Gisnei

Gisnei

Quando entra no Agora, você sai do conteúdo da sua mente. A incessante corrente do pensamento se desacelera. Os pensamentos não consomem mais toda a sua atenção. Há intervalos entre eles - espaços de silêncio e calma. Você começa a perceber que o seu ser é maior e mais profundo do que seus pensamentos.'- Eckhart Tolle

Um dos maiores fenômenos da literatura espiritual dos últimos tempos, Eckhart Tolle, autor de O poder do agora, nos mostra a importância de silenciar os pensamentos e reencontrar nossa sabedoria interior para viver mais intensamente o momento atual.
O silêncio e a calma não são apenas a ausência de barulho e de conteúdo. São a dimensão mais profunda do nosso ser, a inteligência primordial, a consciência de que só podemos ser felizes Agora.
O poder transformador do silêncio está em nos libertar de nossos pensamentos, medos e desejos, dissipando as tensões do passado e as expectativas em relação ao futuro. Só no presente podemos descobrir quem realmente somos, alcançando assim a paz e a alegria que estão dentro de nós.
Neste livro, seguindo a tradição dos sutras indianos, Tolle optou por transmitir seus ensinamentos espirituais em forma de aforismos. São 200 textos curtos e inspiradores que abordam diversos temas, entre ele, o Agora, os relacionamentos, a morte e a eternidade.

Autoajuda / Psicologia

Ano: 2016 / Páginas: 80
Idioma: português
Editora: Sextante

Eckhart Tolle

Fonte: www.skoob.com.br

SINOPSE E DETALHES
Não recomendado para menores de 12 anos
Após enganarem o FBI, os cavaleiros Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), Merritt McKinney (Woody Harrelson) e Jack Wilder (Dave Franco) estão foragidos. Eles seguem as ordens de Dylan Rhodes (Mark Ruffalo), que segue trabalhando no FBI de forma a impedir os avanços na procura dos próprios cavaleiros. Paralelamente, o grupo planeja seu novo ato: desmascarar um jovem gênio da informática, cujo novo lançamento coleta dados pessoais dos usuários. Entretanto, durante a revelação da farsa, os próprios cavaleiros são vítimas de um contragolpe, vindo de um inimigo desconhecido.
Título original Now You See Me 2
Distribuidor PARIS FILMES
Data de lançamento 9 de junho de 2016 (1h 55min)
Direção: Jon M. Chu
Elenco: Mark Ruffalo, Jesse Eisenberg, Woody Harrelson mais
Gêneros Suspense, Ação, Comédia
Nacionalidade Eua

O Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária deste ano está estimado em R$ 504,4 bilhões, 3,3% menor do que o de 2015 (R$ 521,9 bilhões). Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (13) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

O VBP corresponde ao faturamento dos principais produtos agropecuários, como grãos, carnes, café e cacau. Apesar da redução, a soja isoladamente apresenta alta de 0,6%, com o maior VBP entre todos os produtos agropecuários: R$ 113,1 bilhões.
As lavouras correspondem a R$ 327,5 bilhões do VBP total e a pecuária, RS$ 176,9 bilhões. Entre as lavouras, além da soja, outros destaques são a cana de açúcar (R$ 51,5 bilhões) e o milho (R$ 42,8 bilhões). Na pecuária, a carne bovina representa R$ 75,1 bilhões, seguida pela carne de frango (R$ 50,4 bilhões) e pelo leite (R$ 25,6 bilhões).

Segundo a Coordenação Geral de Estudos e Análises da SPA, o principal motivo da redução do VBP está na queda da produção e da produtividade de culturas relevantes, como arroz, feijão, milho e soja, como apontam os levantamentos de safra referentes ao mês de maio. As estimativas indicam também uma redução na produção de frutas, que registraram uma das maiores médias de preço entre os grupos de produtos que compõem o IPCA-15 do mês de maio.

Entre os produtos que apresentaram faturamento mais baixo este ano, estão o arroz (-14,1%), fumo (-26,8%), laranja (-31,4%), mandioca (-14,8%), tomate (-49,1%) e uva (-17,8%).
 
Por outro lado, vários produtos tiveram alta no VBP. É o caso da banana (25,7%), batata-inglesa (17,9%), cacau (14,2 %), café (14,1%), trigo (26,1%) e maçã (11,5%), que tiveram aumento de preço em relação ao ano passado. 

O maior valor bruto da produção agropecuária é da região Sul (R$ 147,8 bilhões), seguida do Centro-Oeste (R$ 139,4 bilhões), Sudeste (R$ 134,7 bilhões), Nordeste (R$ 44,9 bilhões) e Norte(R$ 29,5 bilhões). Entre os estados, as maiores reduções no VBP são observadas no Maranhão, Piauí, Bahia e Tocantins, principalmente por causa da seca que prejudicou lavouras de milho e soja.

 

Fonte: Agrolink.com.br

Depois de fechar março em queda tanto na receita nominal quanto no volume de vendas, o comércio varejista do país reverteu a situação em abril com expansão em ambos os indicadores, na série com ajuste sazonal. Enquanto as vendas do comércio varejista aumentaram em abril 0,5%, a receita nominal cresceu 1,2%, comparativamente a março.

Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em março, houve queda de 0,9% no volume de vendas e de 0,2% na receita nominal do setor.

Em relação a abril de 2015, série sem ajuste sazonal, o volume de vendas do varejo recuou 6,7%, a décima terceira taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação. Mesmo com o resultado positivo de abril, o comércio varejista fechou os quatro primeiros meses do ano com queda acumulada de 6,9%, retração que é ainda maior no acumulado dos últimos 12 meses: 6,1%, mantendo uma trajetória descendente iniciada em julho de 2014.

Variações positivas

Quanto à receita nominal de vendas, as taxas prosseguem com variações positivas. Frente abril do ano passado, o crescimento foi de 5,2%, caindo para 4,8% no acumulado no ano e para 3,2 % no acumulado dos últimos 12 meses (taxa anualizada).

Os dados do IBGE indicam, também, que o comércio varejista ampliado (aí incluídas, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção), fechou abril em relação a março de 2016 com queda de -1,4% para o volume de vendas e de -0,4% para a receita nominal, ambas na série com ajuste sazonal.

Em relação a abril de 2015, o volume de vendas do varejo ampliado recuou 9,1% e a receita nominal, 0,4%. Quanto às taxas acumuladas, as variações foram de -9,3% no acumulado dos quatro primeiros meses ano e de -9,7% nos últimos 12 meses para o volume de vendas; e de -0,6% para a receita nominal nos quatro primeiros meses do ano e de -0,2% na taxa acumulada nos últimos doze meses.

Expansão limitada

O crescimento de 0,5% nas vendas do comércio varejista de março para abril deste ano reflete, na série dessazonalizada, expansões em apenas três das oito atividades pesquisadas pelo IBGE.

Em consequência, o resultado positivo foi influenciado, principalmente, pelos setores de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que saíram de um resultado negativo de 1,4% em março para uma alta de 1,0% em abril; outros artigos de uso pessoal e doméstico (de -1,9% para 2,8%); e tecidos, vestuário e calçados (de -4,7% para 3,7%).

Já as vendas no setor de combustíveis e lubrificantes, que fecharam março em queda de 1,2%, em abril foram nulas, ficando estáveis (0,0%) frente a março.

Em contrapartida, entre as cinco atividades que influenciaram negativamente as vendas do comércio estão as de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,9%); livros, jornais, revistas e papelaria (-3,4%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,9%); e móveis e eletrodomésticos (-1,8%).

Varejo ampliado
Os dados da Pesquisa Mensal do Comércio indicam que as vendas do comércio varejista ampliado mantiveram variação negativa de 1,4% entre março e abril, influenciadas pelo desempenho de veículos e motos, partes e peças, item que chegou a recuar 6,6%; e material de construção, com queda de 4%.

Na comparação com abril do ano passado, o volume de vendas no comércio varejista teve queda ainda mais expressiva: de 6,7%. A retração teve perfil disseminado de resultados negativos, alcançando todas as oito atividades pesquisadas.

Segundo o IBGE, o resultado foi impulsionado, principalmente, pelo desempenho negativo de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com queda de 4,4%. A segunda maior influência foi exercida pelos setores de combustíveis e lubrificantes (-10,8%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-10,4%); e móveis e eletrodomésticos (-10,1%). Os três últimos segmentos fecharam com recuos de dois dígitos.

No entanto, as quatro atividades responderam por mais de 80% do resultado global do varejo ampliado em abril, com o setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo acusando variação de -4,4% no volume de vendas com o maior impacto negativo na formação da taxa global do varejo. A queda no mês de abril foi a décima quinta consecutiva e a mais intensa nos últimos dois meses.

O segmento de combustíveis e lubrificantes, com recuo de 10,8% no volume de vendas em relação a abril de 2015, representou a segunda maior contribuição negativa no resultado do varejo. A taxa acumulada em quatro meses do ano foi de -9,8% e nos últimos 12 meses, -8,2%. De acordo com o IBGE, o desempenho da atividade “foi influenciado pela elevação do preço de combustíveis, além da perda de renda real e restrição de crédito”.

Números positivos

O crescimento de 0,5% nas vendas do comércio varejista entre março e abril reflete resultados positivos em 17 das 27 unidades da federação, na série com ajuste sazonal. Entre os principais destaques em termos de magnitude estão os avanços de 6,3% nas vendas do comércio varejista de Sergipe; de 3,5% no Amapá; e de 2,9% no Paraná. Em Minas Gerais, as vendas ficaram estáveis entre um mês e outro, enquanto as maiores quedas foram em Rondônia (-3,7%), Bahia (-1,8%) e Amazonas (-1,6%).

Já na comparação com abril do ano passado, a redução do volume de vendas no varejo alcançou 26 das 27 unidades da federação. Roraima, com 0,1%, ficou estável. As quedas mais significativas foram no Amapá (-15,1%); Rondônia (-14,7%); Amazonas (-14,3%), Distrito Federal (-13,8%) e Bahia (13,1%).

Quanto à participação na composição da taxa do comércio varejista, em razão do peso exercido, destacaram-se São Paulo (-6,8%), Rio de Janeiro (-5,7%); Rio Grande do Sul (-9,4%) e Bahia (-12,2%).

Quanto ao comércio varejista ampliado, todas as 27 unidades da federação apresentaram variações negativas para o volume de vendas na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os destaques, em termos de influência no resultado global, foram São Paulo (-4,8%), Minas Gerais (-13%), Rio de Janeiro (-8,7%) e Rio Grande do Sul (-15,1%).

(*) Texto atualizado às 10h57 para acréscimo de informações

Edição: Kleber Sampaio
Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta terça-feira (14) que Dunga não é mais o técnico da seleção brasileira de futebol. Espera-se para ainda hoje o anúncio do nome do próximo técnico, provavelmente Tite, que atualmente treina o Corinthians.

A notícia, que já era esperada depois que o Brasil foi derrotado pelo Peru e desclassificado na Copa América, foi confirmada em uma nota curta divulgada pela CBF. O coordenador de Seleções, Gilmar Rinaldi, e toda a equipe de Dunga também deixam os cargos.

Dunga treinou a seleção brasileira de 2006 a 2010 e de 2014 a 2016 e a seleção olímpica em 2008.

A íntrega da nota é a seguinte:

“A Confederação Brasileira de Futebol comunica que decidiu, nesta terça-feira, dissolver a comissão técnica da seleção brasileira. Deixam os cargos o coordenador de Seleções, Gilmar Rinaldi, o técnico Dunga e toda a sua equipe. A decisão foi tomada em comum acordo durante reunião nesta tarde e, a partir de agora, a CBF inicia o processo de escolha da nova comissão técnica da Seleção Brasileira. A CBF agradece a dedicação, a seriedade e o empenho da equipe durante a realização do trabalho."

Edição: Nádia Franco
Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil

No Dia Mundial do Doador de Sangue, comemorado hoje (14), o Hemocentro da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) alerta para a necessidade de doações nesta época do ano, quando o número de doadores costuma cair por causa das baixas temperaturas. O hemocentro supre os bancos de sangue do Hospital São Paulo e de outros da região. A principal dificuldade é conseguir sangue do tipo O ou Rh Negativo.

“A doação cai demais nessa época do ano porque as pessoas ficam resfriadas e têm dificuldade para sair de casa, com a temperatura baixa. E tem também as férias de julho. As épocas de maior crise para a doação de sangue são Carnaval, inverno e final de ano”, disse a coordenadora do setor de doação do Hemocentro, Maria Angélica de Camargo Soares.

Podem doar sangue pessoas com idade entre 16 e 70 anos, com mais de 50 quilos, saudáveis e sem antecedentes de risco para transmissão de doenças como hepatites e Aids. Em São Paulo, para doar sangue, basta ir ao Hemocentro, na rua Diogo de Faria, 824, com um documento oficial com foto, de segunda a sexta-feira das 8h às 17h30 e aos sábados das 8h às 13h. É preciso não estar em jejum.

A médica destacou que todos os exames necessários para avaliar a qualidade do sangue doado são feitos, mas é preciso que o doador tenha consciência de que a doação não é um check-up. “Isso não é um atestado de saúde. Ao contrário, a pessoa tem que estar bem para doar. Nós vamos proteger as pessoas que estão doando, mas temos que pensar na pessoa que vai receber”.

Ela explicou que, antes da doação, é feita uma entrevista na qual o doador informa sobre tratamentos médicos e comportamento de risco. Maria Angélica ressaltou também que homens podem doar a cada dois meses, quatro meses por ano e a mulher a cada três meses, três vezes por ano. “São coletados 450 ml, o que não faz mal nenhum. Isso é recuperado rapidamente pelo organismo”, disse.

Edição: Maria Claudia
Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil

A Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, em parceria com Zeca Produções promoveu na última quinta-feira, dia 9, o espetáculo teatral "Zeco e Keco em busca de um tesouro", em homenagem à Semana do Meio Ambiente.
 
Ao total, foram apresentadas quatro sessões da peça, com participação de crianças da rede pública escolar do município e do Estado. À tarde, houve uma sessão especial beneficente para crianças das entidades assistenciais Clube de Mães São Paulo (Tia Zô), Creche Santa Elvira, APAE e Projeto Tchê.
 
Segundo a Secretária Viviane Maciel de Avila, estas crianças foram contempladas através de parceria realizada com a empresa de ônibus São Jorge, que gentilmente cedeu ônibus para transportá-las até a Sala Cultural do município. “Além de cultura, muita risada tomou conta de nossa Sala Cultural!”, destacou ela.
 
 
 
FOTOS JADIR PIRES/ASCOM

Metade dos pacientes submetidos a transplantes de rim, no Brasil, poderia evitar a dependência dessa cirurgia se tivesse tido o cuidado de fazer exames preventivos de saúde, no caso os de sangue e de urina. O alerta é do nefrologista Diogo Medeiros, responsável pelos transplantes desse órgão no Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo, segundo o qual o diagnóstico tardio é a principal causa de lesões irreversíveis.

Desde o início das atividades da instituição, em 2010, foram feitos 430 transplantes de rim, dos quais 50% referiam-se às pessoas que apresentavam diabetes e hipertensão ou uma dessas doenças. “Em metade dos casos” - informa Diogo - “as pessoas só procuraram o médico porque passaram mal e, como a consulta foi tardia, não houve mais chance de recuperação ou de se postergar a evolução da doença”. Resta ao paciente ficar na fila dos transplantes e, enquanto aguarda um doador, tem que se submeter à hemodiálise para a filtragem do sangue.

Segundo o especialista, o número de doações é insuficiente, numa proporção de cinco mil para dez mil pacientes. No entanto, se as visitas periódicas ao médico ocorressem a cada seis meses, haveria maior qualidade de vida e de longevidade. O Hospital de Transplantes é uma unidade da Secretaria de Saúde do estado, gerenciada em parceria com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM).

Ainda de acordo com o nefrologista, os rins têm múltiplas funções no organismo, como a produção de hormônios na formação dos ossos e do sangue, no controle da pressão arterial e na filtragem de impurezas e eliminação de toxinas por meio da urina. E são fundamentais para manter os líquidos e sais do corpo em níveis adequados.

Em casos de pessoas com diabetes e hipertensão, os primeiros sinais de lesão podem ocorrer em um período de cinco anos. Mas se forem feitas análises clínicas periódicas a cada seis meses, é possível um controle contra a progressão para uma Doença Renal Crônica (DRC). Por meio do exame de sangue, o médico poderá constatar se há concentração de creatinina (substância derivada da absorção de proteína no músculo) e cruzar essa informação com o resultado do exame de urina, indicando se houve ou não a eliminação de toxinas.

 

Edição: Jorge Wamburg
Marli Moreira - Repórter da Agência Brasil

Na medida em que as primeiras investigações avançam, novos detalhes vão aparecendo sobre o responsável pelo ataque a uma boate gay, em Orlando, no domingo (12) de madrugada, que resultou em 50 mortes e deixou 53 pessoas feridas. O massacre começou às 2h e terminou às 5h, com a morte de Omar S. Mateen, o atirador. Natural da cidade de Porto St. Lucie, na Flórida, e filho de afegãos, Mateen tinha 29 anos, trabalhava como guarda de segurança e era cidadão norte-americano.
O governador da Flórida, Rick Scott, disse, em entrevista, que as investigações "ainda estão nos estágios iniciais" e que, portanto, ainda não é possível determinar com certeza a causa do ataque. "Vamos determinar oficialmente se é um crime de ódio ou um incidente de terrorismo ou mesmo se se trata de um crime violento, quando tivermos com todos os fatos levantados", disse.

Autoridades policiais, no entanto, mantêm a versão de que Mateen era um fanático que agiu inspirado na ideologia islâmica radical. Segundo os policiais, o atirador morava com sua irmã e o cunhado. Um banco de dados do estado da Flórida informou que Mateen tinha duas licenças de armas de fogo e uma licença de agente de segurança. As licenças iriam expirar em setembro de 2017.

Armado com um rifle e uma pistola, Matten atirou contra os frequentadores de clube noturno, na área central da cidade. Depois de um período em que tentou negociar com o atirador, a polícia decidiu entrar no local e atirou no homem. Após o episódio na boate, foi declarado estado de emergência na Flórida e em Orlando.

Edição: Juliana Andrade
José Romildo - Correspondente da Agência Brasil*

A Seleção Brasileira foi derrotada pelo Peru na noite deste domingo (12), por 1 a 0, no Estádio Foxborough, em Boston, Massachusetts, nos Estados Unidos, pela terceira rodada da Copa América Centenário. Com o resultado, o Brasil encerrou a sua participação na competição.

O JOGO

O Brasil começou o duelo dominando as ações ofensivas. Aos 11 minutos, Filipe Luís chegou bem ao ataque e arriscou o chute de longe. O goleiro Gallese caiu bem no canto direito, fez grande defesa e a bola saiu em escanteio. Na cobrança, Renato Augusto pegou de primeira após desvio e mandou por cima do travessão. Quinze minutos depois, Elias fez boa jogada e encontrou Gabriel na área. O atacante dominou, girou para cima da marcação e bateu no cantinho, mas o arqueiro peruano salvou sua equipe novamente. Aos 35, mais uma boa oportunidade da Seleção Brasileira. Willian recebeu de Filipe Luís na entrada da entrada e finalizou por cima da meta. Cinco minutos depois, Gabriel recebeu de Renato Augusto, controlou bem a bola e mandou uma bomba. Bem posicionado, o camisa 1 do Peru evitou que o placar fosse inaugurado novamente.

Na etapa final, após cinco finalizações para o Brasil e nenhuma para o Peru, o jogo voltou mais equilibrado. Aos três minutos, Alisson fez grande defesa em cobrança de falta de Cueva. A resposta da Seleção Brasileira veio aos 17. Após cruzamento de Daniel Alves, Renato Augusto ajeitou para Coutinho e o meia bateu de canhota. A bola explodiu na defesa adversária. Doze minutos mais tarde, Polo cruzou para a área e Ruidíaz escorou para o fundo da rede. O atacante tocou com o braço na bola, mas o árbitro validou o gol peruano. Aos 39, Hulk partiu para cima da marcação e cruzou para Coutinho, mas o meia não alcançou. Oito minutos depois, Elias recebeu cruzamento da direita e desviou com a coxa, mas o goleiro Gallese fez a defesa.  

Brasil: Alisson; Daniel Alves, Miranda, Gil e Filipe Luís; Elias, Renato Augusto, Willian, Lucas Lima e Philipe Coutinho; Gabriel (Hulk).

Fonte: www.cbf.com.br

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