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Sábado, 26 Março 2016 16:00

Com casa cheia, Brasil e Uruguai empatam

Diante de 45.010 torcedores, a Seleção Brasileira ficou no empate em 2 a 2 com o Uruguai, na Arena Pernambuco, em Recife, nesta sexta-feira (25), pela quinta rodada das Eliminatórias. Os gols da partida foram marcados por Douglas Costa, Renato Augusto, Cavani e Suárez.

Com oito pontos, o Brasil ocupa o terceiro lugar na tabela de classificação e agora se prepara para enfrentar o Paraguai. Pela sexta rodada, as equipes se enfrentam na próxima terça-feira (29), às 20h45, no Defensores del Chaco, em Assunção, no Paraguai.

O jogo

Com um início arrasador, o Brasil saiu na frente com Douglas Costa, no primeiro ataque da partida. Sem deixar o adversário tocar na bola, a equipe brasileira avançou pela esquerda e, após o cruzamento de Willian, o camisa 7 tocou com a ponta da chuteira para abrir o placar aos 39 segundos, 1 a 0. Aos sete minutos, Neymar quase ampliou após receber lançamento de Daniel Alves. Dentro da área, o camisa 10 dominou no peito, cortou a marcação de dois uruguaios e finalizou com perigo à direita do gol de Muslera. Aos 20, Douglas Costa puxou em velocidade pelo meio e achou Neymar, que chutou cruzado de esquerda para a defesa do goleiro. Dominando as ações, a Seleção Brasileira ampliou, aos 25 minutos, com um golaço de Renato Augusto. Após belo passe em profundidade de Neymar, o meia tirou o goleiro da jogada com uma finta de corpo e empurrou para o fundo da rede, 2 a 0. Aos 35 minutos, o Uruguai diminuiu com Cavani, que aproveitou sobra da cabeçada de Sánchez para fazer 2 a 1.

Na volta do intervalo, o Uruguai chegou ao gol do empate aos dois minutos com Luis Suárez. Com mais posse de bola, a Seleção Brasileira buscou a vitória, mas esbarrava no bloqueio defensivo adversário. Apesar de chances para ambos os lados, como nos chutes de Phillipe Coutinho e Suárez, os goleiros apareceram bem e a igualdade no marcador se manteve até o fim.

Brasil: Alisson, Daniel Alves, Miranda, David Luiz e Filipe Luís; Luiz Gustavo, Fernandinho (Philippe Coutinho), Willian (Lucas Lima), Renato Augusto e Douglas Costa (Ricardo Oliveira); Neymar.

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A banda de rock britânica Rolling Stones arrastou mais de meio milhão de pessoas para o concerto dessa sexta-feira (25) à noite em Havana. O concerto, gratuito e sem precedentes em Cuba, levou ao complexo Ciudad Deportiva, que tem capacidade para 450 mil pessoas e ficou lotado, uma multidão onde havia moradores locais e turistas de várias faixas etárias.
Na apresentação, o vocalista dos Rolling Stones, Mick Jagger, disse que "os tempos estão mudando". "Sabemos que há alguns anos era difícil ouvir a nossa música em Cuba, mas aqui estamos nós", afirmou Mick Jagger, em espanhol.

 

Horas antes do início do concerto, três quartos do local já estavam cheios. Milhares de pessoas não conseguiram entrar, mas ficaram de fora vibrando com o espetáculo, perfeitamente audível nas redondezas e até visível de determinados pontos. Muitas pessoas assistiram ao show em cima de telhados, de onde podiam ver o concerto.

"Estou aqui desde as 8h porque este concerto é histórico, vai marcar a história mundial, não apenas Cuba", disse à AFP Meiden Betsy, um estudante cubano, num dos vários relatos entusiasmados e emocionados que a agência recolheu no local. "Nunca imaginei que poderia vê-los aqui um dia, nunca mesmo", afirmou o jardineiro Alexander Chacon.

O engenheiro Miguel Garcia, de 62 anos, disse à agência, ainda antes de o concerto começar, que sabia que se ia emocionar e chorar durante o espetáculo.
A banda britânica se apresentou em Cuba três dias depois da visita histórica a Havana do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. O concerto foi incluído, de última hora, na turnê dos Rolling Stones na América Latina.

Um palco de 80 metros de comprimento foi instalado na Ciudad Deportiva, complexo inaugurado em 1959, antes da revolução cubana que acabou por banir o rock do país, uma vez que o regime de Fidel Castro o considerava uma expressão musical ligada ao imperialismo. Ao longo dos últimos 30 anos, o gênero tem sido gradualmente permitido.

Da Agência Lusa

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