Gisnei

Gisnei

A simplificação das normas de saúde e segurança do trabalho na construção civil resultará em economia de R$ 470 milhões por ano para as empresas do setor, informou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia. A revisão da Norma Regulamentadora 18 (NR 18) foi anunciada ontem (10) pela Secretaria de Trabalho e Emprego da pasta.

Segundo a secretaria, a projeção leva em conta o cenário intermediário, considerado o mais provável. A redução anual de custos ficará entre R$ 280 milhões, no cenário mais conservador, e R$ 700 milhões, no mais otimista. As estimativas foram realizadas com base em informações da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) de 2017.

De acordo com os cálculos, a desburocratização da NR 18 reduzirá em 33% o custo do treinamento básico de segurança, por causa da redução da carga horária de seis para quatro horas. O orçamento das construtoras para saúde, segurança e meio ambiente no trabalho deverá cair em 5% ou 10%, dependendo da atividade. Atualmente, cerca de 3% do valor total das incorporações correspondem a essa rubrica.

Desburocratização

A principal mudança da NR 18 diz respeito à autonomia das empresas para executar as normas de segurança e saúde no trabalho. Antes, a norma descrevia exatamente como seria a estratégia de prevenção de acidentes. Segundo as construtoras, as regras engessavam a tarefa e inibiam o uso de novas tecnologias mais seguras que os equipamentos tradicionais.

Pela nova norma, as construtoras terão de elaborar um programa de gerenciamento de riscos. Para obras com mais de 7 metros de altura e 10 trabalhadores, as normas de prevenção terão de ser assinadas por um engenheiro responsável. Em empreendimentos menores, um técnico em segurança no trabalho pode elaborar as normas.

O programa será único, devendo considerar os riscos de todos os trabalhadores envolvidos na obra. Nas regras antigas, cada empresa que trabalhasse em uma obra precisava elaborar seu próprio plano de segurança, que nem sempre harmonizava com os demais. Embora a obrigação do programa de gerenciamento de riscos caiba às construtoras, os fornecedores terão de produzir um inventário de riscos de atividades para poder entrar no programa.

Segurança

As empresas terão 24 meses para abolir o uso do tubulão com ar comprimido, tarefa considerada de alto risco. As escavações manuais ficarão limitadas a 15 metros de profundidade.

Também se torna obrigatória a climatização em máquinas autopropelidas (com movimento próprio) com mais de 4,5 mil quilogramas e em equipamentos de guindaste. As empresas não poderão adaptar contêineres para áreas de vivência dos trabalhadores, como refeitórios, vestiários ou escritórios de obras. A norma traz novas regras mais seguras para a execução de escavações e para tarefas que envolvem calor, como soldagem e esmerilhamento.

Mais empregos

No evento de lançamento da Norma Regulamentadora 18, ontem (10) em São Paulo, o secretário de Trabalho e Emprego do Ministério da Economia, Bruno Dalcomo, disse que a nova norma é mais simples, objetiva e mais fácil de ser fiscalizada pelas autoridades. “No momento em que a construção civil vem liderando essa retomada do crescimento econômico, é preciso que nós tenhamos normas que, por um lado, sejam mais simples, mais desburocratizadas, mas que, ao mesmo tempo, garantam a saúde e a segurança do trabalhador”, declarou.

Para o presidente da CBIC, José Carlos Martins, a desburocratização aumenta a rapidez nas obras. “A NR 18 agora diz o que deve ser feito, não como deve ser feito. Ou seja, a responsabilidade é do construtor, das pessoas que vão cuidar da saúde e da segurança do trabalho”, disse.

*Colaborou Fernanda Cruz, de São Paulo

Edição: Nádia Franco

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* 

A claudicação intermitente – ato de mancar – é muito comum entre as pessoas que sofrem com a Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP). Em geral, as crises ocorrem durante a prática de exercícios físicos. O paciente sente uma dor parecida com a cãibra, o que acaba gerando grande incômodo na execução dos movimentos.

A DAOP é uma obstrução das artérias da perna, que dificulta a passagem sanguínea, da forma correta, pelo membro. Isso impede que o corpo envie oxigênio para os músculos e pode causar, além da dor, gangrena e úlceras nos locais afetados.

O angiologista e presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), Bruno Naves, explica que a DAOP nada mais é o que a falta de circulação na perna. “O fator mais importante para que isso aconteça chama-se tabagismo, que vai deteriorando os vasos arteriais. Associado ao cigarro tem a vida sedentária, o colesterol alto, o stress, isso tudo vai deteriorando a parede da artéria, e essa parede vai acumulando gordura e dificultando a chegada de sangue”.

Naves explica que a manifestação maior aparece ao andar. “Para andar o músculo precisa de sangue, de nutrição e oxigênio, com a doença não chega da forma adequada e o corpo sinaliza com dor: a pessoa anda, dói, ela para e melhora, anda de novo, dói, para e melhora. A gente chama isso de claudicação intermitente. Essa dor é uma sinalização que está faltando circulação no músculo, aí a pessoa não consegue andar”.

Exercícios

O administrador aposentado Armado Camillo, de 73 anos, convive com a doença há cerca de 20 anos. Ele contou que no caso dele são determinadas artérias que estão entupidas, com gordura calcificada, e o problema é decorrente do tabagismo, embora já tenha abandonado o vício há 18 anos.

“Quando faço algum esforço, sinto uma fadiga extremamente dolorosa na barriga, que às vezes me impedem inclusive de andar, tenho que parar, esperar um pouco, depois continuar. E uma das soluções é justamente o andar, e o andar provoca a dor, então é um círculo que a gente tem que ficar administrando. Como a doença é progressiva, o andar é a alternativa para que não progrida ainda mais”.

Além das caminhadas, ele faz hidroginástica e exercícios na bicicleta ergométrica. “Estou numa situação estável há quatro anos, isso decorrente dessas atividades que pratico, mas por sofrer da doença aconselho aos jovens, não fume. Vejo a moçada com sua vida de fumante e a gente que foi fumante vê como é perigoso esse hábito maléfico”, recomenda Camillo. 

Cãibras

Segundo o angiologista, a cãibra pode ser também uma manifestação da falta de circulação. “O músculo, às vezes, por falta de irrigação, contrai e causa dor e pode também ser por deficiência de magnésio. O solo do Brasil é pobre em magnésio, mesmo comendo as verduras verde escuras, que são fonte de magnésio, nem sempre é o suficiente para manter esse mineral na quantidade ideal para o nosso corpo. A gente tem que fazer o diagnóstico diferencial para saber se a cãibra é por falta de algum mineral ou se é por falta de circulação”, alertou.  

Para quem sofre com a falta do mineral, é feita a reposição por meio de medicamento. No caso da pessoa com a doença arterial periférica quando está no estágio inicial, o tratamento é motivar o paciente a andar. “Toda vez que ele anda e sente dor, o cérebro recebe uma mensagem assim: ‘olha, não estou dando conta de jogar sangue o suficiente lá na perna, tenho que me virar’. E o nosso organismo é fantástico, ele consegue criar uma circulação colateral que é novinha, fininha, essa circulação colateral consegue refazer a circulação jogar a quantidade necessária de oxigênio novamente, mas para isso acontecer tem que ter motivo”, descreveu Naves.

Ele explica que para todo paciente que tem sintoma de claudicação, e sente dor ao andar, o tratamento é justamente andar. “No começo ele vai andar 100 metros, depois 200m. Quando ele perceber está andando 1km, porque o próprio organismo vai fazer essa melhora. É claro, a melhora acontece aliada à cessação total do tabagismo, controle muito vigoroso do colesterol e da glicose, se ele for diabético, e se estiver obeso, também deve diminuir o peso melhor, porque ele vai andar com mais facilidade”, recomenda o médico.

 

Edição: Nélio de Andrade
 
Por Ludmilla Souza - Repórter da Agência Brasil

Oito cooperativas de pequenos agricultores e duas empresas brasileiras participam da maior feira de produtos orgânicos do planeta – a Biofach 2020, que acontece em Nuremberg, na Alemanha, entre os dias 12 e 15 de fevereiro. 

O Brasil está levando frutos típicos beneficiados e produtos processados da lavoura e do extrativismo como cacau em amêndoas, café orgânico, extratos e polpas de açaí, acerola em pó, caroço de bacuri, fruta seca de cupuaçu e de jambo, geleia orgânica de umbu, guaraná em pó, mel em bisnaga, além de cachaça e cerveja do tipo saison. 

Metade dos expositores brasileiros que vão à Alemanha são da Região Norte (quatro do Pará e um de Rondônia), dois são de Minas Gerais, um da Bahia, um do Piauí e um do Rio Grande do Sul. 

Os expositores foram escolhidos entre 18 inscritos após edital publicado pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). 

Valor agregado

A feira pode abrir portas para produtos com valor agregado e maior de apelo social. “O mercado [internacional] demanda produtos diferenciados. Alguns nichos valorizam muito produtos com determinadas certificações”, assinala o secretario de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa Fernando Henrique Kohlmann Schwanke. 

Segundo ele, a produção orgânica é “uma vertente importante para a agricultura familiar e pequenos agricultores, que acabam em pequena produção agregando bastante valor dos seus produtos através da garantia dessas certificações para o consumidor“.

A agricultura orgânica não utiliza agrotóxicos e nem outros insumos químicos, produtos que podem favorecer o controle de pragas e aumentar a produtividade. A ausência desses componentes é diferencial para alguns consumidores, explica Schwanke. “Tem demanda de mercado por orgânicos que remunera melhor esses produtos. Muitas vezes a produtividade [mais baixa] acaba se compensando pelo preço pago lá na ponta.”

Sete de cada dez trabalhadores agrícolas no Brasil são empregados pela agricultura familiar, um total de 4,5 milhões de famílias campesinas. A produção é especializada em hortifrutigranjeiros.

Edição: Aline Leal
 
Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil 
 
 
Rovena Rosa/Agência Brasil

O Grêmio foi derrotado pelo Aimoré na tarde deste domingo, no Estádio Cristo Rei, em São Leopoldo. Com os resultados paralelos, o próximo compromisso será um clássico GreNal, pela semifinal da Taça Ewaldo Poeta, o primeiro turno do Estadual. A partida teve um primeiro tempo com boas oportunidades criadas pelo Tricolor, porém com forte marcação para acessar a área do adversário.

No segundo tempo, Grêmio se reapresentou com passes mais curtos e com mais velocidade, mas sem conseguir furar o bloqueio criado pelo Aimoré. O time de São Leopoldo marcou dois gols e o Grêmio conseguiu descontar um, com Diego Souza aos 42’. Grêmio fica com a segunda colocação no grupo B e segue a semana com foco no clássico que acontecerá no Beira-Rio.

Confira como foi:

Grêmio inicia partida com boa movimentação e vai demonstrando maior posse de bola que o time adversário.

Primeira chance do Grêmio vem aos 4’, com Victor Ferraz acionando  Luciano na meia direita que toca para Alisson e recebe na frente, dentro da área. O cruzamento acaba nas mãos do goleiro da equipe do Aimoré.

Aos 11’, Everton recebe de Maicon pela  esquerda e bate cruzado para a área. Renato afasta e a bola sobra para Luciano, que finaliza, mas a bola desvia na zaga e sai pela linha de fundo!

Aimoré joga recuado e Grêmio pressionando por uma finalização certeira no fundo da rede.

Aos 18’, numa cobrança de falta do Grêmio, com um chute do meia Alisson, goleiro Luiz Felipe pega a bola com segurança. Placar segue  0 x 0

Aimoré tenta fechar os caminhos do Grêmio impondo jogo mais retrancado enquanto o Tricolor aposta na posse de bola tentando achar brecha pelo meio campo e  laterais

Já aos 25, Alisson recebe de Victor Ferraz pela direita e cruza, mas o meia Germano alcança, mandando a bola para  escanteio

Aos 28’, Grêmio é quase surpreendido pelo atacante Matheus Rodrigues, mas Vanderlei estava atento e espalmou a bola

 Nos 35’ de partida, Lucas Silva desarma  defesa adversária  e aciona Everton. O atacante arranca pela direita, limpa o lance e tenta o passe para Diego Souza, mas o zagueiro chega não chega a tempo.

Aos 41, Cortez vai ao fundo e encontra Diego Souza, que cabeceia em direção à meta adversária, subindo além da zaga adversária, mas o  goleiro do Aimoré defende

Primeiro tempo segue até os 48’, com o placar de 0 x0, no Estádio Cristo Rei.

Segundo Tempo

O segundo tempo inicia com o Grêmio apostando em passes mais curtos e rápidos, se sobrepondo aos bloqueios do time capilé.

No primeiro minuto, aparecem duas boas chances para o Grêmio, mas a bola não entra:

Maicon aciona Alisson pela direita, dentro da área. O meia finaliza, mas  Luiz Felipe espalma para frente. Em seguida, Maicon tenta o chute e o goleiro defende novamente!

Mas aos 4’, Germano cruza na pequena área no escanteio e  o centroavante Matheus Rodrigues  desvia para o gol. Aimoré abre o placar. 1x0

Aos 11’, Grêmio tenta jogada pela direita. Thiago Neves recua para Maicon, que acaba cedendo para Matheus Rodrigues. Tricolor recupera rápido, seguindo forte no ataque

Aos 15’, na entrada de Patrick, em substituindo Luciano, já  domina na entrada da área e arrisca o chute que passa perto do gol adversário!

Com 23’ de jogo, Grêmio  continua na pressão por um empate.  Alisson levanta para  Thiago Neves que está  livre na área. O camisa 10 desvia à direita do gol do Aimoré!

Aos 30’, em mais uma chance para o Tricolor,  Everton fica com a sobra de  Diego Gomes e arranca pela direita. Entra na área, segura, mas acaba desarmado por trás de Márcio Goiano.

Com 33’, Victor Ferraz cruza na área da direita. Ferreira cabeceia, mas a bola fica com o goleiro Luiz Felipe

 Aos 38’, Aimoré marca o segundo gol, depois de um contra-ataque

Aos 41’, Grêmio consegue chegar na cara do gol com Diego Souza! Na cobrança de escanteio de Alisson, David Braz sobe e desvia para o camisa 29 receber na pequena área que bate certeiro bater para descontar! 2x1

Tricolor segue na pressão para buscar empate, mas partida encerra aos 50’, com vitória do Aimoré.

Foto: Lucas Uebel

O “Top 5 Anual” é um ranking divulgado pelo Banco Central do Brasil para classificar as projeções econômicas mensais mais consistentes ao longo do ano e que leva em consideração um Sistema de Expectativas de Mercado. O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e presente em 22 estados e no Distrito Federal, é destaque no ranking de 2019 nas quatro variáveis analisadas: IPCA, IGP-M e Taxas de Câmbio e Selic. 

A instituição financeira cooperativa foi a única participante a estar presente entre os cinco melhores em todas as quatro variáveis de mercado analisadas no “Top 5”. Na categoria Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado para observar tendências de inflação no país, o Sicredi ocupa a segunda posição no curto-prazo anual. No IGPM-M (Índice Geral de Preços do Mercado), que registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais, a instituição foi classificada em quarto lugar, também no curto-prazo anual. 

Na Taxa de Câmbio, no curto-prazo anual, o Sicredi foi classificado na quinta colocação. O ranking também avaliou as projeções para a Taxa Selic, a taxa básica de juros do Brasil, e a instituição foi classificada em quarto lugar no médio-prazo anual. Este é o terceiro ano consecutivo em que o Sicredi figura no Top 5 Anual do BC. 

Pedro Ramos, economista-chefe do Sicredi, explica que a presença entre as melhores projeções em quatro indicadores do “Top 5” do Banco Central reforça a capacidade da estrutura que a instituição oferece em análise de mercado e projeções. “Um dos nossos principais diferenciais é o time de especialistas altamente preparado para assessorar a tomada de decisões, o que reflete positivamente na nossa capacidade de gestão de investimentos, beneficiando os nossos mais de 4 milhões de associados e garantido a solidez da nossa atuação. Em um mercado com cenário de constantes mudanças, que acontecem em uma velocidade cada vez maior, estar ‘um passo à frente’ é um diferencial fundamental para uma instituição financeira”, afirma. 

Com o objetivo de desmistificar o mercado de investimentos, o Sicredi também lançou, recentemente, a plataforma Investindo Juntos (www.investindojuntos.com.br), ideal para quem tem interesse em aplicar recursos, mas tem dúvidas sobre qual a opção mais adequada.

Émilly Pons

Analista de Comunicação e Marketing

Janeiro foi um mês de valorizações importantes no mercado do trigo brasileiro e o movimento segue em fevereiro. No Rio Grande do Sul, o ano já iniciou com preços firmes que foram alavancando ainda mais no decorrer do mês. Em Cruz Alta (RS), o preço do trigo no acumulado de 30 dias subiu 14%, iniciando fevereiro no patamar de R$ 830,00 a tonelada (trigo tipo 1). Já em Maringá (PR), a tonelada de trigo atingiu os R$ 980,00, no indicador da Bolsa Brasileira de Mercadorias. 

De acordo com a JF Corretora de Cereais, corretora associada à Bolsa Brasileira de Mercadorias, inicialmente, o mercado da commodity ganhou força com articulações do governo argentino para buscar mecanismos para aumentar a oferta interna do produto na tentativa de forçar uma baixa no mercado local que contabilizava altas significativas.

Em paralelo a isso, houve também o fortalecimento do dólar frente ao real, acima dos R$ 4,20. “O câmbio valorizado estimulou exportações a preços mais competitivos que os praticados pela indústria local”, argumentou Jairo Faccio, diretor da JF. Segundo a corretora, a indústria local se encontra suprida de matéria-prima no médio prazo e sem espaço físico para armazenagem de novas compras no curto prazo, o que reflete nos preços. 

Por outro lado, o produtor percebendo uma melhora nos preços passou a vender apenas o necessário para suprir seus compromissos financeiros na expectativa de que, após os meses de março/abril, o mercado venha proporcionar preços ainda mais elevados, influenciado pelo sentimento de que não há quantidade de produto disponível para comercialização em relação à demanda até a entrada da próxima safra, segundo a corretora.

Faccio explica que, para que as cotações se mantenham em patamares sustentados, e até tenham uma escalada ainda maior, isso dependerá de quatro fatores básicos. Com o governo argentino priorizando o mercado interno em relação às exportações para evitar aumentos de preços nos derivados de trigo, precisa-se que o dólar siga firme e é preciso que não haja alteração da Tarifa Externa Comum (TEC) para importação do produto fora do Mercosul (hoje já existe uma cota de 750 mil toneladas de trigo autorizadas para importação com tarifa zero). Outros fatores incluem a manutenção da política que já vinha sendo adotada independente da conjuntura do mercado atual e, ainda, o real tamanho da safra do Rio Grande do Sul. 

Em relação à safra gaúcha, a segunda maior do país, números oficiais apontam uma produção de 2,2 milhões de toneladas e, alguns agentes de mercado, estimam um volume ainda maior, entre 2,5 e até 2,7 milhões de toneladas. “A realidade mais uma vez será conhecida próximo da colheita da próxima safra, cujo plantio ainda está distante. O que podemos dizer é que, se os números oficiais estão corretos, não existe mais trigo para venda no estado gaúcho e isto não é a realidade, portanto, a metodologia de levantamento de safra precisa ser revista principalmente por parte dos órgãos oficiais”, destacou.

Faccio reforça que, por mais que se estime o volume de safra acima dos números oficiais, o que parece ser fato, é que a oferta de produto disponível para comercialização tende a ser menor que a demanda necessária das indústrias até a entrada da próxima safra, além de que as indústrias de moageiras possuem um forte concorrente: o milho. “Nesse cenário de paridade de preço, o produtor tende priorizar a venda para as indústrias de ração pelo menor grau de exigência em termos de classificação física”, finalizou.

Por: BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/

Imagem créditos: Marcel Oliveira

SINOPSE E DETALHES

Nono filme da série Velozes & Furiosos, e segundo da nova trilogia (Velozes 8, 9 e 10), que não conta mais com a presença de Paul Walker, falecido em 2013. O longa vem dando continuidade às corridas eletrizantes da equipe de amigos liderada por Dominic Toretto (Vin Diesel). 

Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind

 
Direção: Justin Lin
 
 
Nacionalidade Americana
 
Distribuidor UNIVERSAL PICTURES
 
Ano de produção 2020
 
Tipo de filme longa-metragem
 

Não vou falar que é muito fácil de fazer, mas se seguir o passo a passo e assistir ao vídeo onde tem todas as etapas, você consegue sim, fazer esta receita deliciosa de arroz com frutos do mar.

Ahh mas eu não sou chef de cozinha para fazer pratos mais elaborados. Eu não sei cozinhar direito então não vou conseguir. Esta receita é a prova que mesmo não sendo nada disso você consegue fazer receitas gostosas sim.

E pode ter certeza, vai ficar uma delicia!

Ethan Valor sempre achou que tinha tudo, desde a carreira bem-sucedida à família perfeita. Mas quando de repente sua esposa pede o divórcio, ele se vê obrigado a sair de casa, e se muda para o apartamento da irmã. Precisando de uma dose de bebida depois de uma longa jornada de trabalho na delegacia, Ethan decide dar uma passada no bar próximo ao seu prédio. O mesmo bar que sua família alegava ser o responsável por unir casais apaixonados, ou, no caso dele, trazer o primeiro amor de volta.
Reagan McCormick voltou para Chicago depois de vinte e três anos. Divorciada e com a filha já na faculdade, achou que era hora de ir atrás daquilo que a faria feliz. Disposta a ganhar um dinheiro extra enquanto fazia sua especialização, arranjou um trabalho como bartender. Bastou que um sopro de seu passado surgisse certa noite, para lhe mostrar que tomara a melhor decisão de sua vida ao retornar à Cidade dos Ventos.
Ethan e Reagan não esperavam que seria tão fácil retomar o namoro de onde haviam parado. Também não achavam que os caminhos profissionais de cada um acabariam os interligando perigosamente…
Quando um serial killer dá início a uma onda de assassinatos pela cidade, Ethan jura fazer de tudo para manter Reagan em segurança. Mas quão seguros eles poderiam estar, se havia alguém à espreita, os observando?
O jogo do amor nunca acaba…
E o deles estava apenas começando.

Ficção / Literatura Estrangeira / Romance / Suspense e Mistério

Ano: 2020 / Páginas: 248
Idioma: português
Editora: The Gift Box Editora

O Grêmio realizou mais uma atividade desta semana, que terá treinos todos os dias já que o Tricolor não atua nesta quarta-feira. O próximo jogo é contra o Aimoré, domingo, no Estádio Cristo Rei, às 16h, e é válido pela última rodada da primeira fase do Campeonato Gaúcho 2020.

Em campo, o grupo participou de um aquecimento, seguido por um circuito de atividades físicas, sob o comando do preparador físico, Márcio Meira. Logo depois, o técnico Renato Portaluppi dividiu o grupo e realizou uma atividade em campo reduzido com foco em jogadas ofensivas.

O meia Jean Pyerre segue em transição para o campo e realizou mais uma vez corridas ao redor do gramado.

O lateral Bruno Cortez falou em entrevista coletiva. Veja a íntegra abaixo.

Fotos: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Página 3 de 402
Topo