Gisnei

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O Comitê Organizador Local da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) Copa América Brasil 2019 vai disponibilizar, a partir das 12h desta quinta-feira (25), o penúltimo lote de ingressos para as 26 partidas da competição. Os 230 mil bilhetes deste lote serão vendidos exclusivamente pelo site oficial da Copa América. Com a liberação de mais esse bloco, os torcedores terão uma oportunidade de comprar entradas para os jogos.

Até agora, foram vendidos mais de 350 mil ingressos. Um total de 99 países já adquiriu entradas para assistir às partidas do torneio, que será disputado por 12 seleções: Argentina, Bolívia, Brasil, Catar, Chile, Colômbia, Equador, Japão, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. Entre os países que mais compraram ingressos estão, além do Brasil, o Chile, a Colômbia, a Argentina, o Peru e o Uruguai.

O jogo de abertura, entre Brasil e Bolívia, será no dia 14 de junho, às 21h30, no Estádio Morumbi, em São Paulo. A final, marcada para as 17h do dia 7 de julho, será no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

A 46ª edição do torneio mais antigo de seleções do mundo, que retorna ao Brasil depois de 30 anos, será disputada em cinco cidades-sede: Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Vendas

Há quatro categorias de ingressos com preços que variam conforme os níveis (inferior e superior) dos estádios e em função da visão do campo de jogo. No jogo de abertura, o ingresso mais caro custa R$ 500 e o mais barato, R$ 80. Na decisão, o bilhete mais caro sai por R$ 800 e o mais barato, R$ 130, a meia-entrada.

O atendimento dos pedidos é por ordem de entrada no site oficial e sempre de acordo com a disponibilidade de ingressos. Os torcedores podem solicitar até cinco ingressos por partida, com limite de sete partidas, totalizando 35 ingressos para a competição. Não é permitida a compra de ingressos para duas partidas diferentes no mesmo dia.

Para as compras no site oficial, a única forma de pagamento é por meio de cartão de crédito habilitado para compras internacionais – para os residentes do Brasil bastará que o cartão tenha a função crédito ativada.

Edição: Nádia Franco
 
Por Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil
 
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Representantes do governo federal, empresários e pesquisadores defenderam hoje (24) medidas para estimular a digitalização do país em diversas áreas, da indústria à gestão pública. As propostas foram discutidas no evento TecForum, que reúne o setor da tecnologia da informação e representantes de governo durante esta semana em Brasília.

O secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Júlio Semeghini, disse que é necessário avançar na geração de inovações como parte do processo de transformação digital.

Segundo ele, o ministério tem trabalhado para ir além de pesquisas básicas (como os estudos realizados em universidades) e focar em tecnologias em estágio mais maduro, de modo a acelerar sua transformação em inovação e aplicação prática no mercado.

“Temos que saber como conduzir as grandes pesquisas básicas para que passem pelas etapas e cheguem até a população”, defendeu. Semeghini informou que o ministério deu mais espaço a tecnologias aplicadas, como inteligência artificial - considerada uma das principais inovações da transformação digital.

Formação de trabalhadores

O Brasil ainda esbarra em obstáculos no campo das tecnologias digitais. O presidente do conselho da Totvs, Laércio Consentino, elencou como desafio a formação de trabalhadores nas áreas de exatas, mais especificamente de carreiras tecnológicas (como engenharias e ciência da computação).

“A gente está muito aquém do que precisa fazer. Formação é em exatas. A gente precisa de pessoas que consigam conectar com programação, algoritmos, inteligência de dados. Pessoas que tenham base de exatas e que consigam desenvolver artefatos de software”, defendeu.

Infraestrutura

A vice-presidente de assuntos corporativos da Vivo, Camilla Tapias, defendeu mudanças na legislação de telecomunicações com o objetivo de ampliar os investimentos em infraestrutura. “A gente tem barreiras que travam investimentos. Setor requer esses grandes investimentos. Estamos entre os países que mais investem em telecomunicações. Mas o retorno financeiro está muito baixo”, avaliou.

A executiva se referiu ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 79 de 2016, em tramitação no Senado Federal. O PLC prevê mudanças como a transformação das concessões das operadoras que exploram as redes públicas do antigo Sistema Telebrás (privatizado em 1998) em autorizações, com menos obrigações, e o repasse da infraestrutura do sistema para essas empresas em troca de metas de investimento. O tema é alvo de polêmicas no parlamento.

O secretário de Telecomunicações do MCTIC, Vítor de Oliveira Menezes, também defendeu a aprovação da matéria. “Precisamos que cidades tenham infraestrutura. Grandes cidades têm, mas vilas, áreas urbanas isoladas não têm essa infraestrutura”, comentou.

Segundo Menezes, ainda há municípios e localidades que não tem acesso à telefonia móvel, problema que deveria ser atacado. O secretário ponderou que apesar de o Brasil ter 52% dos lares com acesso à internet, há desigualdades no acesso e a maioria destas conexões é por redes móveis (smartphone).

“Há um hiato entre áreas urbanas e rurais. E a maior parte do acesso é via celular. E isso para inclusão digital não é o melhor. Para todo este mundo que está chegando para nós de atividades conectadas, precisamos de uma infraestrutura melhor. Somente celular não vai garantir inclusão digital que queremos ter”, argumentou.

Ele apresentou alguns projetos que o ministério está preparando. Um deles é a implantação de redes nas regiões Norte e Nordeste, em parceria com pequenos provedores. O objetivo é oferecer conectividade a áreas hoje pouco ou não atendidas por operadoras de telecomunicações. Outro projeto diz respeito à criação de fundos garantidores para que pequenos provedores de acesso à web possam financiar a expansão de suas redes.

Edição: Lílian Beraldo
 
Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu hoje (24) que a Justiça Federal no Ceará deve julgar a questão sobre a validade da resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que permitiu a cobrança pelo despacho de bagagem pelas companhias aéreas no Brasil. Com isso, fica mantida a decisão daquela instância que permitiu a cobrança pelo despacho dos volumes. Por maioria de votos, a Primeira Seção do STJ também decidiu que a Justiça do Ceará é a responsável pelo julgamento do caso.

Desde a entrada em vigor da Resolução nº 400/2016 da Anac, houve várias decisões judiciais conflitantes sobre o tema. O caso foi decidido com base em um recurso da Anac e do Ministério Público Federal (MPF), que queria a suspensão das regras.

A autorização para que as empresas passem a cobrar pelos itens despachados foi aprovada pela Anac em dezembro de 2016 e entrou em vigor em junho de 2017.

Desde então, o passageiro tem direito a transportar como bagagem de mão um volume de até 10 quilos em viagens nacionais e internacionais, com limite de até 55 centímetros (cm) de altura por 40 cm de comprimento.

A mesma norma extinguiu a franquia de bagagem, pela qual o passageiro tinha o direito de despachar gratuitamente um volume de até 23 quilos.

Segundo a agência, a medida é uma prática comum em outros países, e uma das ideias era oferecer preços menores para passageiros que não precisam despachar bagagem.

Edição: Nádia Franco
 
Por André Richter - Repórter da Agência Brasil

No último dia 22 de abril, a Sicredi Pampa Gaúcho comemorou 38 anos de atuação e aproveitou a data para distribuir parte dos resultados entre seus associados.

Hoje, a Pampa Gaúcho é uma instituição financeira cooperativa com 11 agências, presente em 10 municípios da região, com 250 colaboradores e 64 mil associados. Administra um montante de recursos no valor de mais de R$ 2 bilhões e ultrapassou R$ 1 bilhão em carteira crédito. É a Cooperativa do sistema Sicredi com um dos maiores índices de satisfação entre seus associados, com 81,4% de NPS. 

A solidez da cooperativa e seus resultados devem-se muito à prática responsável do cooperativismo financeiro. “No Sicredi, devolvemos os resultados a quem o gerou, ou seja, aos associados”, explica o presidente da Sicredi Pampa Gaúcho, José Antônio Menezes, lembra que além da devolução do resultado, a Cooperativa também apoia projetos sociais, através do Valor “S”, e patrocina diversos eventos na região onde atua.

O Sicredi possui produtos e serviços similares aos bancos, porém com grande atuação local. Para a diretoria da Cooperativa, as comunidades que adotaram o sistema cooperativo para realização de suas movimentações financeiras tendem a se desenvolver mais e de forma mais igualitária.

“As cooperativas reinvestem os recursos na sua área de atuação, em benefício dos associados e da comunidade, agregando renda para todos”, concluiu o presidente.   

Legenda: Henrique Assis, diretor Executivo; Eurico Leitão, Vice-presidente; José Antônio Menezes, presidente e Cleber Oliveira, diretor de Operações da Sicredi Pampa Gaúcho

Mônica Freitas Valle Corrêa

Assessora de Comunicação e Marketing

Área de Relacionamento

Durante o mês de abril as mulheres do grupo de convivência do Centro de Referência de Assistência Social do Prado (CRAS Prado) dedicaram-se a produção de cestinhas e trufas de chocolate para as crianças, durante oficinas promovidas pelo Centro. Com o auxílio das voluntárias Irma Giacoboni e Carla Ignácio, o grupo confeccionou 50 cestas que foram doadas para as crianças das famílias atendidas no Centro.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social

Chegou a hora de embarcar para mais um compromisso importante na Libertadores da América. Classificado para as oitavas de final da competição com duas rodadas de antecedência, o Inter agora busca garantir a liderança do grupo com uma vitória. O Colorado enfrenta o Alianza Lima (PER), às 21h30min, nesta quarta-feira (24/4), pela quinta rodada da primeira fase, no Estádio de Nacional de Lima. 

Em Porto Alegre, a preparação chegou ao fim na manhã desta segunda-feira (23/4), com um treinamento tático no gramado do CT Parque Gigante. Assim como aconteceu no dia anterior, o técnico Odair Hellmann esboçou um provável time para entrar em campo com: Marcelo Lomba; Zeca, Rodrigo Moledo, Cuesta e Iago; Rodrigo Lindoso, Edenilson, Patrick, Sarrafiore e Nico López; Guerrero. O treinador não contará com o atacante Guilherme Parede, expulso diante do Palestino (CHI). 

A delegação colorada viaja na tarde desta segunda para Lima. O Colorado chega à noite na capital peruana e realiza na terça-feira (23/4), o último treinamento antes do jogo em La Videna, no centro de treinamento da Seleção Peruana. 

 

Instituições financeiras reduziram pela oitava vez seguida a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – agora caiu de 1,95% para 1,71% este ano.

Para 2020, também houve redução: de 2,58% para 2,50%. Essa foi a quinta redução consecutiva. As estimativas de crescimento do PIB para 2021 e 2022 permanecem em 2,50%.

Os números constam do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central (BC), em Brasília.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada de 4,06% para 4,01% este ano. Para 2020, a previsão segue em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração: 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Taxa Selic

Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano até o fim de 2019.

Para o fim de 2020, a projeção segue em 7,50% ao ano. Para o fim de 2020 e 2021, a expectativa permanece em 8% ao ano.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar subiu de R$ 3,70 para R$ 3,75 no fim de 2019 e de R$ 3,78 para R$ 3,80 no fim de 2020.

Edição: Kleber Sampaio
 
Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
 
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A colheita da safra de arroz 2018/2019 alcançou 837.518 hectares, ou 85,1% do total semeado de 984.081 ha no Rio Grande do Sul. A produção é de 6.440.019 toneladas até o momento, com produtividade média de 7.689 quilos por hectare. Os dados estão no levantamento divulgado nesta segunda-feira (22/4) pela Seção de Política Setorial do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), a partir de informações fornecidas pelo Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) e Núcleos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Nates).

A regional da Zona Sul é a mais avançada em área colhida, com 145.865 ha (93,7%), produção de 1.198.978 toneladas e também detentora da maior produtividade até agora: 8.220 kg/ha. A Zona Sul abrange 12 municípios produtores de arroz.

A Planície Costeira Externa é a segunda mais adiantada, com 101.746 ha (90,2%), produção de 731.834 toneladas e produtividade de 7.193 kg/ha. Logo após está a Fronteira Oeste, com a maior produção até o momento, 2.082.950 toneladas, área colhida de 264.237 ha (87,7%) e produtividade de 7.883 kg/ha.

Para acessar levantamento completo e verificar dados por município e região, clique aqui.

Irga mapa RS 22ABR
A Zona Sul, que está com a colheita mais avançada, também é detentora da maior produtividade até agora: 8.220 kg/ha - Foto: Política Setorial / Irga

O engenheiro agrônomo André Barros Matos, responsável pela Coordenadoria da Regional da Zona Sul do Irga, destaca o desempenho satisfatório da região, mas observa que poderia ter sido ainda melhor se não fossem as condições climatológicas desfavoráveis e cita a quantidade de luz natural no período reprodutivo do grão como principal fator negativo.

“Apesar de o clima nem sempre contribuir positivamente, nossa região vem, nos últimos anos, registrando a mais produtividade do Estado. Nesta safra, cultivamos área menor de arroz e tivemos mais de 80% da semeadura dentro da época recomendada”, completa.

Área 100% colhida em 14 municípios:

– Fronteira Oeste: Caibaté e Itacurubi
– Central: Lavras do Sul (leste) e Pinheiro Machado
– Planície Costeira Interna: Amaral Ferrador, Charqueadas (oeste) e Dom Feliciano
– Planície Costeira Externa: Alvorada, Dom Pedro de Alcântara, Gravataí, Sapiranga e São José do Norte
– Zona Sul: Herval e Turuçu

Texto: Taís Forgearini / Ascom Irga
Edição: Marcelo Flach/Secom

Foto: André Barros Matos / Irga

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, participou nesta segunda-feira (22/4) da abertura oficial do 31º Congresso do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS), em Bento Gonçalves.

Arita falou das ações que o Estado vem desenvolvendo no setor, principalmente em relação à modernização da gestão pública em saúde. A secretária também destacou o esforço do governo para colocar em dia as pendências financeiras com hospitais, municípios e fornecedores de medicamentos.

"Estamos regularizando o pagamento do passivo devido pelo Estado a hospitais. A partir da competência março, não temos mais pendências essas insituições", anunciou. "E, nesta semana, estamos pagando os incentivos referente a fevereiro. São R$ 41 milhões para os municípios gaúchos."

O evento começou nesta segunda e segue até a próxima quinta-feira (25/4) com o objetivo de reunir os secretários municipais de todo o Estado e debater estratégias de gestão pública no setor, como financiamento público e regulação dos serviços de saúde, vigilância em saúde, o uso das novas tecnologias e perspectivas para a próxima década do Sistema Único de Saúde.

Gestores de saúde de municípios gaúchos também terão a oportunidade de mostrar exemplos de sucesso de trabalhos realizados em seus territórios na Mostra de Experiências Exitosas.

O congresso recebeu o apoio da Secretaria Estadual da Saúde (SES). Representantes de todos os setores da SES estarão presentes, participando ou palestrando nas mesas e debates.

Texto: Ascom SES
Edição: Secom

Foto: Marcelo Ermel / SES

Os próximos sete dias terão chuva forte e declínio das temperaturas no Rio Grande do Sul, de acordo com o Boletim Meteorológico Semanal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural.

Na sexta-feira (19), a presença de uma massa de ar seco manterá o tempo firme, com temperaturas amenas em todas as regiões. Entre o sábado (20) e domingo (21), a propagação de uma frente fria provocará chuva, com possibilidade de temporais isolados, principalmente na Metade Norte.

Na segunda (22), o ingresso de uma massa de ar seco afastará a nebulosidade e provocará o declínio da temperatura. A partir da terça-feira (22), a presença do ar seco e frio manterá o tempo firme, com predomínio de sol e temperaturas baixas em todas as regiões e valores inferiores a 10°C em diversos municípios.

Os volumes previstos deverão ser inferiores a 20 mm em parte da Campanha e no no Sul do Estado. No restante das áreas, os totais previstos oscilarão entre 35 e 70 mm na maioria das localidades. No Planalto, Serra do Nordeste e no Litoral Norte os valores deverão variar entre 80 e 100 mm, podendo superar 120 mm nos Campos de Cima da Serra.

Os boletins também estão disponíveis em formato de áudio no perfil da Secretaria no Soundcloud, com análises e previsões para o Estado e as regiões Campanha, Litoral Sul, Metropolitana, Missões e Planalto.

 

Assessoria de Comunicação Social
Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural
(51) 3288-6210 / (51) 3288-6224 / (51) 3288-6228
 
 
 
 
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