Gisnei

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Em mais um dia de alívio nos mercados internacionais, o dólar fechou no menor nível em dez semanas. A bolsa de valores ultrapassou os 93 mil pontos e encerrou no nível mais alto em quase três meses.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (3) vendido a R$ 5,086, com recuo de R$ 0,124 (-2,38%). A cotação operou em queda durante toda a sessão e fechou no menor nível desde 26 de março (R$ 4,996). Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a atingir R$ 5,02. A divisa acumula alta de 26,74% em 2020.

O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 5,722, com recuo de 2,38%. A libra comercial caiu 2,45% e terminou a sessão vendida a R$ 6,369.

O Banco Central (BC) interveio pouco no mercado. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho.

Bolsa de valores

No mercado de ações, o dia foi marcado pelo otimismo com o exterior. O Ibovespa, índice da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 93.002 pontos, com ganho de 2,15%. O índice está no maior nível desde 6 de março, quando tinha fechado próximo aos 98 mil pontos.

O Ibovespa seguiu o mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou a quarta-feira com alta de 2,05%. Apesar do acirramento dos protestos antirracistas nos Estados Unidos, os investidores reagiram à queda de novos casos de covid-19 em regiões norte-americanas e em países europeus e a dados econômicos positivos.

Nos Estados Unidos, o setor privado fechou 2,76 milhões de vagas. O nível veio melhor que a extinção de 9 milhões de postos esperada pelos analistas. O setor de serviços da China cresceu pela primeira vez desde janeiro e teve, em maio, o melhor desempenho mensal desde o fim de 2010. Na Europa, a contração das empresas diminuiu em maio, indicando início de recuperação.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

No Brasil, a emissão em títulos da dívida externa pelo Tesouro, anunciada hoje pela manhã, indicou que ainda há demanda por ativos brasileiros no exterior.

Edição: Denise Griesinger

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília

Apesar de ainda não ter data confirmada, o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 deve fazer parte das próximas corridas oficializadas para 2020. O calendário do campeonato, que iniciaria em março, teve de ser alterado devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Ontem (2), foram divulgadas as oito etapas que abrirão a temporada deste ano - todas na Europa, onde a curva de propagação da doença está descendente.

"Os dirigentes da Liberty Media (empresa responsável pela Fórmula 1) consideram que as corridas das Américas serão realizadas, assim como as do Oriente Médio. Eles têm como base que, entre outubro e novembro, a curva da pandemia, como ocorreu na Ásia e Europa, já terá caído o suficiente para garantir a realização dessas etapas", explica à Agência Brasil o diretor de imprensa do GP Brasil, Castilho de Andrade.

A pandemia afetou 10 provas inicialmente previstas para 2020, sendo quatro (Austrália, Mônaco, França e Holanda) canceladas e seis (Bahrein, Vietnã, China, Espanha, Azerbaijão e Canadá) adiadas. No calendário original, a etapa brasileira, no autódromo de Interlagos, em São Paulo, estava prevista para 15 de novembro.

O artigo 5.4 do regulamento esportivo da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) determina um mínimo de oito etapas para um campeonato ser considerado finalizado. Já o Código Esportivo Internacional da entidade indica que, para ser "mundial", o torneio deve incluir eventos em pelo menos três continentes durante a mesma temporada. O chefe-executivo da F1, Chase Carey, disse em março projetar um calendário com 15 a 18 corridas, mesmo com o impacto da pandemia.

Com a reformulação no calendário, os organizadores do GP Brasil aguardam a confirmação da nova data para iniciar a venda de ingressos. A liberação de público, porém, depende do que for determinado pelas autoridades sanitárias. A competição será retomada com portões fechados nas duas corridas de Spielberg (Áustria). Já nas duas provas agendadas para o Reino Unido, ambas em Silverstone, a presença de torcedores necessita de um acordo com o governo britânico devido à necessidade de quarentena para entrar no país.

Futuro do GP Brasil

O cenário provocado pelo novo coronavírus impactou também a negociação para renovação do contrato de realização da prova em São Paulo, que vence em 2020. A capital paulista recebe o Grande Prêmio no autódromo de Interlagos desde 1972 - com exceção de 1978 e de 1981 a 1989, quando a corrida foi disputada no Rio de Janeiro.

"As conversas (com a Liberty Media) estão bem avançadas, mas, a pandemia mudou o foco do dirigentes internacionais para refazer o calendário, cuidar das corridas adiadas e canceladas. Os contatos deverão recomeçar quando o novo calendário estiver pronto", diz Andrade.

São Paulo tem justamente a concorrência do Rio de Janeiro para receber a etapa a partir de 2021. A prefeitura da capital fluminense pretende construir um circuito de F1 em Deodoro, zona oeste do município  A obra, no entanto, depende da aprovação do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). De acordo com ambientalistas do movimento SOS Floresta do Camboatá, o terreno que poderá receber o autódromo é considerado o último remanescente de Mata Atlântica de terras baixas no município. Os estudos seriam apresentados e discutidos em uma audiência pública virtual marcada para o último dia 28, mas a assembleia foi suspensa pela Justiça.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil - São Paulo

O Senado aprovou hoje (2) o Projeto de Lei (PL) que regulamenta a doação de alimentos excedentes por parte de supermercados, restaurantes e outros estabelecimentos. O texto, de autoria do senador Fernando Collor (Pros-AL), já havia passado pelo Senado, sofreu alterações na Câmara e voltou para nova apreciação. Agora, o projeto segue para sanção presidencial.

Empresas, hospitais, supermercados, cooperativas, restaurantes, lanchonetes e demais estabelecimentos que forneçam alimentos preparados prontos para o consumo poderão doar os alimentos não comercializados se estiverem dentro do prazo de validade e em condições de conservação especificadas pelo fabricante, quando aplicável.

A doação pode ser de alimentos in natura, produtos industrializados e refeições prontas para o consumo. Pelo texto, essa doação poderá ser feita diretamente, em colaboração com o poder público, ou por meio de bancos de alimentos e outras entidades beneficentes de assistência social certificadas na forma da lei. Também poderá ser realizada por entidades religiosas.

O relator do PL, Jayme Campos (DEM-MT), retirou do projeto um dispositivo inserido na Câmara que incluía a doação de alimentos para cães e gatos em situação de abandono. O relator justificou sua decisão afirmando que a lei deveria abranger outros animais domésticos, mas por não ser possível tal adaptação a essa altura da tramitação, excluiu todo o artigo.

O relator também retirou do texto final a criação do Certificado de Boas Práticas (CBP), a ser concedido às empresas doadoras de alimentos; outro dispositivo incluído pelos deputados. Outro trecho incluído pela Câmara versava que governo federal deveria comprar alimentos prioritariamente de produtores familiares e pescadores artesanais durante a vigência da pandemia de covid-19. Inicialmente, o relator considerou o trecho sem pertinência com o projeto. Mas após acordo com o PT e a Rede, ele reinseriu os agricultores familiares no texto.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Questões administrativas e estruturais para a realização da Expointer 2020 foram discutidas em reunião na tarde desta terça-feira (2/6) no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, entre as diferentes áreas da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

A Expointer ocorrerá em setembro, ainda sem data precisa, e não mais no fim de agosto, como inicialmente previsto. Também são projetados diferentes cenários, de acordo com a situação epidemiológica dentro do Distanciamento Controlado desenvolvido pelo governo do Estado para evitar o avanço da Covid-19. E está em discussão se haverá alguma restrição para o acesso do público.

Essas definições serão melhor avaliadas em reunião a ser agendada com a Secretaria Estadual da Saúde (SES). "Todas as medidas quanto à segurança sanitária do parque, no caso de realização da Expointer, serão tomadas em conjunto com a Secretaria Estadual da Saúde, para que não se corra nenhum risco e para que possamos garantir a segurança dos frequentadores", disse o secretário da Agricultura, Covatti Filho.

Além de Covatti Filho, participaram da reunião o secretário adjunto Luiz Fernando Rodriguez Junior, o subsecretário do parque, José Arthur Martins, os diretores do parque Flávio Pradié e Vandré Padilha, e o coordenador jurídico da secretaria, Fernando Witt.

Texto: Ascom Seapdr
Edição: Secom

O calendário avança e o Grêmio entra o mês de junho mantendo o planejamento de treinos preparatórios ao retorno do calendário. Nesta segunda-feira, os grupos A (goleiros), B, C, D e F se apresentaram nos turnos da manhã e tarde no CT Luiz Carvalho e realizaram uma sessão de trabalhos físicos, antes do início das atividades direcionadas aos movimentos de jogo. As medidas preventivas no acesso ao CT e a divisão do elenco em pequenos grupos permanecem.

Ainda sem uma data prevista para a retomada do calendário, a comissão técnica gremista prevê para este mês treinamentos mais adaptados a situações de jogo, de forma a deixar os atletas aptos à competição. Antes, porém, os jogadores passaram por uma sessão de treinos físicos, incluindo estações com bola. Já os goleiros fizeram atividades específicas com o preparador Mauri Lima.

Enquanto as partidas não são remarcadas - e o Gauchão já prevê um clássico Gre-Nal na próxima rodada - os jogadores mantém a rotina de treinos e convivem com a ansiedade de voltar a jogar futebol. Titular em algumas partidas no início da temporada, o meio-campista Darlan comenta sobre a estrutura oferecida pelo Clube e a sensação de aguardar o retorno dos jogos sem ter, ainda, uma data oficial.

“A gente fica muito ansioso para que volte tudo ao normal. O Clube tem nos orientado da melhor forma. Procuramos dar o melhor no dia a dia para, quando normalizar, podermos desfrutar do futebol e fazer o que mais gostamos”, afirma.

Amanhã, os grupos retornam aos treinos divididos em cinco, com atividades iniciando às 8h30 e realizadas somente no turno da manhã. 

Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Medida Provisória (MP) nº 975, publicada hoje no Diário Oficial da União, institui o Programa Emergencial de Acesso a Crédito. O objetivo, diz a MP, é facilitar o acesso a crédito por meio da disponibilização de garantias e de preservar empresas de pequeno e de médio portes diante dos impactos econômicos decorrentes da pandemia de coronavírus (covid-19).

O Programa Emergencial de Acesso a Crédito é destinado a empresas que tenham auferido em 2019 receita bruta superior a R$ 360 mil e inferior ou igual a R$ 300 milhões.

A MP autoriza a União a aumentar em até R$ 20 bilhões a sua participação no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), exclusivamente para a cobertura das operações contratadas no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito.

O aumento da participação será feita por ato do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Os valores não utilizados até 31 de dezembro de 2020 para garantia das operações ativas serão devolvidos à União por meio do resgate de cotas.

Edição: Graça Adjuto

 Por Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil - Brasília

A Caixa libera hoje (2) as transferências e os saques da segunda parcela do auxílio emergencial para 2,7 milhões de beneficiários nascidos em março.

A liberação do saque e a transferência da poupança social da Caixa para outros bancos está sendo feita de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários. Os recursos estão sendo transferidos automaticamente para as contas indicadas.

No último sábado (30), foi liberado o saque e a transferência para os beneficiários nascidos em janeiro. Hoje é a vez dos nascidos em março. Amanhã (3), a liberação será para os nascidos em abril, e assim por diante até o sábado, dia 13 de junho, para os nascidos em dezembro, com exceção do domingo (7).

A transferência dos valores será feita para quem indicou contas para recebimento em outros bancos ou poupança existente na Caixa. Com isso, esses beneficiários poderão procurar as instituições financeiras com quem têm relacionamento, caso queiram sacar.

Segundo a Caixa, mais de 50 bancos participam da operação de pagamento do auxílio emergencial.

Todos os beneficiários do Bolsa Família elegíveis para o auxílio emergencial já receberam o crédito da segunda parcela.

A Caixa reforça que não é preciso madrugar nas filas. Todas as pessoas que chegarem às agências durante o horário de funcionamento, das 8h às 14h, serão atendidas. Elas vão receber senhas e, mesmo com as unidades fechando às 14h, o atendimento continua até o último cliente, informou o banco.

O banco lembra ainda que fechou parceria com cerca de 1.200 prefeituras para reforçar a organização das filas e manter o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas.

Edição: Graça Adjuto

 Por Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil - Brasília

O prefeito Solimar Ico Charopen recebeu em seu gabinete, nesta segunda-feira (01), a visita da presidente da ASPA- Associação Santanense de Proteção aos Animais, Rafaela Larrañaga, a qual esteve acompanhada do vereador Lidio Mendes e do presidente do PTB, Claudio Coronel.

A reunião teve como pauta a retomada do convênio firmado entre o Executivo e a entidade, além de tratar sobre a emenda parlamentar do deputado Maurício Dziedricki, no valor de R$100 mil, conquistada por intermédio da secretária do Trabalho e Assistência Social, Regina Becker.

Durante a reunião, a presidente Rafaela Larrañaga, informou o prefeito que a prestação de contas da entidade está em dia.

O prefeito Solimar Ico Charopen aproveitou a oportunidade para parabenizar a ASPA pelo trabalho desenvolvido no Município em prol da causa animal, relembrando as conquistas do Governo para a causa.

 

Os atletas do Tricolor apresentaram os novos uniformes da temporada 2020 nos treinamentos realizados nesta quinta-feira. O lançamento oficial ocorreu no último dia 14, mas pela primeira vez o grupo de jogadores vestiu e foi a campo com o novo manto, na atividade técnica com bola realizada no CT Luiz Carvalho. 

A apresentação pela manhã começou um pouco antes das 9h para o grupo D e para os goleiros, de forma escalonada, respeitando os protocolos estabelecidos de prevenção à COVID-19.  À tarde, os grupos A, B e C se apresentaram entre 14h, 14h30 e 15h15. Utilizando a estrutura montada ao lado do campo, cada jogador trocou o uniforme individualmente e foi ao gramado para iniciar o treino. 

Os primeiros a vestir o manto tricolor foram Victor Ferraz, Caio Henrique e Guilherme Guedes. Para Bruno Cortez, Everton e Alisson foi entregue a camisa 2, branca. Os arqueiros Paulo Victor, Vanderlei, Julio César e Brenno também colocaram a nova camisa de goleiro pela primeira vez. Logo depois, integraram a atividade técnica, dividida em quatro estações - com trabalhos de condução de bola, finalização, deslocamento lateral e passe.

"Uma satisfação vestir a camisa do Grêmio, ainda mais essa nova que ficou muito bonita e finalizar o treino com ela. Não é a mesma coisa que entrar em campo em dia de jogo, mas já dá pra mantar um pouco da saudade, colocando meião, calção e camisa", disse o lateral Caio Henrique.

Em função da pandemia, que paralisou os jogos no Brasil e no mundo, o Grêmio lançou o uniforme através de suas redes sociais e a primeira onda de vendas aconteceu exclusivamente pela site gremiomania.com.br. Na primeira semana de comercialização, o Clube comemorou um recorde, com números expressivos em comparação ao lançamento do ano anterior: as vendas quadruplicaram, mesmo sem o contato físico do torcedor. 

Ainda sem previsão para o retorno dos jogos, o Grêmio optou pela realização desta ação inédita, antecipando o uso pelos atletas nos treinos desta quinta.

“É uma maneira de mostrar aos jogadores, mas principalmente à torcida, a performance dela em campo. É uma pré-visualização da camisa antes do retorno dos jogos" , explica o executivo de marketing Beto Carvalho.

Fotos: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 82% das indústrias do país tiveram queda de faturamento nos últimos 45 dias. O levantamento, divulgado hoje (29), foi feito a partir de entrevistas com 1.017 executivos industriais de todas as regiões do Brasil entre os dias 15 e 25 de maio. A margem de erro é de três pontos percentuais.

Segundo a pesquisa, entre as empresas que tiveram queda de faturamento, 49% informaram que a diminuição foi maior do que 50%; 29%, que a queda foi de 31% a 50%; 18%, de 11% a 30%; e 4%, até 10%.

Em relação à produção, 36% dos executivos industriais entrevistados disseram que diminuiu muito; 16%,  que ficou igual; 14%, diminuiu mais ou menos; 13%, foi totalmente paralisada; 12%, diminuiu pouco; 3%, aumentou muito; 3%, aumentou mais ou menos; e 3%, aumentou pouco.

Apesar da queda no faturamento e na produção, a maioria dos industriais disse ser favorável ao isolamento social como forma de combater a disseminação do novo coronavírus: 45% disseram ser a favor do isolamento social; 42%, contra; 10%, nem a favor nem contra; e 2%, não responderam ou não souberam responder.

Demissões

Questionados se já haviam feito demissões em razão dos efeitos da pandemia, a maioria dos executivos ouvidos na pesquisa (66%) disse que não, enquanto 34%, sim. “Os dados mostram que as medidas trabalhistas, que resultaram em mais de 8 milhões de acordos individuais para redução de jornada e salário e suspensão de contratos de trabalho, foram importantes para a preservação de empregos”, disse o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Como principal problema financeiro enfrentado durante a pandemia, 48% dos entrevistados apontaram pagamento de impostos e tributos; 45%, salários do pessoal e encargos sociais; 27%, pagamento de faturas; 17%, pagamento de empréstimos e dívidas; 8%, aluguel; 12%, outras despesas; 1%, não soube responder; 16%, nenhum problema específico.

De acordo com o levantamento, 22% dos entrevistados disseram que suas empresas têm condições financeiras de manter as atividades em funcionamento apenas por mais um mês; 45% afirmaram que esse prazo é de no máximo três meses; 11%, de quatro a cinco meses; 12%, de seis meses a um ano; 7%, mais de um ano; e 2%, não souberam responder.

Apesar do quadro, 44% dos pesquisados disseram acreditar que a economia brasileira vai registrar expansão nos próximos dois anos; 32%, que haverá manutenção da situação atual; 21%, retração; e 1% não soube responder.

Edição: Graça Adjuto

 Por Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil - São Paulo

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