprovação sem que os valores ficassem claros.

Segundo o superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel, Nilo Pasquali, o saldo será projetado por uma consultoria e levará em consideração a diferença entre as receitas estabelecidas nos novos e antigos contratos a partir da aprovação até o fim da concessão, no período entre 2019 e 2025. Se o resultado for positivo às empresas, elas devolverão o montante à União, para uso em investimentos em banda larga. Pasquali argumentou que a infraestrutura não será contabilizada diretamente, mas apenas indiretamente, à medida de sua contribuição para o valor econômico do mercado. 

O Ministério da Ciência e Tecnologia vai definir os critérios para a destinação dos eventuais recursos provenientes desse saldo. Na sessão de aprovação, senadores de bancadas do Norte e Nordeste defenderam que esse montante fosse direcionado aos locais com problema de conectividade, com foco nessas regiões.

O secretário de Telecomunicações do ministério afirmou à Agência Brasil que o decreto presidencial 9.612/2018 sobre o tema já estabelece algumas diretrizes, como o fomento à infraestrutura em localidades “remotas, com prestação inadequada e em situação de vulnerabilidade social”. Mas o detalhamento concreto dos recursos ainda será objeto de novos instrumentos regulatórios do Executivo.

O Sindicato das Empresas de Telecomunicações (Sinditelebrasil) comemorou a aprovação do PLC, argumentando que ele “moderniza o ambiente legal e regulatório do setor ao constituir fundamentos para a expansão da banda larga fixa e móvel”. Na avaliação do sindicato, o novo marco permitirá que “investimentos obrigatórios em soluções obsoletas, como os orelhões, passem a ser destinados à ampliação do acesso à internet em áreas sem infraestrutura adequada, visando à redução das desigualdades”.

A Coalizão Direitos na Rede, que representa mais de 30 entidades de defesa dos direitos dos cidadãos, manifestou preocupação com a implantação do projeto. A Anatel não tinha norma de controle dessas redes até 2007. Mesmo depois de aprovada a resolução de controle de bens reversíveis, como constatou o Tribunal de Contas da União em decisão de 2015, a agência continua sem o controle efetivo dos bens reversíveis.

"Estamos falando da entrega de bens vinculados aos contratos de concessão, entre eles os mais valiosos - como dutos e redes de cobre –, já avaliados pela Anatel com valor presente líquido em 2013 de R$ 71 bilhões e cujo controle pela agência foi questionado pelo TCU. Como o PLC diz que o valor da transição considerará apenas a previsão de ganhos econômicos de agora até 2025, sem as informações desde o início da exploração, em 1997, todo o patrimônio será entregue para empresas que já têm posição privilegiada concentrando mercados, sem as devidas contrapartidas econômicas, contra determinações constitucionais. O investimento tão prometido pode ser uma quantia irrisória perto do que está sendo dado às concessionárias", diz a advogada e integrante da coalizão Flávia Lefèvre. 

Edição: Graça Adjuto
 
Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Medida Provisória (MP) nº 889/2019 autorizou duas novas modalidades de saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A primeira é o saque imediato, que permite o trabalhador sacar até R$ 500.  A segunda modalidade é o saque aniversário que passará a valer a partir do próximo ano.

Em transmissão ao vivo pelo Facebook, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, esclareceu dúvidas sobre o saque imediato. O pagamento começa nesta sexta-feira (13) para os trabalhadores que possuem conta poupança na Caixa. Veja o calendário de saque do FGTS para quem não tem conta na Caixa e saiba como sacar o FGTS.

Edição: Liliane Farias

Por Agência Brasil

 

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O avanço da Peste Suína Africana na Ásia e Europa, os casos de Peste Suína Clássica no Nordeste Brasileiro e o intenso trânsito internacional de pessoas e mercadorias motivaram uma série nacional de eventos para alertar e capacitar técnicos e produtores da suinocultura. O Workshop sobre Doenças Virais de Importância na Produção de Suínos é uma promoção da Associação Brasileira de Criadores de Suínos e outras entidades e conta com o apoio do Fundesa nas duas edições gaúchas. Ao todo são 14 eventos espalhados pelo país, com o objetivo de esclarecer sobre as principais enfermidades que atingem o rebanho suíno nacional.

Como palestrante dos eventos foi convidada a pós-doutora em Medicina Veterinária Preventiva e consultora em saúde animal, Masaio Mizuno Ishisuka. Além da Peste Suína Clássica e Africana, enfermidades como Síndrome Respiratória e Reprodutiva Suína e doenças vesiculares, como Febre Aftosa e Sêneca Vírus também serão abordadas.

A primeira edição gaúcha será em Porto Alegre na próxima segunda-feira (16), no auditório do Ministério da Agricultura. Já o segundo evento deverá acontecer em Passo Fundo, na quarta-feira (18), na Faculdade de Medicina Veterinária da UPF. O evento já passou pelo Mato Grosso do Sul, Brasília, Ceará, Goiás, São Paulo, Espirito Santo, Paraná e Santa Catarina. Depois do Rio Grande do Sul ainda vai à Bahia, Mato Grosso e Minas Gerais.


Thais D'Avila

jornalista do Fundesa-RS

 

O setor agropecuário é o segmento que mais contribui positivamente para o PIB brasileiro. Nesse contexto, o Sicredi busca contribuir com seus associados, disponibilizando o máximo de recursos para o atendimento de suas demandas para produzir e cumprir o seu propósito, que é alimentar as pessoas. 

No Rio Grande do Sul, o Sicredi vem se consolidando como um importante apoiador do setor produtivo do Estado. A instituição cooperativa financeira aparece em primeiro lugar no número de operações de crédito rural no Plano Safra 2018/2019. Em volume concedido, no último ciclo, a Cooperativa ocupa o segundo lugar no Estado. 

No contexto nacional, a Sicredi Pampa Gaúcho teve destaque, quando colocou três de seus 11 municípios entre os de maior volume em concessão de crédito rural. Entre as cinco cidades que concentraram maior quantidade de operações no custeio pecuário liberados no Brasil, estão Rosário do Sul, com 410 operações e Alegrete, com 341 contratos efetivados. Entre as que mais liberaram recursos para comercialização em termos de volume na safra 2018/2019 estão Uruguaiana e Alegrete, com um montante de 152 operações. 

Somente na região da Sicredi Pampa Gaúcho, foram liberados recursos para os 12 municípios da área de atuação, totalizando R$ 492 mil em crédito rural, envolvendo contratos de investimento, custeio e comercialização. 

Na safra 2018/2019, o Sicredi teve um crescimento de 26% no volume de crédito rural em relação à safra anterior. Foram R$ 18 bilhões liberados, em 183 mil operações de Crédito Rural, em mais de 1.700 cidades de 22 estados. “Este número confirma a ampla rede de atuação do Sicredi”, comemora Marcelo Righi, gerente do Ciclo de Crédito da Sicredi Pampa Gaúcho. 

Grande parte dos associados não possuem recursos próprios para os custos do plantio das culturas e dependem de uma instituição financeira. Para tanto, fomentar a poupança para ter recursos para o crédito rural é o caminho para a autonomia da Cooperativa. “A maior fonte de recursos do crédito rural foi a poupança”, lembrou Righi. 

O crédito rural reforça o propósito da Cooperativa, porque contribui para a comercialização de outros produtos, desenvolve as cadeias produtivas e, especialmente, atende às necessidades dos produtores rurais.

Mônica Freitas Valle Corrêa

Assessora de Comunicação e Marketing

Para atender empreendedores e consumidores, o Sicredi oferece a seus associados uma máquina de cartões que está proporcionando mais agilidade nos recebimentos das vendas realizadas.

A Cooperativa oferece soluções financeiras responsáveis e que atendem as necessidades dos associados e a máquina de cartões integra esse portfólio, com o diferencial de ter taxas competitivas se comparadas às praticadas no mercado.

A máquina de cartões do Sicredi oferece uma série de vantagens aos associados, com destaque para segurança nas operações, centralização dos recebíveis, taxas mais acessíveis, possibilidade de escolher a data e como quer receber as vendas a crédito a partir de um dia, além de uma plataforma de gerenciamento exclusiva.

Os interessados podem solicitar a máquina de cartões do Sicredi em qualquer agência da Sicredi Pampa Gaúcho.

Benefícios da máquina de cartões Sicredi:

· Aceita cartões de crédito, débito e voucher

· Modelos de máquinas adaptáveis ao seu negócio

· Atendimento nas agências do Sicredi e canais de atendimento telefônico

· Atendimento personalizada

· Portal completo com fácil interação para controle e gestão do seu negócio

· Trabalha com as principais bandeiras do mercado

Mônica Freitas Valle Corrêa

Assessora de Comunicação e Marketing

Embalado após vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo, conquistada no último sábado (07/09), em partida da 18ª rodada do Brasileirão; o Clube do Povo se reapresentou na tarde desta segunda-feira, no Beira-Rio, para iniciar os trabalhos com vistas à primeira partida da decisão da Copa do Brasil. O confronto, contra o Athletico Paranaense, acontece na próxima quarta-feira (11/09), às 21h30, na Arena da Baixada.

As atividades de hoje foram as únicas, dentre as que antecedem o duelo de ida, realizadas em Porto Alegre. O elenco colorado embarca para Curitiba já no início da noite desta segunda (09/09), com desembarque na capital paranaense previsto por volta das 22h. Assim, realizará, no sintético gramado da Arena da Baixada, casa do Athletico, o treino de véspera da partida.

Antes dos trabalhos, o meio-campista Edenilson concedeu entrevista coletiva na sala de imprensa do CT Parque Gigante. O atleta, que marcou gols nas duas partidas das semifinais, definiu a mentalidade diante de mais uma semana decisiva para o Internacional. "O que queremos para o segundo jogo vai passar muito pela primeira partida".

O Inter chegou à final da Copa do Brasil depois de eliminar Paysandu, vencedor da Copa Verde, Palmeiras, atual campeão brasileiro, e Cruzeiro, bicampeão da Copa, nas respectivas fases de oitavas, quartas e semifinal. Estando 100% em casa na competição, com vitórias nas três partidas que disputou no Beira-Rio, o Clube do Povo alcançou, ainda, outros dois triunfos - e somente um revés - nos duelos jogados fora de seus domínios. Os ingressos disponibilizados à torcida colorada para o confronto desta quarta já estão esgotados, enquanto o serviço de jogo para o embate da próxima semana, marcado para o dia 18, será liberado nesta quinta-feira (12/09). Vamos juntos em busca do bicampeonato. Vamo, Inter!

 

Dos 183 países integrantes da Organização Mundial da Saúde (OMS), apenas 38 pesquisados pelo organismo, entre eles o Brasil, contam com uma estratégia nacional de prevenção ao suicídio. Embora represente um aumento de quase 35% em comparação aos 28 países que, já em 2014, tinham estabelecido políticas públicas para lidar com o tema, o resultado ainda é considerado insuficiente pela OMS.

Em um relatório divulgado, hoje (9), véspera do Dia Mundial para a Prevenção ao Suicídio, a organização alerta sobre a necessidade dos governantes mundiais estabelecerem estratégias nacionais, instituindo medidas preventivas e orientações claras para auxiliar a população a lidar com o tema, que costuma ser encoberto por uma nuvem de preconceitos e incompreensão.

De acordo com a organização, uma pessoa se suicida a cada 40 segundos, no mundo. Número que, conforme destaca o relatório, não representa fielmente a realidade, já que, para cada morte devidamente registrada, há muitas outras tentativas e óbitos que não chegam a ser contabilizados como suicídios.

Segundo a OMS, apenas 80 dos 183 países-membros da organização dispõem de informações de “boa qualidade” sobre o tema, o que dificulta a elaboração de uma estratégia nacional eficaz. Ainda de acordo com a OMS, 79% de todos os casos mundiais se concentram em países de baixa renda – ainda que, por razões demográficas, as maiores taxas de casos por cada grupo de 100 mil habitantes tenham sido registradas nos países desenvolvidos e de maior poder aquisitivo, diz a organização.

Jovens

O autoextermínio já é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, atrás apenas dos acidentes de trânsito, segundo a OMS. Globalmente, se analisados os gêneros, o suicídio é a segunda causa de mortes entre meninas de 15 a 19 anos (depois de problemas decorrentes da maternidade) e a terceira entre garotos da mesma faixa etária (superada por acidentes de trânsito e por casos de agressão).

Após avaliarem experiências bem-sucedidas em diversas nações, os responsáveis pelo relatório apontam que as formas mais eficazes de reduzir o número de suicídios incluem medidas para dificultar o acesso a alguns meios de se matar; a sensibilização dos meios de comunicação sobre a importância de abordar o assunto da forma correta; a oferta de programas que ensinem os jovens a lidar com as frustrações e problemas cotidianos e a identificação de pessoas sob risco, oferecendo-lhe todo o apoio necessário.

Dentre as medidas, a OMS destaca as restrições ao livre acesso a pesticidas como a mais eficaz, já que a letalidade desses produtos é muito alta. Dados internacionais apontam que a proibição dos produtos mais perigosos à saúde humana contribuiu para a redução das taxas de suicídio em vários países, como o Sri Lanka, onde, segundo a OMS, uma série de medidas restritivas reduziram em cerca de 70% a taxa de suicídio, ajudando a salvar em torno de 93 mil vidas entre 1995 e 2015. Outra fonte de preocupação dos especialistas em todo o mundo é o acesso às armas de fogo.

Renda

A OMS ressalta que, embora a ligação entre suicídio e transtornos mentais, particularmente transtornos relacionados à depressão e ao uso de álcool, esteja bem documentada em países com renda elevada, muitos suicídios ocorrem impulsivamente durante tempos de crise que minam a capacidade de enfrentar as tensões da vida, como problemas financeiros, quebra de relacionamento ou dor e doença crônica.

Além disso, experiências relacionadas a conflitos, desastres, violência, abuso, perdas e sentimentos de isolamento estão intimamente ligadas ao comportamento suicida. As taxas de suicídio também são altas entre grupos vulneráveis sujeitos a discriminação, por exemplo, refugiados e migrantes; comunidades indígenas; pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, intersexuais e presos.

Desde 2006, quando foi publicada a Portaria nº 1.876, o Brasil conta com diretrizes para a prevenção ao suicídio. A norma estabelece que as medidas devem ser implantadas em todas as unidades da federação e incluir, entre outras ações, medidas de promoção de qualidade de vida, de educação, de proteção e de recuperação da saúde e de prevenção de danos, a fim de fazer frente aos casos de suicídios, classificados como "um grave problema de saúde pública, que afeta toda a sociedade e que pode ser prevenido".

No ano de publicação da portaria, o Ministério da Saúde apontava o "aumento observado na frequência do comportamento suicida entre jovens entre 15 e 25 anos, de ambos os sexos, escolaridades diversas e em todas as camadas sociais", como uma razão para a adoção de diretrizes nacionais.

Edição: Fernando Fraga
Por Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil 

A Caixa Econômica Federal inicia nesta semana o pagamento de até R$ 500 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os repasses serão feitos até 31 de março de 2020, conforme a data de nascimento dos beneficiários.

O valor será depositado automaticamente, na próxima sexta-feira (13), para pessoas nascidas em janeiro, fevereiro, março e abril, que têm conta poupança na Caixa.

Aqueles com data de aniversário em maio, junho, julho e agosto, recebem a partir do dia 27 de setembro de 2019. Para trabalhadores nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro, o pagamento será feito a partir do dia 9 de outubro de 2019.

Segundo a Caixa, cerca de 33 milhões de trabalhadores receberão o crédito automático na conta poupança. Os clientes do banco que não quiserem retirar o dinheiro têm até 30 de abril de 2020 para informar a decisão em um dos canais divulgados pela Caixa: siteInternet Banking ou aplicativo no celular.

De acordo com a Caixa, o crédito automático só será realizado para quem abriu conta poupança até o dia 24 de julho de 2019.

O pagamento aos não correntistas da Caixa seguirá o seguinte cronograma:

Tabela do PIS para não correntistas
Tabela do PIS para não correntistas - Arte EBC

Para saber os valores disponíveis para o saque, os canais de recebimento e as opções de crédito em conta, é só acessar o site da Caixa e informar número do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas), do NIS (Número de Identificação Social), do PIS (Programa de Integração Social) ou do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e a data de aniversário. Os saques de até R$ 100 poderão ser realizados em casas lotéricas, com apresentação de documento de identidade original com foto e número do CPF. Será feita a leitura da digital no momento do saque. Para quem possui cartão Cidadão e senha, o saque poderá ser feito nos terminais de autoatendimento, em unidades lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui. Quem não tem o cartão Cidadão, deve procurar uma agência da Caixa.

Saque aniversário

Outra modalidade de saque, válida para o próximo ano, será o saque aniversário. Os trabalhadores interessados em migrar para essa sistemática poderão comunicar à Caixa, a partir de 1º de outubro de 2019. Ao confirmar esta opção em um dos canais divulgados pelo banco, o trabalhador deixará de efetuar o saque em caso de rescisão de contrato de trabalho.

Quem realizar a mudança, só poderá retornar à modalidade anterior após dois anos da data da solicitação à Caixa.

Caso o trabalhador não comunique o interesse no tipo de saque, a regra da rescisão será mantida.

A decisão de migrar para a modalidade do saque aniversário, não anula a multa de 40% em caso de demissão sem justa causa.

Edição: Valéria Aguiar
 
Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil 
 
 
José Cruz/Agência Brasil
No dia 14, a partir das 8h30, acontece a Feira de Artesanato e Produtos Locais, promovida pela Secretaria de Turismo.
O evento, antes denominado Coreto Cultural, será realizado no Largo Hugolino Andrade, e contará com artesanato, produção das agroindústrias, shows e apresentação de bailados.
Agende-se e venha prestigiar mais este evento que busca valorizar nossos produtos e a cultura local.

 

Foto: Assessoria de Comunicação Social || Fonte: Assessoria de Comunicação Social

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