Gisnei

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A Secretaria Estadual da Saúde (SES) emitiu nesta sexta-feira (20) uma nota informativa destinada a todos os serviços de assistência da rede pública e privada sobre o cenário epidemiológico do sarampo no Rio Grande do Sul. Neste ano, já foram confirmados no estado 13 casos da doença, registrados nos municípios de Porto Alegre (oito casos), Alvorada (dois casos), Viamão, São Luiz Gonzaga e Vacaria. A orientação aos profissionais de saúde é que estejam atentos aos sintomas e critérios de casos suspeitos, notificando essas ocorrências às secretarias municipais de saúde e ao Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs).

Todo o continente americano foi considerado livre do sarampo em setembro de 2016, após a ausência da circulação do vírus pelo período de 12 meses. No entanto, ainda existem muitos países no mundo onde a doença ainda circula. Na Europa, desde 2016, já foram identificados mais de 20 mil casos e 35 mortes. A partir do ano passado, as Américas voltaram a registrar casos importados. Em 2018, até o dia 16 passado, já foram confirmados mais de 2,1 mil casos, envolvendo 11 países, dos quais cerca de 1,4 mil foram registrados na Venezuela. No Brasil, já foram confirmados, neste ano, 682 casos, distribuídos em Roraima (216 casos, duas mortes), Amazonas (444 casos, uma morte), São Paulo (um caso), Rondônia (um caso), Rio de Janeiro (sete casos), além dos 13 casos no RS.

No Rio Grande do Sul, antes de ocorrer o processo de eliminação do vírus, o último caso confirmado no estado foi em 1999. Em 2010, houve oito casos importados e em 2011 foram sete. Desde então, o RS não registrava a circulação do vírus até o seu retorno em 2018.

Casos suspeitos

É considerado como caso suspeito de sarampo todo indivíduo que, independente da idade e situação vacinal, apresentar febre e exantema maculopapular (manchas vermelhas na pele), acompanhados de um ou mais dos seguintes sintomas: tosse, coriza e/ou conjuntivite. É importante que no processo de investigação se identifique história de viagem ou contato com viajantes para áreas com circulação do vírus, nos últimos 30 dias.

Vacinação é a forma mais efetiva de se proteger

A mais efetiva forma de prevenção é a vacinação. Para ser considerada vacinada, a pessoa precisa ter o registro em caderneta de vacinação conforme esquema vacinal. A rede pública de saúde oferece gratuitamente a vacina tríplice viral (que protege contra o sarampo, rubéola e caxumba) para a população de 12 meses a 49 anos de idade e para profissionais de saúde e demais pessoas envolvidas na assistência à saúde hospitalar.

O esquema recomendado no calendário infantil é de duas doses, aplicada aos 12 meses de idade com a tríplice viral (TV) e aos 15 meses com a vacina tetraviral (que protege contra varicela além do sarampo, rubéola e caxumba). Para crianças acima desta idade, adolescentes e adultos até 29 anos de idade, o esquema é de duas doses com a vacina TV. Já pessoas entre 30 e 49 anos são consideradas vacinadas aquelas que comprovarem uma dose da vacina TV.

Campanha de vacinação para crianças menores de 5 anos

Ocorre entre os dias 6 e 31 de agosto a campanha nacional de vacinação contra o sarampo e a poliomielite. As vacinas serão destinadas para a faixa etária de 1 ano até menores de 5 anos, que no Rio Grande do Sul representam 528 mil crianças e a meta é alcançar, ao menos, 95% delas. Todas as crianças deste grupo, durante a campanha, devem receber uma dose extra da vacina tríplice viral, independente da sua situação vacinal (esquema completo ou incompleto). Fora da época de campanha, essas e os outras vacinas do calendário básico estão à disposição nas Unidades Básicas de Saúde ao longo dos 12 meses, dentro das idades preconizadas para as doses.

NOTA INFORMATIVA

Texto: Ascom SES
Edição: Léa Aragón/ Secom

A Vinícola Ravanello, no município de Gramado (RS), é a primeira empresa brasileira a apresentar o selo da produção integrada em seus rótulos, certificação que atesta o emprego de boas práticas agrícolas e de produção. A chancela assegura que o produto cumpriu uma série de quesitos, que vão desde a redução do uso de químicos na lavoura até a preocupação com a saúde do trabalhador e a sua capacitação, entre vários outros itens que também dão segurança ao consumidor.

Após acompanhamento técnico e auditorias, os vinhos Chardonnay e um assemblage de Merlot e Cabernet Sauvignon, elaborados na Safra 2017/18, receberão o certificado e a autorização do Instituto de Avaliação da Qualidade de Produtos da Cadeia Agro Alimentar (Certifica) para a impressão de selos da produção integrada para as garrafas. O Programa da Produção Integrada tem a chancela do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

A conquista do vinho certificado é o resultado de nove anos de pesquisas científicas, período no qual foi avaliado e validado todo o sistema de manejo da uva e o processo de elaboração da bebida. Segundo o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho (RS) Samar Velho da Silveira, que lidera o projeto de produção integrada, à medida que as normas propostas pela equipe técnica iam sendo avaliadas e validadas, as vinícolas parceiras já incorporavam as práticas em suas rotinas. “A parceria com produtores nesse processo foi fundamental para conseguirmos ter um sistema que funciona na prática. É um novo momento para os vinhos brasileiros”, comemora o cientista.

Selo é diferencial no mercado

Silveira explica que a produção integrada é um sistema de certificação que tem a sua base na adoção de boas práticas, tanto agrícolas quanto de fabricação, no qual por meio do uso do manejo integrado de pragas e doenças se busca a redução de uso de agroquímicos, visando à ausência de resíduos químicos, físicos e biológicos nos produtos ou, se existirem, que estejam dentro de padrões de segurança estabelecidos na legislação brasileira, oferecendo assim alimentos seguros e de alta qualidade aos consumidores. “A Produção Integrada é a consolidação do melhor conhecimento agronômico disponível, que permite uma produção ambientalmente sustentável. Ao cumprir a normativa, os agricultores poderão certificar seus vinhos e usar o selo Brasil Certificado, diferenciando o produto no mercado”, declara.

O sistema também leva em conta aspectos sociais da produção, como a saúde do trabalhador rural, isenção do uso de mão de obra infantil e o constante treinamento das pessoas. “O resultado final é uma garrafa de vinho com um selo que garante acesso a mercados exigentes e que possibilita a rastreabilidade de todo o sistema”, pontua Silveira. Todo o histórico da produção na propriedade fica registrado nos “Cadernos de Campo” e nos “Cadernos do estabelecimento Vinícola”, que é um dos materiais auditados pela certificadora. A vinícola pode adicionar um código de barras ou um código QR ao rótulo para que essas informações possam ser visualizadas pelo consumidor por meio de seu aparelho celular ou tablet.

A certificação

Para um vinho receber o selo da produção integrada, um longo caminho deve ser percorrido. O produtor deve contar com assistência técnica capacitada e habilitada em Produção Integrada de Uva para Processamento (PIUP) para conduzir as práticas de manejo no parreiral, atendendo aos princípios e às Normas Técnicas. Entre elas, conduzir sua área dentro das normas durante um ano prévio à certificação e ser auditado por uma certificadora independente, nesse caso, o Instituto de Avaliação da Qualidade de Produtos da Cadeia Agro Alimentar (Certifica).

Nede Lande Vaz da Silva, diretor do instituto, comenta que todo o processo de certificação é acompanhado a partir de uma lista de checagem detalhada, que envolve a produção da uva ao longo da safra no campo, começando já na época da poda, passando pela colheita, vinificação e dos testes em laboratórios terceirizados para identificar a possível existência de resíduos no vinho. “É um processo bastante demorado e minucioso. Percorremos todo o caminho da produção que se encerra com a análise dos vinhos, dos quais somos responsáveis pela coleta das amostras, que são lacradas e enviadas ao laboratório”, explica.

O laudo técnico do laboratório vai para a certificadora, que confere se todas as moléculas que integram a grade de agroquímicos da cultura estão dentro dos limites estabelecidos pelo Mapa e pela Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Se tudo estiver de acordo, a empresa emite o certificado e autoriza a emissão do selo, que contém a marca do Programa Brasil Certificado, do Mapa e da certificadora. A emissão dos selos é controlada pela certificadora, que autoriza a gráfica a imprimir somente a quantidade de selos necessária para as garrafas que receberão o vinho elaborado dentro do sistema de produção integrada.

A Ravanello passou pela fase da auditoria em campo em outubro de 2017, e da vinícola em janeiro de 2018. Em abril deste ano, finalizando o processo, os vinhos foram coletados e as análises de resíduos foram realizadas em laboratório. “Todo o processo segue à risca um grande check list, que garante um produto final de qualidade. Atualmente, o consumidor brasileiro ainda não reconhece a certificação de produção integrada como um diferencial, mas é uma questão de conscientização e de tempo”, avalia Silveira. Ele comenta que, além da uva para elaboração de sucos e vinhos, a Empresa também tem sido responsável pela certificação da Produção Integrada de maçãs e morango.

Saiba mais

Por meio do Plano Agro+, em novembro de 2016 o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou a instrução normativa contemplando as Normas Técnicas Específicas (NTE) para 13 culturas agrícolas, entre elas a da uva para processamento.  Com essa publicação, criada com base na documentação elaborada pela Embrapa Uva e Vinho, os agricultores poderão aderir, de modo voluntário, às respectivas Normas Técnicas, passando a cultivar de acordo com a Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil), voltada à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente e da saúde do agricultor e dos consumidores.

O conceito de Produção Integrada foi criado na Europa na década de 1970. Naquela época, manifestaram-se nos círculos científicos preocupações quanto ao alcance restrito do manejo integrado de pragas, como estratégia utilizada para racionalização e redução de uso de agroquímicos e de sustentabilidade da atividade frutícola. Em 1989, estabeleceu-se um regulamento que foi aceito e reconhecido pela Organização Internacional de Luta Biológica de Pragas (IOBC). No Brasil, foi criado um modelo de pesquisa e desenvolvimento pela Embrapa Uva e Vinho, inicialmente validado para a cultura da maçã, que foi o primeiro produto brasileiro a receber a certificação de Produção Integrada.

A Produção Integrada de Uva para Processamento foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com instituições de pesquisa, de extensão e do setor produtivo, como a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Governo do Rio Grande do Sul (Emater/Ascar-RS), Tecnovin do Brasil, Cooperativa Nova Aliança, e as vinícolas Almadén, Luiz Argenta, Ravanello, Perini e Santa Maria.

No Brasil, a viticultura ocupa uma área aproximada de 82,5 mil hectares, produzindo anualmente em torno de 1,34 milhão de toneladas de uvas. A cultura da videira tem importante relevância socioeconômica para o País, sendo o Rio Grande do Sul o maior polo vitivinícola do Brasil, responsável por cerca de 90% da produção nacional de vinhos e sucos.

Entre 2010 e 2015, foram elaboradas e harmonizadas as normas PIUP, os Manuais Técnicos e os Documentos de Acompanhamento (Caderno de Campo, Caderno do Estabelecimento Vinícola e a Grade de Agroquímicos), que dão suporte à adoção do sistema de produção integrada. As normas PIUP foram então repassadas ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para publicação em Diário Oficial, de maneira que os produtores e as vinícolas interessadas possam adotar o sistema de forma oficial.

Segundo Silveira, a expectativa é que outras vinícolas tenham sua produção certificada e que os viticultores de outras regiões sigam a experiência e mostrem o caminho para outras empresas.

 

Viviane Zanella (MTb 14004/RS) 
Embrapa Uva e Vinho 

Contatos para a imprensa 
 
Telefone: (54) 3455-8084

 

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Abrindo as comemorações da Semana de Aniversário dos 195 anos de Sant'Ana do Livramento, a Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Desenvolvimento, promove na próxima segunda-feira (23), mais uma edição do projeto "Diálogos pelo Desenvolvimento". A atividade contará com a participação dos diretores da Olivo Pampa e apresentará uma homenagem ao empresário Enço Nocchi. O "Diálogos pelo Desenvolvimento" inicia às 19h, no Salão Nobre da Prefeitura.




 

 

Em 2016 os registros de sarampo e poliomielite tiveram uma queda, mas aumentaram em 2017 no mundo inteiro. As estimativas de imunização mais recentes foram divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo UNICEF.

De acordo com as organizações, esse aumento dos casos no último ano pode ter sido resultado da baixa cobertura vacinal em alguns países. No período analisado foram registrados 173.330 casos de sarampo, um aumento de mais de 41 mil casos em um ano. Sendo que 775 desses casos, foram na região das Américas. Já para poliomielite foram registrados 96 casos, um aumento de 54 casos a mais do que em 2016. Desses casos, nenhum foi confirmado na região das Américas.

Outras doenças também tiveram um aumento considerável. Mais de 16 mil casos de difteria foram registrados em 2017, causando um aumento de mais de 9 mil casos comparado ao ano de 2016. desse número, 872 casos foram na região das Américas. Além disso, 830 casos de Síndrome da Rubéola Congênita (SRC), mostrando um crescimento de 367 casos se comparado com 2016.

Todas as doenças citadas acima podem ser prevenidas com vacinas, alerta a OMS. A vacina Tetra Viral, que previne o sarampo, caxumba, rubéola e catapora, apresenta o menor índice de cobertura: 70,69% em 2017. Seguido da vacina de Rotavírus Humano que ficou 20% abaixo da meta.

 
Já o índice de cobertura contra a poliomielite ficou em 77%. Segundo o Ministério da Saúde, 312 municípios brasileiros estão com baixa cobertura para a vacina contra a poliomielite.
 
Fonte: https://www.minhavida.com.br

Ainda com o cenário das coligações indefinido, os partidos políticos iniciam nesta sexta-feira (20) as convenções nacionais que vão decidir os candidatos à Presidência da República, nas eleições de outubro. Os nomes dos candidatos a presidente e a vice têm que ser aprovados nas convenções até 5 de agosto e registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 15 de agosto.

Neste momento, há 18 pré-candidatos, mas esse número já foi superior a 20 - alguns desistiram no meio do caminho, outros foram barrados pelos partidos políticos. O total de candidatos poderá ser menor, já que alguns partidos, como o DEM, o SD e o PCdoB, estão sendo provocados a desistir da candidatura própria para apoiar chapas mais competitivas.

O quadro de indefinição, segundo o cientista político Leonardo Barreto, se deve a fatores diversos, começando pelo fato de o Palácio do Planalto não estar influenciando o processo eleitoral. "Quando o Executivo está forte, tentando a reeleição ou fazer o sucessor, a tendência é que a coligação governista seja reproduzida, a oposição se organize e até surja a terceira via. Neste ano, o governo não tem um candidato forte nem colocou peso no candidato da oposição. Isso levou à pulverização de candidaturas", argumentou.

Neste cenário com vários candidatos, avaliou Barreto, até agora nenhum nome empolgou nem se apresentou como favorito, o que cria dificuldades para os partidos se posicionarem, pois todos querem apostar em alguém com chances de vitória. Além disso, os partidos querem ter claro o papel que exercerão no futuro governo. "Todos esses fatores levam ao quadro de barata voa nas convenções", afirmou.

Articulações

Três partidos - PDT, PSC e PCB - têm reuniões marcadas para amanhã (20). Em Brasília, os convencionais do PDT e do PSC vão decidir se confirmam as candidaturas de Ciro Gomes e Paulo Rabello de Castro, respectivamente. Ciro e Rabello ainda não têm nomes para vice. O PCB se reunirá no Rio de Janeiro, mas não terá candidato próprio na eleição presidencial de outubro.

Amanhã, será o dia de PSOL, PMN e Avante realizarem suas convenções. PMN e Avante tendem a não ter candidaturas próprias, enquanto o PSOL deve confirmar a chapa Guilherme Boulos e Sônia Guajajara. Domingo (22), o PSL se reúne no Rio de Janeiro para debater a candidatura do deputado Jair Bolsonaro, as alianças possíveis e o nome do vice.

Conforme Barreto, a partir das convenções, as articulações políticas para formação das alianças nacionais deverão se afunilar, com vantagem para os maiores partidos que têm "mais meios de troca". Ou seja, as negociações vão levar em conta o tempo de televisão que pode ser agregado nas disputas estaduais, os recursos para finaciamento das campanhas, as bancadas de deputados federais e estaduais e o total de prefeitos, que são cabos eleitorais decisivos nas eleições.

 

Veja quem são os pré-candidatos a presidente
 
 
Edição: Carolina Pimentel
 
Por Luiza Damé - Repórter da Agência Brasil
 
 
 
 
 
 
 
 

A noite desta quarta-feira foi de retomada no Campeonato Brasileiro. Após um mês de recesso, devido a parada das competições em função da Copa do Mundo, o Grêmio entrou em campo para enfrentar o Atlético-MG, pela 13ª rodada. E fez uma grande partida, vencendo o Galo por 2 a 0.

E só deu Tricolor na primeira etapa. O Grêmio dominou as ações e teve maior posse de bola nos 45 minutos iniciais. Quase chegou ao gol aos 11'com um chute cruzado de Everton, mas Fábio Santos conseguiu o corte em cima da linha.

Mas foi no segundo tempo que os resultados apareceram. Com o mesmo desempenho, os gremistas seguiram superiores na partida. Aos 6 minutos, após cobrança de escanteio, Bressan abriu o marcador, se antecipando a defesa e mandando a bola para o fundo das redes. O segundo gol veio aos 13', com André, depois de receber um cruzamento na medida de Léo Moura. O Tricolor ainda perdeu um pênalti, com Luan, que acertou a trave.

O jogo também marcou o retorno de Douglas após longo período de tratamento em função de duas cirurgias, assim como a estreia de Marinho.

Quanto as alterações, o técnico Renato tirou Maicon, André e Léo Moura, para colocar Jailson, Douglas e Marinho.

Com o resultado, o Grêmio chega a 23 pontos, ocupando a quarta colocação.
 

Primeiro Tempo

O Grêmio começou a partida com uma boa movimentação e aos 4 minutos conseguiu criar com Léo Moura, pela direita. O lateral procurou o fundo de campo, acionou Ramiro dentro da área, que dominou e tentou passe para trás, mas a defesa conseguiu o corte. Logo em seguida, Everton recebeu, encontrou espaço e arrematou de longa distância, mandando por sobre a meta de Victor.

Dois minutos depois, o Tricolor ameaçou novamente com Cortez, que cruzou na área tentando encontrar André, mas Fábio Santos interceptou o lance e facilitou a defesa do goleiro mineiro.

Aos 11', uma grande oportunidade foi criada pela esquerda, com Everton, que foi a linha de fundo e chutou cruzado. Fábio Santos salvou em cima da linha e a bola sobrou para Ramiro, que ainda tentou o chute, mas o defensor adversário fez o corte.

Já aos 16', depois de boa troca de passes em frente a grande área, Maicon tentou um chute, mas a bola bateu em André e ficou com a zaga, que afastou o perigo do campo de defesa alvinegro.

Aos 21', Ramiro cobrou escanteio na segunda trave, Geromel desviou de cabeça, mas o arqueiro adversário saiu de soco e afastou. Em seguida, um novo lance a favor do Grêmio iniciou novamente com o meia, que arriscou um chute da entrada da área, mas Juninho cortou. Na sobra Luan ainda tentou, mas dividiu com o atacante mineiro.

O Atlético-MG chegou a primeira vez com Edinho, aos 29'. O jogador recebeu na entrada da área e chutou a gol, por sobre a meta de Grohe.

Outro lance de perigo gremista se construiu com Luan, que chutou a gol, mas foi bloqueado por Juninho.

Aos 36', Maicon fez uma grande jogada e acionou André na pequena área, mas Gabriel apareceu e cortou pela linha de fundo. A arbitragem assinalou apenas tiro de meta. Logo em seguida,  Luan tabelou com André, a bola caiu pra Everton que rolou para Maicon dentro da meia-lua. O volante finalizou, mas mandou à direita da meta.

Já na reta final do jogo, Maicon recebeu uma bola de Luan e arrematou a gol, mas Victor salvou, espalmando para escanteio.

Jogo finalizou aos 48'.

 

Segundo Tempo

O Grêmio voltou a campo com a mesma formação e teve a sua primeira chance no primeiro minuto, em uma cobrança de falta da intermediária. Luan mandou direto e Victor fez a defesa.

Em resposta, os mineiros chegaram em cobrança de escanteio. A bola foi colocada no primeiro poste, mas Cícero afastou.

O Grêmio tanto insistiu que conseguiu abrir o marcador aos 6 minutos. Após cobrança de escanteio feita por Luan, Bressan chegou antes da defesa e, de cabeça, mandou para o fundo das redes, abrindo o marcador.

Substituição: Saiu Maicon, entrou Jailson, aos 11', após o capitão ser amarelado.

Não demorou muito e nasceu o segundo gol do Tricolor. Depois de uma cobrança de falta, a bola chegou a Léo Moura, que cruzou na medida para André. O centroavante empurrou de cabeça para o fundo do gol.

Aos 22', Luan cobrou uma falta da intermediária de ataque, mas a bola explodiu na barreira. Logo em seguida, Everton foi puxado na área por Fábio Santos e a arbitragem assinalou penalidade. Na cobrança, Luan mandou no poste.

Já aos 30', André recebeu um passe e chutou colocado. Por muito pouco a bola não morreu no fundo das redes.

Substituição: Saiu André, entrou Douglas, aos 30' e Léo Moura deu lugar a Marinho, aos 35'.

Dois minutos depois de sua entrada, Marinho logo criou sua primeira chance, quando chutou de fora da área. A bola saiu à esquerda de Victor.

Outra chance veio no lance seguinte, quando Everton aproveitou o erro de Patric e invadiu a área pela direita. Ele acionou Luan, que chutou de primeira da entrada da área, mas a bola subiu demais.

Marinho tentou novamente aos 45', chutando da entrada da área, mas a bola teve a proteção do arqueiro do Galo e se perdeu pela linha de fundo. 

Jogo finalizou aos 49'.


Foto: Lucas Uebel | Grêmio FBPA

Fonte: www.gremio.net

Um relatório especial divulgado pela INTL FCStone na terça-feira (17.07), denominado “Perspectivas para Commodities” indica que o mercado de commodities agrícolas deve sofrer com incertezas e ser marcado por situações complexas a curto prazo ao longo do terceiro trimestre desse ano. De acordo com Vitor Andrioli, analista de mercado da INTL FCStone, a situação é motivada por fatores como a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, a incerteza sobre as eleições presidenciais, a greve dos caminhoneiros e a probabilidade de quatro altas nas taxas de juros sinalizada pela Federal Reserve.  

“Essa conjuntura deve impactar os mercados de commodities de maneira significativa, orientando as expectativas para o crescimento econômico mundial e doBrasil, rebalanceando o market share americano no mercado chinês e conduzindo a trajetória do câmbio”, avalia. 

Segundo o relatório, os grãos devem ser os mais afetados pelos fretes e também pelo desenvolvimento da safra dos Estados Unidos, que definirão a situação da soja e milho no mercado mundial. Ana Luiza Lodi, analista de mercado do grupo, destaca que a tendência é de que haja uma queda das exportações norte-americanas de soja, fazendo com que o país diminua os preços para atrair mais compradores, com exceção da China, que buscará adquirir o máximo da oleaginosa da América Latina.  

“Por mais que a China esteja comprando muito pouca soja dos EUA há alguns meses, as importações chinesas anuais chegam perto de 100 milhões de toneladas, mesmo com as estimativas de queda. Outros produtores, principalmente o Brasil, não são capazes de fornecer toda essa soja sem contar com o grão norte-americano”, explica. 

A previsão da INTL FCStone para o trigo é de que a colheita nos EUA e Mar Negro aliada a ampliação de área no Mercosul mantenham a pressão sobre os preços, com a possibilidade de expansão em 7% da área plantada na Argentina em relação ao ciclo anterior fazendo com que o market share do país seja aumentado. Já em relação ao algodão, a perspectiva é de que o Brasil deve ter uma safra cheia, assumindo a terceira colocação entre os maiores exportadores de algodão na temporada 2017/18.  

Para o mercado sucroenergético, a previsão da consultoria é de que pressão sobre as cotações da commodity devem ser mantidas, impulsionadas principalmente pelo excedente global de açúcar nos ciclos 2017/18 e 2018/19. Além disso, as possibilidades de uma safra recorde na índia devem obrigar o país a exportar grandes volumes do adoçante no próximo ciclo.  

 

Por: AGROLINK -Leonardo Gottems

Fonte: https://www.agrolink.com.br

Terminada a intertemporada é hora do Inter entrar em campo novamente. Passados 35 dias da última partida oficial, o Colorado volta a jogar nesta quinta-feira (19), às 21h, na Arena da Baixada, para enfrentar o Atlético-PR pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro 2018. O Clube do Povo ocupa a quarta posição na tabela de classificação, somando 22 pontos nessa primeira parte. A Rádio Colorada e as redes sociais do Clube acompanham todos os detalhes do confronto em tempo real. 

O técnico Odair Hellmann encerrou a preparação para o retorno do Brasileirão na manhã desta quarta-feira (18), no CT Parque Gigante. O treinador comandou, por 25 dias, treinos técnicos, táticos e físicos de muita intensidade, seja em Porto Alegre ou em Atibaia-SP. Na manhã desta quarta, fechando os trabalhos, foi realizada uma atividade de bola parada com a provável equipe que deverá entrar em campo, enquanto o restante dos atletas fazia um treino técnico em campo reduzido em outra parte do gramado. Depois, os jogadores fizeram um trabalho recreativo. 

Alguns atletas não estarão à disposição do técnico no jogo em Curitiba: Rodrigo Moledo, D'Alessandro, Patrick, Damião e Jonatan Alvez. O zagueiro está realizando atividades especiais na academia, o argentino está em processo final de recuperação. O atacante uruguaio chegou nesta semana e não está no BID. Já Damião tem torcicolo e faz trabalhos com Élio Carravetta, coordenador de performance. Patrick está suspenso e fica de fora. 

O comandante colorado concedeu entrevista coletiva após o treino desta manhã e destacou os treinamentos realizados neste período sem jogos oficiais. "A gente pôde trabalhar todos os aspectos. Aproveitamos para fazer ajustes técnico, físico e tático. A gente chega num estágio bom e precisamos transferir isso para o campo", afirmou o treinador. 

O Clube do Povo vem de oito jogos de invencibilidade no Campeonato Brasileiro e busca a terceira vitória fora de casa na competição. No G4 com 22 pontos, o Colorado está cinco pontos atrás do Flamengo, líder do Brasileirão.

Fonte: http://www.internacional.com.br 

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